Mato Grosso

Governador destaca avanços à frente da presidência do Consórcio Brasil Central: “Ampliamos as sinergias regionais”

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O governador Mauro Mendes destacou a união e o alinhamento entre os Estados do Consórcio Brasil Central (BrC), que desde 2015 decidiram compartilhar experiências e criar alternativas para o desenvolvimento da região.

Mauro esteve na presidência do grupo desde 2022 e será sucedido pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado, na presidência do BrC. A eleição ocorreu nesta terça-feira (23.01), em Brasília, após assembleia geral com os governadores que compõem o grupo.

“Trabalhamos para ampliar as sinergias regionais de cada Estado e, a partir delas, construir alternativas para o bom desenvolvimento das políticas públicas de cada governo e cada Estado, sempre pensando no bem do cidadão. Isso aumenta a nossa responsabilidade de continuar enfrentando os grandes desafios que temos pela frente”, afirmou o governador.

O BrC reúne os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Maranhão, Rondônia e Tocantins, e o Distrito Federal, para tratar de temas de gestão e políticas públicas. A cada ano, um novo governador é eleito presidente do Consórcio.

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Em seu discurso como novo presidente, Caiado expressou sua alegria em receber o apoio do BrC e reforçou o compromisso em levar as experiências do grupo para todo o país.

“Temos a responsabilidade de mostrar que não se governa com populismo, demagogia ou falsas promessas. É fundamental ter um corpo técnico qualificado e nunca deixar a política de lado, pois ela é convergente com a boa gestão, equilíbrio fiscal, transparência e resgate das condições sociais. Este consórcio não é isolado. Estamos de mãos estendidas a todos os estados da federação”, enfatizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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