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Plantio da soja na rotação de culturas é destaque na Abertura Oficial da Colheita do Arroz

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O plantio da soja na rotação com o arroz pode trazer benefícios agronômicos e financeiros aos produtores. Esta é uma das principais recomendações da BASF durante a 34ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz, que acontece entre os dias 21 e 23 de fevereiro em Capão do Leão/RS. A empresa, que é líder em tecnologias para os arrozais, também vai apresentar sementes híbridas de alta qualidade e produtividade, além de suas soluções de proteção de cultivos para o manejo de doenças e plantas daninhas.

A rotação arroz – soja é um diferencial do manejo recomendado pela empresa. O cultivo da oleaginosa em áreas de várzea é uma alternativa que otimiza o manejo e pode aumentar a rentabilidade das propriedades. “A soja é uma aliada das plantações de arroz. Assim como os agricultores, a BASF tem uma visão de longo prazo das safras. Entendemos que o planejamento das alternâncias de cultivos pode gerar melhores resultados nas lavouras”, afirma Graciela Mognol, diretora de Marketing Sistema de Cultivo Soja de Soluções para Agricultura da BASF.

Além da rotação de culturas, o manejo dos arrozais requer uma série de cuidados que começa pela escolha de sementes certificadas. Por isso, a BASF lançou a marca de sementes híbridas de arroz Lidero®.

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“Os híbridos possuem uma genética avançada, resultado de mais de uma década de pesquisas. No Desafio Produtivo Top Lidero da safra 2022/23, as melhores áreas superaram as 300 sacas por hectare, muito acima da média do Rio Grande do Sul, que é de aproximadamente 180 sacas por hectares de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento, Conab”, comenta José Mauro Guma, gerente de Marketing de Sementes de Arroz da BASF.

As sementes Lidero se conectam com outras inovações para ajudar os rizicultores em um dos principais desafios da cultura que é o controle de plantas daninhas. Os sistemas produtivos Clearfield® e Provisia® são indicados principalmente para o manejo de plantas daninhas de folhas estreitas, como o arroz vermelho e o capim arroz, consideradas invasoras de difícil controle. O primeiro híbrido comercial da marca, LD 522 CL, e híbrido de arroz com exclusivo para a tecnologia Provisia, LD 132 PV, estarão em nossa área de exposição. Os materiais apresentam qualidade de grãos e alto potencial de produtividade.

O manejo de doenças é outra preocupação constante dos rizicultores. Para reduzir perdas de rendimento causadas por fungos, a BASF desenvolveu uma solução para uso exclusivo na cultura do arroz. Seltima® é um fungicida de ação preventiva para brusone, principal doença do cultivo que pode ocasionar perdas de até 100% de produtividade, dependendo da cultivar, do manejo da área e das condições climáticas e ambientais.

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“O controle da brusone é fundamental para o sucesso da produção de arroz. Seltima tem formulação inovadora com tecnologia de micro encapsulamento que resulta na liberação controlada do ingrediente ativo. É uma inovação para proporcionar melhores resultados a campo e contribuir para o legado da rizicultura” pontua Graziela Morais, Gerente de Marketing de Cultivos e Portfolio para Sementes e Defensivos Agrícolas da BASF.

Durante o evento, os visitantes terão a oportunidade de conferir de perto o desempenho de todas as inovações da empresa que são resultado do investimento anual de aproximadamente 950 milhões de euros em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para agricultura.

  • Sobre a 34ª edição da Abertura da Colheita do Arroz
    • Onde: Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado – Av. Eliseu Maciel, 4659 – Capão do Leão/RS
    • Data: 21, 22 e 23 de fevereiro de 2024
    • Website: https://colheitadoarroz.com.br/

Fonte: BASF

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tratores com tecnologia avançada impulsionam a fruticultura no Nordeste e elevam produtividade no campo

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A fruticultura brasileira passa por um ciclo de forte modernização, com destaque para o avanço da mecanização agrícola em regiões estratégicas do Nordeste. O uso de tratores desenvolvidos para cultivos especializados tem contribuído para aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a precisão das operações no campo.

Segundo dados da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas), o setor registrou crescimento expressivo na última década, com aumento de 38% em valor e 62% em volume exportado. Em 2025, o Brasil atingiu cerca de US$ 1,5 bilhão em exportações de frutas, consolidando-se como um dos principais players globais do segmento.

Nordeste lidera produção e se consolida como polo estratégico da fruticultura irrigada

O Nordeste brasileiro concentra alguns dos principais polos de produção de frutas do país, com destaque para o Vale do São Francisco, especialmente nos municípios de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE).

A região se beneficia de condições climáticas favoráveis, alta incidência de luminosidade e uso intensivo da irrigação, o que permite produção contínua ao longo do ano. Entre as culturas mais relevantes estão manga e uva, voltadas tanto ao mercado interno quanto à exportação para Europa e América do Norte.

Mecanização e tecnologia aumentam eficiência e competitividade no campo

A expansão da fruticultura no Nordeste está diretamente associada à adoção de tecnologias agrícolas e à modernização das operações no campo. A mecanização de processos tem permitido maior eficiência em atividades como pulverização, manejo entre linhas e transporte de insumos.

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De acordo com representantes do setor, o uso de tratores projetados especificamente para pomares e vinhedos tem sido determinante para elevar a produtividade e reduzir custos operacionais, especialmente em sistemas de cultivo adensado.

Tratores especializados atendem demandas da fruticultura irrigada

A crescente diversificação da produção de frutas no Nordeste — incluindo manga, uva, coco, banana, melão, melancia e goiaba — exige equipamentos adaptados a diferentes condições de cultivo.

Nesse cenário, fabricantes do setor vêm ampliando portfólios de máquinas voltadas à fruticultura, com tratores de menor porte e alta capacidade de manobra, adequados para áreas com espaçamento reduzido entre linhas.

Entre as soluções destacadas estão modelos compactos voltados para operações delicadas em pomares e vinhedos, que oferecem maior precisão e eficiência no manejo diário.

Pequenos produtores também são beneficiados com mecanização acessível

A mecanização no campo não se restringe às grandes propriedades. Pequenos produtores também têm acesso a equipamentos mais compactos, que ampliam a capacidade produtiva e facilitam operações rotineiras.

Tratores de menor potência vêm sendo utilizados em atividades como preparo de solo, pulverização e transporte interno, oferecendo maior versatilidade e redução de esforço manual.

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Especialistas do setor destacam que essas máquinas têm contribuído para democratizar o acesso à tecnologia no campo, especialmente em regiões com forte presença da agricultura familiar.

Citricultura e diversificação fortalecem demanda por máquinas agrícolas

Além da fruticultura irrigada do Vale do São Francisco, outras regiões da Bahia também vêm ampliando a demanda por mecanização, especialmente na produção de citros como laranja, limão e tangerina.

O avanço dessas culturas reforça a necessidade de equipamentos com maior eficiência energética, capacidade de manobra e adaptação a diferentes tipos de solo e espaçamento de plantio.

Proximidade com o produtor e inovação impulsionam adoção de tecnologia

O fortalecimento da mecanização no setor também está relacionado a estratégias de aproximação com o produtor rural, incluindo demonstrações práticas e testes de campo.

Esse modelo permite que agricultores avaliem o desempenho dos equipamentos em condições reais de produção, facilitando a tomada de decisão e ampliando a confiança na adoção de novas tecnologias.

Especialistas do setor destacam que a combinação entre inovação, assistência técnica e disponibilidade de peças tem sido fundamental para acelerar a modernização da fruticultura brasileira e fortalecer sua competitividade no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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