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Exportações de grãos da Ucrânia somam 3,2 mi t no acumulado de fevereiro

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A Ucrânia exportou quase 3,2 milhões de toneladas métricas de grãos até agora neste mês, contra 3,3 milhões no mesmo período do ano anterior, mostraram dados do Ministério da Agricultura na segunda-feira.

O ministério não deu nenhuma explicação para a redução.

As exportações de grãos da Ucrânia na temporada de comercialização de julho a junho de 2023/24 caíram até agora para cerca de 27 milhões de toneladas, ante 30 milhões no ano anterior, mostraram os dados.

Os embarques no acumulado da safra incluíram 10,5 milhões de toneladas de trigo, 14,7 milhões de toneladas de milho e 1,5 milhão de toneladas de cevada.

Tradicionalmente, a Ucrânia exporta a maior parte de seus grãos por meio de seus portos de águas profundas do Mar Negro.

O governo ucraniano esperava uma colheita de 81,3 milhões de toneladas de grãos e sementes oleaginosas em 2023, com um excedente exportável em 2023/24 de cerca de 50 milhões de toneladas.

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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Risco de geada faz mercado internacional de café operar em alta

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O mercado internacional de café abriu a semana com uma correção de preços impulsionada pelo prêmio de risco climático. A possibilidade de formação de geada nas áreas produtoras de arábica — Sul de Minas Gerais, Mogiana Paulista e Paraná — desencadeou um movimento de cobertura de posições por parte de fundos de investimento, elevando os contratos futuros nas bolsas de Nova York e Londres.

O arábica, cotado na Bolsa de Nova York, encerrou o último pregão com valorização, atingindo o equivalente a R$ 41,48 por quilo. O café conilon, negociado na Bolsa de Londres, também acompanhou a trajetória de alta, fechando o contrato de julho cotado a R$ 21,01 por quilo (considerando a cotação de R$ 5,17).

Análise de fundamentos:

  • Gestão de risco: O mercado incorporou o temor de geada como fator de volatilidade de curto prazo. A sensibilidade dos fundos às previsões meteorológicas é o motor atual dos preços.

  • Oferta: Independentemente da variação de temperatura, a sustentação das cotações permanece ancorada no cenário de oferta global restrita. O movimento de alta atual reflete o ajuste do mercado a um patamar de preço que compensa a escassez de produto.

  • Estratégia do produtor: Analistas indicam que a volatilidade deve perdurar até a consolidação dos dados sobre eventuais danos às lavouras. A recomendação técnica é de cautela na comercialização: enquanto a alta for movida estritamente pela especulação climática, o mercado está sujeito a correções rápidas; caso o frio confirme perdas reais de produtividade, a tendência de alta se consolida como um novo patamar estrutural de preços.

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O mercado físico no Brasil mantém a cautela. Produtores e tradings monitoram o comportamento das temperaturas nas próximas 48 horas como balizador para novas negociações. O cenário de preços segue atrelado à capacidade da safra brasileira em atender à demanda global, com o risco climático atuando como o principal limitador de oferta no curtíssimo prazo.

Fonte: Pensar Agro

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