AGRONEGÓCIO

Maior empregador do Brasil, JBS vai promover 40 mil pessoas em 2024

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A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, vem investindo no desenvolvimento de seus talentos como estratégia de crescimento e planeja promover 40 mil colaboradores neste ano, o que representa 26% de seus quadros no país. Em 2023, a empresa já tinha fechado o ano com a marca de 26 mil pessoas promovidas. Além de apoiar o crescimento de seus profissionais, a empresa pretende também abrir 5.000 postos de trabalho, avançando como a maior empregadora do país. Hoje 152 mil pessoas trabalham na JBS.

Para Fernando Meller, diretor-executivo de Gente e Gestão, a Companhia tem o compromisso de cuidar das pessoas que fazem os negócios evoluírem no dia a dia. A qualificação profissional é essencial nesse sentido. “Isso é essencial para a gente continuar crescendo, criando oportunidades para um futuro melhor, que faz parte da nossa missão”, diz Meller. Para a JBS, criar um ambiente acolhedor e de qualidade para seus colaboradores é primordial. “Um de nossos valores é a determinação. Temos muitas pessoas que acordam cedo e se dedicam a sermos melhores a cada dia. São elas que constroem a empresa e é para elas que temos de criar as condições para se desenvolverem e crescerem”, explica Meller.

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A estratégia da JBS inclui cursos e treinamentos para os colaboradores, em parceria com o Instituto J&F, centro de educação para os negócios que apoia a atuação de empresas educadoras. A Companhia oferece ainda a oportunidade de seus funcionários internacionalizarem suas carreiras: com o programa JBS Sem Fronteiras, criado em 2015, a Companhia organiza processos de seleção que permitem a colaboradores do Brasil trabalhar nas operações no exterior, com vagas para todos os níveis hierárquicos e departamentos espalhados pelo mundo.

“O que nos move são as pessoas. Quando vemos um colaborador embarcando para uma nova experiência no exterior ou quando vemos várias gerações de uma família trabalhando juntos, sentimos muito orgulho e temos a certeza de que estamos no caminho certo. Queremos que as pessoas se sintam bem em trabalhar na JBS”, diz Meller.

Segundo dados recentes da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), as redes produtivas ligadas à JBS movimentam 2,10% do PIB (Produto Interno Bruto) e contribuem para a geração de 2,73% dos empregos do país. Os dados reforçam a contribuição da Companhia para a produção de riqueza, renda e empregos no Brasil. A JBS está entre as maiores empresas globais de alimentos, com mais de 500 unidades e escritórios em 24 países, empregando 270 mil pessoas globalmente. Seus produtos marcam presença em mais de 190 países, chegando a 330 mil clientes em todos os continentes.

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Fonte: JBS

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Ureia despenca mais de 40% e fertilizantes voltam ao nível pré-crise com avanço de acordo entre EUA e Irã

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Os preços internacionais da ureia registraram forte recuo nas últimas semanas e já retornaram aos níveis observados antes do agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo análise da StoneX, as cotações destinadas ao mercado brasileiro acumulam queda superior a 40% após oito semanas consecutivas de desvalorização, refletindo o avanço das negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e a expectativa de reabertura do estratégico Estreito de Ormuz.

O movimento é acompanhado de perto pelo setor de fertilizantes, uma vez que a região concentra uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo, amônia, enxofre e fertilizantes nitrogenados. A perspectiva de retomada da navegação vem reduzindo os temores relacionados à oferta global e aos gargalos logísticos que pressionaram os preços nos últimos meses.

Mercado reage à expectativa de normalização logística

De acordo com a StoneX, a possibilidade de restabelecimento do fluxo marítimo no Golfo Pérsico tem provocado uma mudança significativa no comportamento dos mercados de energia e fertilizantes.

As restrições impostas à navegação durante o período de instabilidade elevaram custos e dificultaram o transporte de insumos estratégicos. Agora, com o avanço das negociações entre Washington e Teerã, os agentes de mercado passaram a precificar um cenário de maior disponibilidade de produtos e menor risco logístico.

Segundo Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o acordo preliminar representa um importante fator de pressão baixista para o setor.

“O entendimento entre Estados Unidos e Irã tem impacto direto sobre a logística global e a oferta de fertilizantes. O Estreito de Ormuz é uma rota fundamental para o escoamento de fertilizantes, petróleo, amônia e enxofre, o que torna qualquer sinalização de normalização extremamente relevante para os mercados”, avalia.

Ureia retorna aos patamares anteriores ao conflito

O efeito mais visível foi observado no mercado da ureia. As cotações CFR Brasil recuaram para níveis inferiores aos registrados antes do início da crise geopolítica, revertendo completamente os ganhos observados durante o período de maior incerteza.

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A queda acumulada superior a 40% representa uma das correções mais expressivas dos últimos meses e sinaliza uma redução dos prêmios de risco que vinham sendo incorporados aos preços internacionais.

Além da expectativa de reabertura das rotas marítimas, o mercado também passou a considerar uma possível ampliação da oferta global de fertilizantes caso as negociações avancem para uma flexibilização das sanções impostas ao Irã.

Acordo ainda depende de novas etapas

Apesar da reação positiva dos mercados, o acordo entre Estados Unidos e Irã ainda não está concluído. Informações divulgadas pela Reuters indicam que o entendimento atual prevê a extensão do cessar-fogo por mais 60 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, mas questões centrais continuam em negociação.

Entre os temas que permanecem em discussão está o futuro do programa nuclear iraniano, considerado um dos principais pontos de divergência entre os dois países.

Especialistas do setor marítimo alertam que a normalização completa das operações não deve ocorrer imediatamente. Mesmo após a eventual reabertura da rota, a retomada da confiança dos operadores logísticos e o reposicionamento das embarcações podem levar semanas.

Fertilizantes ainda dependem da evolução do cenário geopolítico

A StoneX destaca que o mercado segue monitorando fatores que podem limitar a recuperação plena da logística na região.

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Existem preocupações relacionadas à segurança da navegação, incluindo relatos sobre possíveis áreas minadas e incertezas quanto às condições definitivas para a circulação de embarcações. Além disso, navios que permaneceram retidos durante o período de restrições poderão enfrentar atrasos até que o fluxo marítimo seja totalmente restabelecido.

Dessa forma, embora a tendência atual seja de alívio para os preços, a oferta global de fertilizantes continua condicionada à evolução das negociações diplomáticas e à estabilidade da região.

Cenário favorece importadores brasileiros

A queda das cotações ocorre em um momento estratégico para o agronegócio brasileiro. Tradicionalmente, as compras externas de fertilizantes nitrogenados ganham força ao longo do segundo semestre, período de preparação para importantes culturas da safra de verão.

Com preços mais baixos e perspectiva de melhora na logística internacional, os importadores brasileiros encontram um ambiente mais favorável para negociar volumes e recompor estoques.

Além dos fertilizantes, o anúncio do acordo preliminar também impactou o mercado energético. Os preços do petróleo recuaram para os menores níveis dos últimos três meses, refletindo as expectativas de retomada do fluxo normal de cargas em uma das regiões mais importantes para o comércio global.

Para o agronegócio brasileiro, a combinação entre fertilizantes mais baratos e redução das incertezas logísticas pode representar um importante fator de alívio nos custos de produção nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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