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Açúcar: Efeitos do clima adverso no Centro-Sul pode reduzir a safra 24/25 se persistentes

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Nossos modelos sugerem uma redução potencial de 6% na produção de cana da região Centro-Sul do Brasil para a temporada 24/25, podendo cair de quase 655 Mt para 620Mt, embora as tendências históricas possam levar essa redução para 7,2%. Ainda que as chuvas tenham melhorado na primeira quinzena de janeiro, a segunda metade do mês não conseguiu compensar a queda da umidade do solo de dezembro, principalmente em regiões como Ribeirão Preto. No entanto, algumas áreas como São José do Rio Preto, Araçatuba e Bauru apresentaram condições mais favoráveis, mitigando as preocupações até certo ponto.

Os fundos estão aguardando em silêncio a próxima grande notícia, e o clima pode ser exatamente o que eles estão esperando. Temos muito a monitorar, desde uma possível formação do La Niña até o desenvolvimento da cana da safra 24/25 do Brasil.

O clima sempre desempenhou um papel importante no merca do de açúcar. Seu impacto foi fundamental nos últimos dois ou três anos, especialmente após a significativa quebra de safra do Brasil em 2021-2022. Mais recentemente, as condições climáticas adversas no Hemisfério Norte reforçaram o suporte do mercado.

“O nível de 23,8c/lb observado no início de fevereiro para o açúcar bruto é cerca de 40% mais alto do que a média de 23 anos considerando o mesmo período. Para o açúcar branco, a diferença é maior: os preços estão atualmente 45% mais altos. Isso deixa explícito que o mercado está navegando em um cenário muito mais apertado, com maior demanda e interrupções no fornecimento. Nesse contexto, torna se essencial compreender os efeitos do clima sobre a disponibilidade futura”, explica Lívea Coda, analista de Açúcar da hEDGEpoint Global Markets.

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“Conforme discutido em relatórios anteriores, nossos modelos apontaram que a produção de cana no Centro-Sul do Brasil pode sofrer uma redução de pelo menos 6% em 24/25, induzindo uma queda de quase 655Mt para 620Mt. No entanto, se também levarmos em conta a tendência histórica, essa variação se torna 7,2% e pode levar a 611Mt”, destaca a analista.

Embora as chuvas tenham melhora do durante a primeira metade de janeiro, a segunda metade apresentou um resultado contrastante, levando a um desempenho insuficiente no mês para contrabalançar a diminuição da umidade do solo observada em dezembro. Pelo menos em algumas regiões.

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Como pontua Lívea, “A dificuldade em estimar uma redução adicional na produção do Centro-Sul se baseia no fato de que as chuvas foram bastante irregulares e dispersas em toda a região. Enquanto Ribeirão Preto, responsável por cerca de 14% da produção total de cana do Brasil, recebeu precipitação bem abaixo da média e permanece no limite inferior dos valores históricos, São José do Rio Preto está perto da média. Estima-se que essa última região seja responsável por 10% da disponibilidade total de cana no Brasil e, juntamente com Araçatuba e Bauru, que respondem por 6 e 5% do volume total de cana, alivie algumas das preocupações”.

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Portanto, algumas regiões foram mais afetadas do que outras e, em geral, a umidade do solo não é animadora.

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No entanto, o NDVI (Índice de Vegetação por Diferença Normalizada) da região, que mede a capacidade da planta de absorver a luz solar, melhorou durante o mês. Esse índice é muito usado para medir e monitorar a saúde das plantas, pois as culturas que têm uma melhor absorção da luz solar durante os estágios iniciais de desenvolvimento podem melhorar a produtividade.

“Combinando o NDVI com o fato de que as chuvas e a umidade do solo estavam no caminho certo até novembro, ainda nos sentimos confortáveis em manter uma visão mais baixista para preços, com 620 Mt para a próxima temporada”, afirma.

Porém, se fevereiro e a primeira quinzena de março também apresentar precipitação abaixo da média, poderemos ser obrigados a adotar as nossas estimativas mais baixas. Isso seria altista para o mercado.

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Fonte: hEDGEpoint Global Markets

Fonte: Portal do Agronegócio

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Distribuidora denunciada por som alto é interditada em Cuiabá por funcionamento irregular

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Uma distribuidora e tabacaria denunciada por poluição sonora foi interditada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), nesta sexta-feira (24), após fiscalização constatar funcionamento irregular em área de passeio público, sem alvará de localização e funcionamento. A ação ocorreu na Avenida Governador Dante Martins de Oliveira, onde foi verificado que o estabelecimento exercia atividade comercial sobre o logradouro público.

O gerente apresentou autorização para atividade apenas dentro dos limites do imóvel, e não sobre o logradouro público. A atividade exercida no local vistoriado não é passível de regularização, por se tratar de ocupação de passeio público.

A equipe de fiscalização lavrou Termo de Vistoria Comercial e Auto de Infração por ausência de alvará de localização e funcionamento no ponto onde a atividade estava sendo exercida. Além da autuação, foi determinada a interdição imediata da atividade comercial na área irregular.

No momento da fiscalização, o gerente estava presente e informou que o imóvel é locado de terceiro. O proprietário da empresa não se encontrava no local, mas entrou em contato por telefone e informou que apresentará o contrato de locação na Secretaria.

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Caso o local volte a funcionar de forma irregular, o responsável poderá ser novamente autuado, com aplicação de penalidade em dobro, além de poder ser conduzido à delegacia. O descumprimento da medida configura crime de desobediência.

Além disso, a equipe de fiscalização deve retornar ao local para verificar denúncias de poluição sonora. Também será emitida ordem de serviço para fiscalização da borracharia localizada na mesma área, uma vez que o estabelecimento pode estar na mesma situação de ocupação irregular de logradouro público. A equipe irá verificar alvará, inscrição e limites da edificação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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