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Preço da gasolina e do etanol baixa menos de 1% em todo o país em janeiro, diz Edenred Ticket Log

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A última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou que o preço dos combustíveis segue em baixa no país. O litro da gasolina fechou janeiro a R$ 5,75, com redução de 0,35%, ante a primeira quinzena do mês. Já quando comparado ao fechamento de dezembro (R$ 5,79), o recuo é de 0,7%.

“Esse cenário tende a mudar a partir do dia 1º de fevereiro, quando inicia a vigência das novas alíquotas do ICMS, refletindo em um maior desembolso para os motoristas na hora de abastecer”, observa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Apesar de registrar o maior preço para a gasolina entre as regiões, de R$ 6,13, a Região Norte foi a que apresentou o maior recuo no preço, em relação à primeira parte de janeiro, de 1,13%. Apenas no Nordeste houve estabilidade no valor do litro e o Centro-Oeste foi a única onde o combustível ficou mais caro, passando de R$ 5,77, nos primeiros 15 dias do mês, para R$ 5,80 no fechamento. A média mais baixa para a gasolina foi a localizada nos postos de abastecimento do Sudeste, a R$ 5,66.

Entre os estados, a redução mais expressiva, de 4,48%, foi identificada no Amazonas, onde o litro fechou a R$ 5,76. Já a média mais baixa foi comercializada em São Paulo, a R$ 5,59. O maior aumento, de 2,46%, foi registrado nas bombas do Sergipe, com preço médio de R$ 5,82, e a média mais alta, em Roraima, a R$ 6,62.

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Preço do etanol fecha o primeiro mês mais barato

O preço médio do litro do etanol comercializado no país fechou janeiro a R$ 3,60, com redução de 0,28%, ante a primeira quinzena do mês. No comparativo com dezembro, a retração no preço foi de R$ 3%. Assim como para a gasolina, a Região Norte registrou o recuo mais expressivo no preço do etanol, de 1,75%. Em contrapartida, os postos nortistas também concentraram o valor mais alto entre as regiões para o combustível, de R$ 4,50.

A média mais baixa foi registrada no Centro-Oeste, a R$ 3,49. Em contraponto, a região apresentou o único aumento, ante a primeira quinzena de janeiro, de 0,87%. O Amazonas registrou a maior redução entre os estados para o etanol, de 5,01%, que fechou a R$ 4,17. Porém, o menor preço médio foi identificado nos postos do Mato Grosso, a R$ 3,33. Quatro estados brasileiros registraram aumento no preço do etanol, e o maior, de 2,57%, foi identificado em Goiás, que fechou com a média de R$ 3,59. Roraima lidera o ranking do preço médio mais alto para o combustível, comercializado a R$ 4,93.

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“O etanol, quando comparado a gasolina, foi considerado o combustível mais vantajoso para abastecimento em todo o Sudeste, Centro-Oeste e em grande parte do Nordeste. Além de econômico, o etanol é ecologicamente mais viável por oferecer menor impacto ao meio ambiente ao contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelas mudanças climática”, finaliza Pina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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