AGRONEGÓCIO

Desenvolvimento da cadeia produtiva da macaúba paulista é tema de reunião na Secretaria de Agricultura e Abastecimento

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O cenário atual da cadeia produtiva da macaúba foi o tema da reunião entre a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e o deputado estadual, Marco Bueno, que veio à sede da pasta acompanhado de representantes da Startup ACROS, na terça-feira (16/01). Durante o encontro, foram discutidas ações para incentivar o cultivo da planta no estado.

A macaúba, conhecida popularmente, também, como coco-baboso, coco-de-espinho ou macajuba, é uma palmeira nativa brasileira da família botânica Palmae e pode ser encontrada em quase todas as regiões do território brasileiro. A Startup ACROS atua em toda a cadeia produtiva da macaúba, desde o melhoramento genético, campo, até os processos de pós-colheita para obtenção de óleos e farinhas da Macaúba.

Para o subsecretário de Agricultura, Orlando de Melo Castro, é primordial a elaboração de um estudo técnico para promover, estrategicamente, a produção em diferentes regiões. Castro pontuou ainda a importância das ações realizadas do programa Integração Lavoura Pecuária.

Ficou acordado no encontro que o grupo da ACROS encaminhará à Secretaria um projeto detalhado com o intuito de fomentar o setor. O coordenador geral da CATI, Ricardo Pereira, trouxe em pauta, a relevância de instalar vitrines para incentivar o produtor rural no cultivo e medidas para estruturar a cadeia produtiva da macaúba.

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Para o coordenador da Assessoria Técnica da Secretaria, Alberto Amorim, além das contribuições dos estudos científicos dos Institutos da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) e das ações realizadas dos Arranjos Produtivos Locais (APLs), a Pasta, também poderá ser um elo importante com a iniciativa privada.

Estiveram presentes no encontro, o assessor Técnico de Gabinete da SAA, Ricardo Rosário; da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI) Sementes e Mudas, Edgar Petisco; do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL – APTA): Eloísa Corrêa e Roseli Ferrari, do do Instituto Biológico (IB – APTA): Fernando Baldo e Luís Leite; do Ido Instituto Agronômico (IAC – APTA), Carlos Colombo; o coordenador Regional do Republicanos, Marco Bueno; o assessor do Dep Federal Marcos Pereira; Francisco Antônio de Oliveira, o presidente da Associação Comercial e Agrícola de Serra Negra, Tiago Jardim; o ex prefeito de Serra Negra, João Dei Santi; o biólogo e Produtor de Macaúba, Luiz Henrique Chorfi Berton; e Danilo Chorfi Berton, produtor de Macaúba.

Fonte: CDI

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil vai sediar o maior congresso mundial da aviação agrícola em agosto

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Goianápolis (cerca de 35 km da capital Goiânia) em Goiás, será palco, entre os dias 18 e 20 de agosto, do maior encontro mundial da aviação agrícola. O Congresso da Aviação Agrícola do Brasil (Congresso AvAg 2026) deve reunir pilotos, operadores, fabricantes de aeronaves, pesquisadores, empresas de tecnologia e autoridades para discutir inovação, segurança operacional e os rumos de um segmento que desempenha papel estratégico na produção agropecuária brasileira. As inscrições são gratuitas e já estão abertas.

O Brasil possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo dados do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), o País conta com mais de 2,8 mil aeronaves aeroagrícolas em operação, utilizadas principalmente na aplicação de defensivos, fertilizantes, sementes, controle biológico, combate a incêndios florestais e monitoramento de lavouras. Nos últimos anos, o setor também incorporou os drones como ferramenta complementar às operações aéreas tradicionais.

Goiás foi escolhido para sediar o congresso por ocupar posição de destaque na aviação agrícola nacional. O Estado possui a quarta maior frota aeroagrícola do País, atrás apenas de Mato Grosso, Rio Grande do Sul e São Paulo. A localização também favorece o acesso de produtores e empresas instalados no Centro-Oeste, região que concentra parte significativa da produção brasileira de grãos, fibras e cana-de-açúcar.

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Promovido pelo Sindag, o Congresso AvAg é considerado a principal vitrine internacional do setor. A programação prevê painéis técnicos, demonstrações de voo, exposição de aeronaves, equipamentos de pulverização, sistemas de agricultura de precisão e tecnologias voltadas à eficiência das aplicações aéreas. Também estão previstas discussões sobre sustentabilidade, formação de mão de obra, segurança operacional, uso integrado de aviões, helicópteros e drones, além de gestão das empresas aeroagrícolas.

A organização estima a participação de representantes de cerca de 12 países, incluindo Estados Unidos e Canadá. Fabricantes e fornecedores devem apresentar aeronaves avaliadas em até R$ 15 milhões, além de novos equipamentos e soluções para o campo. Ao longo dos três dias, cerca de dez aeronaves estarão em exposição e participarão de demonstrações práticas, ao lado de drones utilizados nas operações agrícolas.

Segundo a presidente do Sindag, Hoana Almeida Santos, o congresso tem como objetivo aproximar todos os elos da cadeia da aviação agrícola, promovendo intercâmbio técnico, geração de negócios e atualização profissional em um setor que acompanha a evolução tecnológica do agronegócio brasileiro.

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Além da exposição de equipamentos, o evento deverá reunir empresas de manutenção aeronáutica, fabricantes de motores, distribuidores de insumos, desenvolvedores de tecnologias de aplicação e instituições de pesquisa. A expectativa é fortalecer parcerias comerciais e ampliar o debate sobre inovação, eficiência operacional e sustentabilidade em uma atividade considerada essencial para grandes culturas como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar e florestas plantadas.

Fonte: Pensar Agro

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