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Região do Cerrado Mineiro realiza primeiro Leilão Virtual de Café de 29 de janeiro a 2 de fevereiro

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Com o objetivo de intensificar a internacionalização da marca Região do Cerrado Mineiro, a primeira Denominação de Origem no Brasil, e estabelecer uma conexão direta com os consumidores no mercado global de café, a Federação dos Cafeicultores do Cerrado realiza, a partir de segunda-feira (29), o primeiro Leilão Virtual de Café.

O pregão online se estenderá até o dia dois de fevereiro, onde serão comercializados 11 lotes de café, que são parte complementar do Leilão Café Solidário, realizado em novembro, durante o 11º Prêmio da RCM, em Uberlândia, Minas Gerais.

As 29 sacas de café distribuídas nas categorias Café Natural (17 sacas de 60 kg), Cereja Descascado (09 sacas de 60 kg) e Fermentação Induzida (03 sacas de 60 kg) serão disponibilizadas para compra através da plataforma virtual M-Cultivo.

A iniciativa proporcionará uma oportunidade única para torrefadores e cafeterias renomados no mercado global experimentarem a diversidade de sabores produzidos pela RCM. A meta é atingir aproximadamente 50 compradores internacionais com o leilão virtual, visando ampliar a internacionalização da marca.

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Segundo o diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal, a cooperativa Expocacer desempenhará o papel de canal exportador dos lotes, com a estratégia comercial incluindo também outros canais exportadores e importadores credenciados pela Federação dos Cafeicultores do Cerrado.

Fonte: Serifa Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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EUA e Irã avançam em acordo temporário para conter conflito e estabilizar mercados globais

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Os Estados Unidos e o Irã avançam nas negociações para um acordo temporário e limitado que pode interromper o conflito em andamento entre os dois países. A proposta, segundo fontes diplomáticas, não representa um tratado de paz definitivo, mas sim uma estrutura provisória voltada à suspensão das hostilidades e à estabilização regional.

O entendimento em construção ocorre em meio a forte volatilidade nos mercados globais, com impacto direto sobre o petróleo, o câmbio e as cadeias logísticas internacionais — fatores que também afetam o agronegócio, especialmente em custos de insumos e fretes.

Acordo parcial deve priorizar cessar-fogo e segurança marítima

O esboço do acordo prevê um memorando de curto prazo com foco em três etapas principais:

  • Encerramento formal do conflito armado;
  • Estabilização da navegação no Estreito de Ormuz;
  • Abertura de uma janela de 30 dias para novas negociações mais amplas.

A proposta evita, neste primeiro momento, a resolução definitiva das principais divergências entre Washington e Teerã, especialmente relacionadas ao programa nuclear iraniano e ao controle de urânio enriquecido.

Estreito de Ormuz é ponto estratégico e influencia mercados globais

O possível avanço nas negociações já provocou reações imediatas nos mercados financeiros. A expectativa de reabertura e normalização do Estreito de Ormuz — rota essencial para o transporte global de petróleo — impulsionou bolsas internacionais e pressionou para baixo os preços do barril.

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O canal marítimo é considerado um dos principais gargalos logísticos do comércio global de energia, e qualquer instabilidade na região tende a refletir diretamente no custo de combustíveis, fertilizantes e transporte internacional.

Mercado financeiro reage com alta e petróleo recua

Com o aumento das expectativas por um acordo, os mercados globais registraram valorização das bolsas e queda nos preços do petróleo. Investidores apostam que uma eventual redução das tensões pode diminuir o risco de interrupções no fornecimento global de energia.

Para o setor do agronegócio, o movimento é relevante, já que oscilações no petróleo impactam diretamente:

Custo do diesel no transporte de grãos;

  • Preço de fertilizantes importados;
  • Logística de exportação via portos.
EUA e Irã mantêm divergências sobre programa nuclear

Apesar do avanço nas tratativas, ainda há impasses significativos. O principal ponto de divergência segue sendo o programa nuclear iraniano, incluindo o destino de estoques de urânio enriquecido e possíveis limites às atividades nucleares do país.

Autoridades envolvidas nas negociações afirmam que o acordo em discussão não resolve essas questões de forma definitiva, funcionando apenas como uma etapa intermediária para evitar uma escalada militar.

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Lideranças adotam discursos distintos sobre acordo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou tom otimista em relação ao avanço das negociações, afirmando que um entendimento é “possível” e pode ocorrer rapidamente.

Já autoridades iranianas demonstram cautela e ceticismo. Representantes do governo de Teerã afirmam que ainda analisam a proposta e criticam o formato do acordo, classificando-o como incompleto diante das demandas do país.

Impactos indiretos no agronegócio e comércio global

Embora o conflito esteja distante geograficamente do Brasil, os efeitos são sentidos de forma indireta pelo agronegócio, principalmente por meio da volatilidade no petróleo e no transporte marítimo internacional.

Especialistas apontam que qualquer redução na tensão geopolítica tende a trazer maior previsibilidade aos mercados, fator essencial para o planejamento de exportações e custos logísticos no setor agroindustrial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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