AGRONEGÓCIO

Produz: software de gerenciamento pecuário da ABCZ terá melhorias nas próximas atualizações

Publicado em

A ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu) anuncia melhorias significativas nas próximas versões em seu software de gerenciamento pecuário, o Produz. Além de se destacar pela integração completa ao banco de dados da associação, simplificando as operações diárias dos produtores rurais, o programa não restringe seu acesso exclusivamente aos associados da entidade.

A Supervisora do software, Mariane Almeida, destaca que o Produz abrange diversas áreas essenciais para a pecuária.

“Com 11 módulos que funcionam tanto online quanto offline, o programa permite aos usuários gerenciar aspectos individuais, genéticos, reprodutivos, produtivos e sanitários, assegurando uma gestão completa e eficiente de todo o ciclo do rebanho”, explica.

Mariane ressalta, ainda, que o Produz oferece maior eficiência em comparação ao programa anteriormente utilizado pela ABCZ, o Procan.

“O Produz integra funcionalidades aprimoradas e atualizações contínuas aos usuários. Convidamos todos os interessados a explorar as vantagens oferecidas pelo Produz”, completa.

Essa transição representa um passo significativo, consolidando o compromisso da ABCZ em disponibilizar ferramentas de ponta para todos os participantes da pecuária, com o objetivo de aprimorar a gestão do rebanho e simplificar as operações diárias no setor.

Leia Também:  Prazo de atualização cadastral das famílias selecionadas para o Nico Baracat encerra amanhã (12)

Para obter mais informações sobre o Produz, entre em contato com a equipe responsável pelo telefone/WhatsApp (34) 3319-3904 ou pelo e-mail [email protected].

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Bolsas globais despencam com realização no setor de tecnologia; Ibovespa resiste de olho na inflação e nas commodities

Published

on

A sexta-feira (26) é marcada por um movimento global de aversão ao risco, com forte realização de lucros nas empresas de tecnologia e inteligência artificial, provocando quedas expressivas nas bolsas asiáticas e pressionando os mercados da Europa e dos Estados Unidos. No Brasil, o Ibovespa demonstra maior resiliência, sustentado pelo desempenho das commodities, pela inflação doméstica mais favorável e pela expectativa de continuidade do ciclo de queda dos juros.

O movimento começou na Ásia, onde investidores reduziram exposição ao setor de tecnologia após o recuo das ações de empresas ligadas à cadeia global de inteligência artificial e semicondutores. A realização de lucros ganhou força depois da forte valorização registrada nos últimos meses.

Entre os principais mercados asiáticos, o índice Nikkei, do Japão, caiu 4,15%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 5,81%, chegando a registrar perdas ainda maiores durante o pregão. Na China, o índice de Xangai (SSEC) perdeu 2,26%, enquanto o CSI 300 caiu 3,03%. Em Hong Kong, o Hang Seng recuou 1,76%. Taiwan também acompanhou o movimento, com queda de 3,64%, ao passo que a bolsa de Sydney foi uma das poucas exceções, encerrando em alta de 0,18%.

Ações de IA lideram as perdas

Na China, as empresas ligadas à inteligência artificial foram o principal foco das vendas.

O índice CSI Artificial Intelligence recuou 4,6%, enquanto o índice de empresas de comunicação 5G caiu 5,8%. Entre os destaques negativos esteve a Zhongji Innolight, uma das maiores fabricantes mundiais de módulos ópticos, que perdeu mais de 5%.

Leia Também:  Saúde atualiza gestores e profissionais sobre normas em vacinas

As gigantes de tecnologia negociadas em Hong Kong também sofreram forte correção, acumulando queda semanal superior a 7%, refletindo a cautela dos investidores em relação às elevadas avaliações do setor e às dúvidas sobre o ritmo de retorno dos investimentos em inteligência artificial.

Pressão também chega aos mercados internacionais

O sentimento negativo se espalhou para os mercados internacionais após a forte correção das ações de tecnologia em Nova York.

Os futuros das bolsas norte-americanas operam em baixa, enquanto investidores continuam reavaliando o elevado nível de investimento em inteligência artificial e seus impactos sobre as margens das grandes empresas do setor. Ao mesmo tempo, a queda dos preços do petróleo ajuda a reduzir parte das preocupações inflacionárias, mas não foi suficiente para restaurar o apetite ao risco.

Ibovespa acompanha o exterior, mas encontra suporte interno

No Brasil, o mercado abriu em compasso de espera, acompanhando o cenário externo mais adverso. Apesar disso, o Ibovespa futuro apresentou oscilações moderadas, refletindo um ambiente doméstico relativamente mais favorável.

Entre os fatores que sustentam os ativos brasileiros estão a divulgação do IPCA-15 abaixo das expectativas do mercado, que reforça apostas em continuidade da flexibilização monetária, além do desempenho das commodities, importantes para empresas com forte peso no índice.

Leia Também:  Nova edição de livro traz atualizações sobre Lei Anticorrupção

O dólar permanece próximo da estabilidade, ao redor de R$ 5,17, em um ambiente de monitoramento constante por parte dos investidores e com atuação do Banco Central contribuindo para reduzir a volatilidade cambial.

Braskem e ações sensíveis aos juros movimentam a B3

Entre os destaques corporativos da sessão, as ações da Braskem figuram entre as maiores quedas após a companhia recorrer à Justiça em disputas envolvendo credores.

Na direção oposta, empresas mais sensíveis ao comportamento da taxa de juros, especialmente dos segmentos de varejo e construção civil, apresentam desempenho relativamente melhor, favorecidas pela leitura mais benigna da inflação e pela perspectiva de redução gradual do custo do crédito.

Cenário segue dependente da tecnologia e da política monetária

Para os investidores, o foco permanece dividido entre a evolução do setor global de inteligência artificial, os próximos indicadores econômicos dos Estados Unidos e as decisões dos principais bancos centrais.

No Brasil, além da trajetória da inflação, seguem no radar o comportamento do dólar, dos preços internacionais das commodities e a evolução do cenário fiscal, fatores que devem continuar determinando o humor dos mercados nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA