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Prazo para inscrição no projeto de Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã termina nesta sexta, 26

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Termina na próxima sexta-feira (26) o prazo para inscrição dos produtores que desejam participar do projeto de Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã. O edital tem como objetivo selecionar 138 produtores rurais nos municípios de Flores de Goiás, São João D’Aliança e Formosa. Os selecionados contarão com a assistência técnica da Agência Goiana de Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa Agropecuária (Emater) no manejo da produção.

Coordenado pela Seapa, em parceria com a Emater e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), o projeto visa implantar sistemas de irrigação em propriedades rurais dos municípios, promovendo a inclusão produtiva, o fomento e o desenvolvimento socioeconômico na região Nordeste do Estado de Goiás.

A ideia é estimular o trabalho, especialmente, de produtores oriundos da reforma agrária e de comunidades tradicionais, transformando a realidade local por meio do aumento da produtividade agrícola e da geração de emprego, melhorando a qualidade de vida de agricultores familiares da região. A atividade escolhida para isso é a fruticultura – especificamente manga e maracujá –, que combina bem com as características da região, como o formato do terreno, o clima e a água disponível.

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Com esta etapa do projeto de Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã, somada ao projeto piloto, executado com 10 produtores, a expectativa é cobrir 296 hectares abastecidos, em sua maioria, pelas barragens do Rio Paranã e Ribeirão Porteira. A área tem capacidade para produzir aproximadamente 4,2 mil toneladas de maracujá e 6 mil toneladas de manga por ano, a partir do segundo e terceiro anos de cultivo, respectivamente. Cada produtor tem a meta de atingir 28 toneladas por ano, proporcionando uma receita bruta de R$ 210 mil apenas com a produção de maracujá.

Seleção

Atendidos os critérios de participação contidos no edital, os agricultores receberão uma visita da equipe técnica da Seapa e da Emater, que verificarão a aptidão do produtor e da propriedade com base em critérios técnicos, como ter uma área disponível, afinidade com a irrigação e, principalmente, disponibilidade hídrica. Os produtores selecionados contarão com a assistência técnica da Emater e do Senar Goiás para manejo da produção; e o Sistema OCB-GO dará apoio à criação de cooperativas.

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Cada propriedade beneficiada vai receber um conjunto de irrigação para cobrir dois hectares. No início, cada plantação terá um hectare de manga e um hectare de maracujá, ambos irrigados. O Governo de Goiás fornecerá a estrutura de irrigação, que foi custeada pela Codevasf.

O edital de Chamamento Público nº 002/2023 e o formulário de inscrição estão disponíveis no site da Seapa. Em caso de dúvidas, os produtores podem procurar os escritórios locais da Emater para receberem auxílio para inscrição.

Fonte: Emater Goiás

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de frango ganha força no Brasil e preços se mantêm estáveis com avanço das exportações

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O mercado brasileiro de carne de frango apresentou estabilidade nos preços ao longo da última semana, tanto no segmento atacadista quanto no mercado de aves vivas. O cenário reflete um processo de recuperação gradual da cadeia produtiva, apoiado pelo bom desempenho das exportações e pela competitividade da proteína avícola diante de outras carnes consumidas no país.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, o setor registra sinais positivos, especialmente na região Nordeste, onde os preços avançaram em função da redução da oferta decorrente dos alojamentos de pintinhos realizados no segundo trimestre.

Segundo o especialista, o momento exige atenção dos produtores para evitar desequilíbrios entre oferta e demanda.

“Embora as exportações continuem em ritmo forte, o setor precisa manter disciplina na produção. Um aumento excessivo dos alojamentos pode resultar em excesso de oferta e pressionar os preços futuramente”, avalia.

Carne de frango segue como alternativa mais acessível ao consumidor

A proteína avícola continua sendo uma das opções mais competitivas do mercado brasileiro, especialmente em comparação à carne bovina, que permanece em patamares elevados de preço.

Na avaliação de Iglesias, o atual cenário econômico favorece o consumo de proteínas de menor valor agregado, uma vez que o poder de compra das famílias brasileiras ainda enfrenta limitações.

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Com isso, a carne de frango mantém posição estratégica na alimentação dos consumidores, ampliando sua participação na cesta de proteínas e sustentando a demanda doméstica.

Preços dos cortes permanecem estáveis no atacado

Levantamento da Safras & Mercado aponta que os principais cortes congelados comercializados no atacado de São Paulo encerraram a semana sem alterações.

Os preços registrados foram:

  • Peito congelado: R$ 8,80/kg;
  • Coxa congelada: R$ 7,00/kg;
  • Asa congelada: R$ 11,00/kg.

No segmento de distribuição, os valores também permaneceram inalterados:

  • Peito: R$ 9,00/kg;
  • Coxa: R$ 7,20/kg;
  • Asa: R$ 11,30/kg.

O mesmo comportamento foi observado nos cortes resfriados.

  • No atacado:
    • Peito resfriado: R$ 8,90/kg;
    • Coxa resfriada: R$ 7,10/kg;
    • Asa resfriada: R$ 11,10/kg.
  • Na distribuição:
    • Peito: R$ 9,10/kg;
    • Coxa: R$ 7,30/kg;
    • Asa: R$ 11,40/kg.
Mercado de aves vivas registra altas expressivas no Nordeste

Nas principais regiões produtoras do Sul e Sudeste, as cotações do frango vivo permaneceram estáveis.

Os preços registrados foram:

  • São Paulo: R$ 5,20/kg;
  • Rio Grande do Sul (integração): R$ 4,75/kg;
  • Santa Catarina (integração): R$ 4,75/kg;
  • Oeste do Paraná (integração): R$ 4,60/kg;
  • Mato Grosso do Sul: R$ 5,30/kg;
  • Goiás: R$ 5,40/kg;
  • Minas Gerais: R$ 5,40/kg;
  • Distrito Federal: R$ 5,30/kg.

O destaque ficou para o Nordeste, onde a menor disponibilidade de aves impulsionou os preços.

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As principais altas ocorreram em:

  • Ceará: de R$ 6,20 para R$ 6,80/kg;
  • Pernambuco: de R$ 5,50 para R$ 7,00/kg;
  • Pará: de R$ 6,40 para R$ 7,20/kg.
Exportações de carne de frango crescem mais de 35% em receita

O comércio exterior continua sendo um dos principais pilares de sustentação da avicultura brasileira.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que as exportações brasileiras de carne de aves e miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas, somaram US$ 877,66 milhões em maio de 2026, considerando 20 dias úteis.

O volume embarcado alcançou 461,46 mil toneladas no período, enquanto o preço médio da tonelada ficou em US$ 1.901,90.

Na comparação com maio de 2025, os resultados demonstram forte expansão:

  • Crescimento de 35,2% na receita média diária;
  • Avanço de 27,9% no volume médio diário exportado;
  • Valorização de 5,7% no preço médio por tonelada.

O desempenho reforça a competitividade da carne de frango brasileira no mercado internacional e contribui para manter o equilíbrio entre oferta e demanda no mercado doméstico, sustentando as cotações mesmo diante do aumento da produção em algumas regiões do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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