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Quedas seguidas na taxa de juros elevam em 50% número de consumidores que instalam energia solar no País

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Dados da plataforma Meu Financiamento Solar revelam que, de agosto a dezembro de 2023, cerca de 600 mil novas unidades consumidoras passaram a utilizar tecnologia fotovoltaica, ante os 400 mil novos consumidores conectados no primeiro semestre do ano

Novo anúncio de 11,25% na Selic, em janeiro de 2024, amplia otimismo para novas instalações este ano no Brasil

As quedas seguidas da taxa Selic verificadas no segundo semestre de 2023 e no início deste ano, quando saiu de 13,25% em agosto para 12,25% no final no final de 2023, chegando agora em janeiro no patamar de 11,25%, elevou o número de unidades consumidoras atendidas energia solar em telhados e pequenos terrenos no Brasil na ordem de 50% no Brasil, o que aumenta ainda mais o otimismo dos consumidores na tomada de decisão por novas instalações fotovoltaicas este ano no País.

Segundo mapeamento da fintech Meu Financiamento Solar, especializada em financiamento para projetos fotovoltaicos de geração própria de energia fotovoltaica no País, de agosto a dezembro de 2023, cerca de 600 mil novas unidades consumidoras aderiram ao uso da fonte solar em suas residências, empresas e propriedades rurais, ante os 400 mil novos consumidores conectados à geração fotovoltaica no primeiro semestre do ano.

Os dados foram feitos com base nos balanços oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Outro fator que impulsionou o crescimento do uso da geração fotovoltaica está ligado ao aumento de consumo de eletricidade causado pela onde calor que atingiu várias regiões nos últimos meses, aumentando assim a busca por painéis solares como alternativa de eficiência energética, redução de gastos e maior conforto térmico.

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De acordo com levantamento na plataforma do Meu Financiamento Solar, somente no mês de novembro de 2023, o volume de simulações de crédito cresceu 20% em comparação com outubro. “Com o novo anúncio de 11,25% da Selic em janeiro deste ano, o mercado fotovoltaico deve entrar em nova onda de otimismo e crescimento, já que o cenário de queda da taxa de juros impulsiona significativamente o setor de energia solar, pois garante mais facilidade de contratação de financiamento pelos clientes, além de reduzir do tempo de retorno do investimento”, aponta Carolina Reis, diretora do Meu Financiamento Solar.

Tal aumento de confiança dos consumidores pode, na visão da executiva, acelerar ainda mais os novos projetos de energia solar em residência e empresas ao longo de 2024.

No acumulado, a geração própria de energia solar ultrapassou recentemente a marca de 25 gigawatts (GW) de potência instalada em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e prédios públicos no Brasil, com mais de 3,2 milhões de unidades consumidoras atendidas pela tecnologia fotovoltaica.

Desde 2012, foram cerca de R$ 125,8 bilhões em novos investimentos, que geraram mais de 751,2 mil empregos acumulados no período, espalhados em todas as regiões do Brasil, e representam uma arrecadação aos cofres públicos de R$ 31,5 bilhões.

“Embora nosso maior público seja consumidores residenciais, que são os mais impactados pelas altas tarifas de energia elétrica no País, notamos uma procura crescente no financiamento de energia solar para condomínios, que buscam reduzir a conta do consumo das áreas comuns dos prédios”, acrescenta a diretora do Meu Financiamento Solar.

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“Devido ao crescimento dessa demanda de energia, também estamos com muitos projetos de clientes que solicitam expansão de sistemas que já foram instalados, a fim de conter esse aumento do consumo”, diz a executiva.

Outro ponto fator de crescimento da procura por painéis solares é a proteção contra a inflação energética, que blinda o consumidor das oscilações tarifárias que podem acontecer com escassez hídrica e aplicação de bandeiras vermelhas.

Sobre o Meu Financiamento Solar

O Meu Financiamento Solar é a maior fintech de financiamento para energia solar do Brasil, com aprovação 100% digital, rápida e segura. Parceira exclusiva do Banco BV, a fintech nasceu de forma independente em 2020, com o intuito de tornar a tecnologia fotovoltaica ainda mais acessível, a partir de soluções completas para financiamento de sistemas solares para casas, condomínios e negócios, desde pequenos comércios até grandes indústrias.

Com uma nossa jornada de contratação online, o cliente pode adquirir o seu sistema de energia solar com facilidade e segurança, sem a necessidade de burocracias. Além disso, a fintech oferece atendimento exclusivo tanto para a empresa integradora de energia solar quanto para o consumidor final que deseja instalar o sistema e reduzir até 90% na conta de luz. Mais em: meufinanciamentosolar.com.br

Fonte: Assessoria de Imprensa Totum

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do milho segue estável no Brasil à espera da safrinha; exportações avançam mais de 70%

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O mercado brasileiro de milho registrou pouca movimentação ao longo da semana, refletindo a postura cautelosa de compradores e vendedores diante da proximidade da entrada mais intensa da segunda safra no país. A expectativa de aumento da oferta mantém o ritmo de negociações lento, enquanto produtores buscam sustentar os preços em meio ao avanço da colheita.

Segundo análise da Safras & Mercado, o cenário continua marcado por baixa liquidez e poucas alterações nas cotações, tanto no mercado físico quanto nas negociações futuras.

Compradores aguardam maior oferta da safrinha

Os consumidores seguem atuando de forma pontual, adquirindo apenas volumes necessários para reposição imediata. O comportamento demonstra conforto nos estoques e expectativa de que a colheita da segunda safra amplie a disponibilidade do cereal nas próximas semanas.

Do lado da oferta, os produtores avançam na comercialização da produção, mas mantêm resistência em aceitar preços considerados baixos. Em diversas regiões, as pedidas continuam acima dos valores ofertados pelos compradores, limitando o fechamento de novos negócios.

A expectativa do mercado é que o avanço da colheita da safrinha aumente a pressão sobre os preços, principalmente nas regiões de maior produção.

Clima segue no radar dos agentes do mercado

As condições climáticas continuam sendo acompanhadas de perto pelos participantes do setor.

O mercado monitora a possibilidade de novas chuvas na Região Sul, em São Paulo, no sul de Minas Gerais e em áreas produtoras de Goiás. Apesar das especulações sobre eventuais impactos na produtividade, ainda não há confirmação de perdas relevantes.

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Outro fator observado é o risco de geadas. No entanto, as previsões meteorológicas atuais não indicam ocorrência de frio intenso capaz de provocar danos significativos às lavouras.

Relatório do USDA influencia expectativas globais

No cenário internacional, as atenções estiveram voltadas para a divulgação do relatório mensal de oferta e demanda agrícola do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

O documento trouxe atualizações importantes para o mercado global de grãos e reforçou a percepção de ampla disponibilidade de milho, fator que continua pressionando os preços na Bolsa de Chicago.

A queda das cotações internacionais tem reduzido a competitividade do milho brasileiro nos portos, mesmo com a valorização do dólar frente ao real.

Exportações avançam em volume, mas preços médios recuam

Apesar dos desafios relacionados à paridade de exportação, os embarques brasileiros de milho apresentaram crescimento expressivo no início de junho.

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 126,061 mil toneladas de milho nos quatro primeiros dias úteis do mês, com média diária de 31,515 mil toneladas.

A receita acumulada alcançou US$ 29,451 milhões, com média diária de US$ 7,362 milhões.

Na comparação com junho de 2025, os resultados mostram:

  • Alta de 57,9% na receita média diária;
  • Crescimento de 70,6% no volume médio diário exportado;
  • Queda de 7,4% no preço médio por tonelada.

O valor médio da tonelada exportada ficou em US$ 233,60.

Cotações do milho permanecem estáveis nas principais regiões produtoras

O preço médio da saca de milho no Brasil foi cotado em R$ 61,12 no dia 11 de junho, praticamente estável em relação aos R$ 61,14 registrados na semana anterior.

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Nas principais praças acompanhadas pelo mercado, os preços apresentaram poucas variações:

  • Cascavel (PR): R$ 60,00 por saca;
  • Campinas (SP/CIF): R$ 65,00 por saca;
  • Mogiana Paulista (SP): R$ 60,00 por saca;
  • Rondonópolis (MT): R$ 51,00 por saca;
  • Erechim (RS): R$ 69,00 por saca;
  • Uberlândia (MG): R$ 60,00 por saca;
  • Rio Verde (GO): R$ 58,00 por saca.

A estabilidade observada reforça o momento de transição vivido pelo mercado, que aguarda uma definição mais clara sobre o tamanho da safra e o ritmo efetivo da colheita.

Safrinha deve definir tendência dos preços nos próximos meses

O comportamento do mercado de milho nas próximas semanas dependerá diretamente do avanço da colheita da segunda safra, considerada a principal do país.

Caso a produtividade se confirme dentro das expectativas atuais, a entrada de grandes volumes no mercado poderá ampliar a oferta disponível e exercer pressão adicional sobre as cotações.

Por outro lado, eventuais problemas climáticos ou atrasos na colheita podem limitar esse movimento e sustentar os preços por mais tempo.

Enquanto esse cenário não se define, compradores seguem cautelosos e produtores mantêm postura firme nas negociações, resultando em um mercado de baixa liquidez e pouca variação nos preços.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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