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Ações da China caem devido à lei de segurança de Hong Kong e a nervosismo com a Evergrande

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As ações da China caíram nesta terça-feira em meio ao agravamento das preocupações com o setor imobiliário depois que a China Evergrande recebeu ordem de liquidação, ofuscando o otimismo em relação às medidas do governo para aumentar a confiança dos investidores.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, fechou com queda de 1,78%, enquanto o índice de Xangai caiu 1,83%. O índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 2,32%.

As ações asiáticas em geral foram pressionadas pelos mercados da China, enquanto o aumento das tensões geopolíticas sustentaram os preços do petróleo e afetaram o apetite por risco antes da reunião do Federal Reserve.

Um tribunal de Hong Kong ordenou na segunda-feira a liquidação do gigante imobiliário China Evergrande Group.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,11%, a 36.065 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 2,32%, a 15.703 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,83%, a 2.830 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,78%, a 3.245 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,07%, a 2.498 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,47%, a 18.034 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,31%, a 3.150 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,29%, a 7.600 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mapa reforça fiscalização de micotoxinas em São Paulo com tecnologia portátil de análise rápida

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O Ministério da Agricultura e Pecuária ampliou a capacidade de fiscalização de micotoxinas em produtos vegetais no estado de São Paulo com a adoção de um novo equipamento portátil de análise rápida. A tecnologia permitirá maior agilidade nas ações de inspeção conduzidas pelas equipes da defesa agropecuária, reduzindo o tempo de triagem de amostras durante operações em campo.

O equipamento será utilizado nas fiscalizações de produtos como amendoim, café, feijão, arroz e uva-passa, culturas frequentemente monitoradas devido ao risco de contaminação por micotoxinas, substâncias tóxicas produzidas por fungos que podem comprometer a segurança alimentar e gerar prejuízos à cadeia produtiva.

A nova ferramenta possibilita a realização de análises preliminares em poucos minutos, permitindo identificar rapidamente a presença ou ausência de contaminantes como aflatoxina, no amendoim, e ocratoxina, no café.

Tecnologia amplia rapidez das ações de fiscalização

O equipamento, fabricado no Reino Unido e importado da Áustria, será utilizado pelas equipes do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal em São Paulo (Sipov-SP) diretamente nos locais de coleta das amostras.

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Segundo o Ministério da Agricultura, a tecnologia representa um avanço importante na modernização das ações de fiscalização vegetal, já que permite respostas mais rápidas durante operações de monitoramento e inspeção.

Na última semana, representantes da empresa responsável pela cessão do equipamento em regime de comodato realizaram uma demonstração técnica para servidores do Mapa que atuam na fiscalização vegetal em São Paulo.

A atividade contou com a participação do superintendente do Mapa no estado, Estanislau Steck, além de equipes envolvidas nas ações de defesa agropecuária.

Análises laboratoriais oficiais continuam sendo obrigatórias

Apesar da rapidez no diagnóstico inicial, o Ministério reforça que os resultados obtidos pelo equipamento portátil possuem caráter preliminar.

Após a triagem em campo, as amostras coletadas continuam sendo encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo (LFDA/SP), responsável pelas análises laboratoriais oficiais e pela emissão dos laudos conclusivos que podem subsidiar eventuais processos administrativos.

A utilização da tecnologia deve ampliar a eficiência operacional das equipes de fiscalização, fortalecendo o monitoramento da qualidade e da segurança dos produtos vegetais destinados ao consumo interno e ao mercado exportador.

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Controle de micotoxinas é estratégico para segurança alimentar e exportações

O controle rigoroso de micotoxinas é considerado estratégico para o agronegócio brasileiro, especialmente em cadeias voltadas à exportação, como café e amendoim.

A presença dessas substâncias pode gerar barreiras sanitárias internacionais, restrições comerciais e riscos à saúde humana e animal, tornando o monitoramento preventivo essencial para garantir competitividade e conformidade dos produtos brasileiros.

Com a adoção do novo equipamento portátil, o Mapa busca aumentar a capacidade de resposta da fiscalização agropecuária e tornar mais eficiente o controle sanitário nas cadeias vegetais monitoradas no estado de São Paulo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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