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Maior adubadora automotriz da Jacto é lançada com motorização Cummins QSB 6.7

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A Cummins Brasil colhe os bons frutos ao cultivar sua presença no setor agrícola. A líder em tecnologia celebra, juntamente com o cliente Jacto, o lançamento da nova adubadora automotriz Uniport 8030 NPK, equipada com o conceituado motor do segmento Off-Highway, o QSB 6.7 de 295 hp a 2200 rpm. A novidade fez sua estreia no mercado nacional durante o Show Rural Coopavel, na semana passada.

A escolha do motor Cummins para esta aplicação é resultado dos esforços dedicados pela empresa ao oferecer no País, desde o final de 2021, uma nova proposta do QSB 6.7, com mais potência, permitindo que as montadoras do segmento se beneficiem de um motor de alta performance e menor cilindrada. “No caso da Uniport 8030 NPK, conseguimos com a motorização da linha média equipar a maior adubadora já produzida pela Jacto, com reservatório de 8 m³ de capacidade”, afirma Tiago Costa, gerente de Vendas da Cummins Off-Highway.

Vale reforçar que o mesmo motor QSB 6.7 impulsiona a adubadora Jacto Uniport 5030 NPK de 5m³ de capacidade, o que demonstra a flexibilidade das soluções da Cummins e o expertise da engenharia em oferecer motorizações sob medida para as montadoras.

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Os avanços do QSB 6.7 também permitiram a entrega de um motor compacto e personalizado. Com alta performance em elevadas rotações e baixo consumo de combustível, o pacote de soluções da Cummins contribuiu com a Jacto em lançar no mercado brasileiro um novo conceito de adubadora automotriz.

A nova Uniport 8030 NPK chama a atenção pelo seu layout com motor dianteiro, cabine ampla, para maior conforto do operador, e reservatório com capacidade para 8 m³. Os diferenciais da máquina são o aumento de 60% na capacidade da caçamba e 20% na produtividade diária, com qualidade e precisão na dosagem e distribuição de fertilizantes, sejam eles granulados, em pó ou em sementes.

Além de permitir melhor distribuição de peso, a instalação do motor na dianteira contou com um processo customizado. “Desenvolvemos uma montagem mais baixa, semelhante a aplicação do setor automotivo, otimizando tubulações do sistema de admissão e escape, tornando também acessíveis os itens de manutenção periódicas como filtros de combustível e óleo. São soluções que fazem parte do nosso conceito de entregar um produto que impacta de forma positiva o cliente, agregando valor ao projeto e trazendo produtividade ao campo, com alta disponibilidade do equipamento em operação”, diz Andre Selim, líder de Engenharia Off-Highway da Cummins.

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O processo de modernização dos equipamentos agrícolas segue em linha com os avanços da eletrônica embarcada nos motores Cummins. Ainda de acordo com Costa, “a calibração da interface do motor contou com processos de modernização para perfeita sincronia, por meio de sinais digitais, com a central eletrônica da Uniport 8030 NPK. Com isso, temos um equipamento que opera com condições ideais de performance, otimizando os esforços de tração com o controle automático da rotação do QSB 6.7”.

Certificado MAR-1 e compatível com Biodiesel (até B20), o motor QSB 6.7 conta com um sistema de bomba de combustível, desenvolvido exclusivamente para o uso industrial, no qual utiliza componentes e materiais que propiciam maior robustez aos efeitos do combustível de origem vegetal, além de um filtro separador de água de alta performance.

Fonte: Textofinal de Comunicação Integrada

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar hoje: câmbio oscila com tensões no Oriente Médio e expectativa por juros no Brasil e nos EUA

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O dólar iniciou esta quarta-feira (29) em leve oscilação frente ao real, refletindo um ambiente de cautela nos mercados globais. A moeda americana opera próxima da estabilidade, após ter encerrado a sessão anterior praticamente inalterada, cotada a R$ 4,9817.

O movimento do câmbio ocorre em meio a um cenário marcado por incertezas geopolíticas e decisões importantes de política monetária. As tensões envolvendo Estados Unidos e Irã mantêm o Oriente Médio no radar dos investidores, elevando a aversão ao risco e sustentando a demanda por ativos considerados mais seguros, como o dólar.

Ao mesmo tempo, o mercado financeiro acompanha com atenção as próximas definições de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, fatores que têm impacto direto sobre o fluxo de capitais e o comportamento do câmbio.

Cenário externo pressiona o dólar

No ambiente internacional, o dólar ganha suporte em momentos de instabilidade, especialmente diante de conflitos geopolíticos. A escalada de tensões no Oriente Médio reforça esse movimento, levando investidores a reduzirem exposição a mercados emergentes.

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Além disso, há expectativa em torno das decisões do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos. Sinais sobre manutenção ou cortes de juros podem alterar significativamente o valor da moeda americana frente a outras divisas, incluindo o real.

Fatores internos também influenciam

No Brasil, o mercado acompanha os próximos passos do Banco Central em relação à taxa Selic. A trajetória dos juros domésticos segue como um dos principais determinantes do apetite estrangeiro por ativos brasileiros.

Com juros ainda elevados em comparação a economias desenvolvidas, o país continua atraente para o capital externo — o que ajuda a conter uma valorização mais forte do dólar.

Ibovespa acompanha cautela global

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, iniciou o pregão desta quarta-feira em linha com o cenário externo, após ter fechado a última sessão em queda de 0,51%, aos 188.619 pontos.

O desempenho da bolsa reflete a postura mais defensiva dos investidores, que aguardam maior clareza sobre o rumo da política monetária global e os desdobramentos geopolíticos.

Desempenho acumulado
  • Dólar:
    • Semana: -0,32%
    • Mês: -3,80%
    • Ano: -9,24%
  • Ibovespa:
    • Semana: -1,11%
    • Mês: +0,62%
    • Ano: +17,06%
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Perspectivas para o mercado

A tendência para o dólar no curto prazo segue atrelada ao noticiário internacional e às decisões de juros. Movimentos mais intensos podem ocorrer conforme novas sinalizações do Fed e do Banco Central do Brasil.

Para o agronegócio, o comportamento do câmbio continua sendo um fator estratégico, influenciando diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação de preços das commodities no mercado interno.

O cenário segue volátil, exigindo atenção redobrada dos agentes econômicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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