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Exportação de soja do Brasil em Feb/24 apresenta leve redução, indica Anec

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A exportação de soja do Brasil em fevereiro foi estimada em 7,3 milhões de toneladas, conforme dados da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) divulgados nesta quarta-feira. Essa estimativa representa uma redução de 3,3% em comparação com o volume exportado no mesmo mês do ano anterior, indicando uma possível triplicação em relação a janeiro, quando a oferta da nova safra era limitada.

O país observa uma colheita de soja adiantada devido à seca e ao calor, que não apenas impactaram parte da safra, mas também encurtaram o ciclo das lavouras. A Anec considera a possibilidade de os embarques de soja serem superiores às estimativas, mencionando que a programação de navios aponta para mais de 10 milhões de toneladas para o mês.

Em contrapartida, a exportação de milho brasileiro foi estimada em 773.940 toneladas em fevereiro, em comparação com 1,94 milhão de toneladas no mesmo período de 2023. A transição dos terminais para a soja, aproveitando a oferta da safra nova, resultou em uma redução significativa em relação às 3,4 milhões de toneladas exportadas em janeiro.

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Quanto ao farelo de soja, a Anec prevê a exportação de 1,75 milhão de toneladas em fevereiro, indicando estabilidade em relação a janeiro e um aumento em comparação com o mesmo mês de 2023 (1,28 milhão de toneladas).

A exportação de trigo do Brasil está estimada em quase 500 mil toneladas, ligeiramente abaixo do registrado em fevereiro de 2023, e uma redução em relação às 685 mil toneladas exportadas em janeiro, quando atingiram o maior volume em mais de um ano, de acordo com dados da Anec.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

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