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UPL apresenta lançamentos ampliando portfólio da unidade de negócios focada em biossoluções

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A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, reforça o portfólio de sua unidade de negócios voltada exclusivamente para biossoluções, a Natural Plant Protection (NPP), com dois novos bioinseticidas: Tackler controla praga que afeta diversos cultivos e Zebu auxilia os pecuaristas no manejo das cigarrinhas em pastagens. “O segmento de biossoluções envolve insumos agrícolas desenvolvidos com ingredientes ativos de origem natural, que vão desde extratos de algas até micro-organismos. A UPL é líder global em biossoluções e seu amplo portfólio NPP abrange diversas aplicações, incluindo o aumento da resistência das culturas a doenças, pragas e condições ambientais, o suporte à nutrição das plantas e a melhoria da saúde do solo, ao mesmo tempo em que reduz resíduos e impactos ambientais. Tackler e Zebu chegam para ampliar nossa presença no importante segmento de bioinseticidas”, destaca Giuliano Scalabrin, diretor de negócios da NPP Brasil.

Tackler é composto pelo fungo Beauveria bassiana, micro-organismo amplamente conhecido e eficaz, que atua diretamente no organismo de insetos, como por exemplo a mosca branca (Bemisia tabaci), cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), larva-alfinete (Diabrotica speciosa), broca-do-café (Hypotenemus hampei) e bicudo da cana-de-açúcar (Sphenophorus levis). A cepa utilizada na formulação, desenvolvida por um instituto de pesquisa, tem sido amplamente estudada e apresenta excelentes resultados no campo.

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O bioinseticida Zebu é composto pelo fungo Metarhizium anisopliae, que age diretamente no organismo dos insetos, como cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), cigarrinha das pastagens (Zulia entreriana) e cigarrinha dos capinzais (Deois flavopicta). A cepa utilizada na formulação foi desenvolvida por instituto de pesquisa e apresenta excelentes resultados nas pastagens, se destacando como uma solução moderna, eficaz e segura.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, diz: ”A UPL é líder em inseticidas. Os lançamentos fazem parte do nosso objetivo de fomentar o uso de soluções naturais, que, administradas em associação com defensivos tradicionais, potencializa o manejo agrícola ao mesmo tempo em que contribui para reimaginar a sustentabilidade na produção de alimentos”.

Giuliano Scalabrin, complementa: “Levantamentos feitos por importantes consultorias especializadas indicam que a incidência de cigarrinha tem aumentado em várias culturas nos últimos anos. Com o fenômeno El Niño, que oferece clima favorável à disseminação da praga, essa presença deve se agravar em 2024. Assim, a entrada de Zebu nas fazendas pecuárias representa o fechamento da porteira para a perda de produtividade – agrícola e animal”.

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Dessa forma, em um mundo que cada vez mais busca a sustentabilidade na produção de alimentos, insumos com esses benefícios devem ser ainda mais utilizados, inclusive devido às mudanças climáticas, que criam situações desafiadores, a exemplo de El Niño. A tecnologia de bioestimulação tem se tornado fundamental para evitar perdas nas lavouras, comprometendo a oferta de alimentos. “Estamos comprometidos em potencializar a agricultura brasileira. Tackler e Zebu chegam para consolidar ainda mais a divisão Natural Plant Protection (NPP). Seguimos empenhados no desenvolvimento de soluções cada vez mais inovadoras e adaptadas às necessidades dos produtores rurais”, finaliza Giuliano.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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