POLÍCIA

Dois são presos em flagrante pela Polícia Civil com materiais furtados de empresa em Rondonópolis

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Dois envolvidos no furto a uma empresa de equipamentos em Rondonópolis foram presos, na segunda-feira (05.02), pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos.

No domingo à noite foi registrado um furto na empresa de locação de equipamento, no Jardim Mato Grosso, e os criminosos usaram um veículo Celta para transportar os materiais.

Ao analisar as imagens das câmeras de segurança, a equipe da Derf identificou um dos suspeitos, com diversas passagens por crimes patrimoniais e em diligências no bairro Alfredo de Castro, os investigadores localizaram C.E.C.A. de 27 anos. Confrontado com as imagens das câmeras, ele assumiu sua participação e informou que os produtos tinham sido levados até o bairro por ele e pelo serviço recebeu a quantia de R$ 750,00, mas que não sabia o paradeiro dos equipamentos.

Em novas diligências para localizar o veículo e os equipamentos furtados, os policiais encontraram um compactador de solo e outros materiais levados da empresa, em um terreno, próximo a uma loja de conveniência. A equipe da Derf continuou procurando pelo dono do local e enquanto estavam nas imediações, o dono da casa, J.L.M., de 36 anos, chegou questionando o que os policiais faziam na casa. Questionado sobre os materiais furtados encontrados em seu terreno, ele continuou alterado e não acatou as ordens, sendo necessário o algemamento.

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Os policiais perguntaram se na casa havia outros produtos ilícitos na casa, o suspeito disse que tinha armas, mas alegou que tinha os registros. Foram localizadas uma pistola calibre 9 mm, um rifle de calibre 22 e um revólver calibre 22. No quarto do dono da casa foi apreendida uma televisão, furtada no mês de dezembro.

Os suspeitos foram conduzidos para a Derf, junto com os materiais recuperados, entre eles equipamentos como compactadores de solo, compressor de ar e esmerilhadeira.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá

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A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.

A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.

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Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.

No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.

Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.

O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.

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“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.

A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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