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Expectativa de negociações moderadas no mercado doméstico de café

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O mercado físico brasileiro de café se prepara para uma terça-feira de negociações moderadas. O avanço na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) sinaliza um cenário positivo para os preços internos, enquanto a queda do dólar em relação ao real pode limitar as negociações voltadas para exportação. Diante disso, os produtores adotam uma postura mais cautelosa, realizando transações conforme a necessidade.

Na segunda-feira (29), o mercado brasileiro de café testemunhou preços estáveis a mais baixos. Segundo a SAFRAS Consultoria, o arábica e o conilon seguiram direções distintas. O arábica teve um dia de comercialização arrastada, com preços mais baixos devido às perdas na Bolsa de Nova York. Por outro lado, o conilon registrou um dia movimentado, encerrando com estabilidade, impulsionado pelo comportamento firme da Bolsa de Londres para o café robusta e pela demanda.

No cerrado mineiro, o arábica bebida dura com 15% de catação foi negociado entre R$ 995,00/1.010,00 a saca, comparado a R$ 1.010,00/1.020,00 do dia anterior. Enquanto isso, o café arábica “rio” tipo 7 na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, teve preço de R$ 860,00/870,00 a saca, contra R$ 875,00/890,00 anteriormente. O conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, manteve-se estável em R$ 825,00/830,00 a saca, e o 7/8 em R$ 820,00/825,00.

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Exportações Brasileiras – Secex

As exportações brasileiras de café em grão em janeiro de 2024 totalizam 3.524.613 sacas de 60 quilos em 19 dias úteis, com receita de US$ 698,052 milhões e preço médio de US$ 198,05 por saca. Comparativamente a janeiro de 2023, a receita média diária cresceu 28,9%, enquanto o volume médio diário embarcado aumentou 44,4%. O preço médio, no entanto, registrou uma queda de 10,7%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Nova York e Câmbio

Os contratos com entrega em março/24 na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE) apresentaram alta de 0,87%, cotados a 190,90 centavos de dólar por libra-peso. Já o dólar comercial recuou 0,11%, atingindo R$ 4,9441. O Dollar Index registra uma baixa de 0,21%, totalizando 103,41 pontos.

Indicadores Financeiros e Mercado Global

As principais bolsas na Ásia encerraram de forma mista, com Xangai registrando -1,83% e o Japão +0,11%. Na Europa, as bolsas operam em alta, destacando-se Paris com +0,59%, Frankfurt com +0,42%, e Londres com +0,53%. O preço do petróleo, por sua vez, opera em baixa, com o WTI em Nova York a US$ 76,61 o barril, representando uma queda de 0,22%.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Balança comercial brasileira soma US$ 41,3 bilhões em maio e agro impulsiona exportações

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A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,5 bilhão na terceira semana de maio de 2026, com corrente de comércio totalizando US$ 13,5 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (25) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

No período, as exportações brasileiras alcançaram US$ 7,5 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 6 bilhões, mantendo saldo positivo para o comércio exterior do país.

Exportações acumulam US$ 23,5 bilhões em maio

No acumulado de maio até a terceira semana, as exportações brasileiras chegaram a US$ 23,5 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 17,8 bilhões. Com isso, o saldo comercial positivo do mês atingiu US$ 5,7 bilhões e a corrente de comércio alcançou US$ 41,3 bilhões.

Já no acumulado de 2026, o Brasil registra US$ 140 bilhões em exportações e US$ 109,6 bilhões em importações, resultando em superávit de US$ 30,4 bilhões e corrente de comércio de US$ 249,6 bilhões.

Média diária das exportações cresce quase 10%

Segundo a Secex, a média diária das exportações até a terceira semana de maio foi de US$ 1,565 bilhão, representando crescimento de 9,9% em relação à média registrada em maio de 2025, que havia sido de US$ 1,424 bilhão.

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As importações também avançaram no período. A média diária das compras externas atingiu US$ 1,188 bilhão, alta de 9,2% frente aos US$ 1,088 bilhão registrados em maio do ano passado.

Com isso, a média diária da corrente de comércio brasileira chegou a US$ 2,75 bilhões, crescimento de 9,6% na comparação anual. O saldo médio diário ficou em US$ 376,79 milhões.

Agropecuária lidera crescimento das exportações

O setor agropecuário teve forte destaque no desempenho exportador brasileiro em maio. No acumulado até a terceira semana, a média diária das exportações do segmento cresceu US$ 65,17 milhões, avanço de 18,5% em relação ao mesmo período de 2025.

A indústria de transformação também apresentou desempenho positivo, com aumento de US$ 111,89 milhões na média diária exportada, alta de 15,4%.

Por outro lado, a indústria extrativa registrou retração de US$ 37,56 milhões, queda de 11,1% na comparação anual.

Importações avançam na indústria de transformação

Nas importações, o maior crescimento foi registrado pela indústria de transformação, com avanço de US$ 98,79 milhões na média diária, alta de 9,8%.

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A indústria extrativa também apresentou crescimento de 3%, equivalente a US$ 1,37 milhão. Já a agropecuária registrou queda de US$ 1,31 milhão nas importações, retração de 5,5% frente ao mesmo período do ano anterior.

Comércio exterior segue sustentado pelo agro e pela indústria

Os resultados reforçam o papel estratégico do agronegócio e da indústria de transformação no desempenho do comércio exterior brasileiro em 2026. O avanço das exportações agropecuárias segue contribuindo para o saldo positivo da balança comercial, mesmo diante da desaceleração observada em parte do setor extrativo.

A expectativa do mercado é de que o ritmo das exportações continue sustentado nos próximos meses, impulsionado pela demanda internacional por commodities agrícolas e produtos industrializados brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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