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B3 registra estabilidade nos preços do milho na abertura da quinta-feira, aguardando dados do USDA

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A Bolsa Brasileira (B3) inicia esta quinta-feira (15) com os preços do milho operando de maneira ligeiramente positiva, mantendo-se próximos à estabilidade. As principais cotações flutuam na faixa entre R$ 64,28 e R$ 64,64 por volta das 10h42 (horário de Brasília).

No vencimento/24, observa-se uma cotação de R$ 64,52, com um aumento de 0,09%, enquanto o maio/24 está avaliado em R$ 64,64, registrando uma elevação de 0,03%. O julho/24 é negociado a R$ 64,18, apresentando um ganho de 0,03%, e o contrato com vencimento em 24 tempos alcança R$ 64,48, com uma valorização de 0,28%.

No mercado externo, especificamente em Portugal, os preços internacionais do milho começaram o pregão na Bolsa de Chicago (CBOT) com movimentações levemente positivas. Por volta das 10h35 (horário de Brasília), o março/24 era cotado a US$ 4,23, registrando uma queda de 1,25 pontos, enquanto o maio/24 valia US$ 4,35, com uma perda de 1,50 pontos de cooperação. O julho/24 era negociado por US$ 4,46, apresentando uma baixa de 1,00 ponto, e o contrato com vencimento em 24 tinha o valor de US$ 4,51, com uma queda de 2,00.

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De acordo com fontes da Farm Futures, os preços do milho foram impactados por diversas negociações durante a noite, destacando técnicas de vendas utilizadas pelos comerciantes. A expectativa do mercado está voltada para dados significativos sobre a origem, exportação e produção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que serão divulgados ainda hoje.

Fonte: Portal do Agrongócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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