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Embarques de açúcar nos portos brasileiros atingem 3,2 milhões de toneladas

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Na semana encerrada em 17 de janeiro, o número de navios aguardando para carregar açúcar nos portos brasileiros aumentou para 78, comparado aos 73 da semana anterior, conforme apontado por um levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil. O agendamento de carregamento alcançou a marca de 3,240 milhões de toneladas de açúcar, representando um aumento significativo em relação às 2,784 milhões de toneladas da semana anterior.

O Porto de Santos (SP) lidera as operações, programando o carregamento da maior parte do volume total (2,505 milhões de toneladas). Em seguida, estão os portos de Paranaguá, no Paraná (524.756 toneladas), São Sebastião, em São Paulo (61,3 mil toneladas), Recife, em Pernambuco (85.800 toneladas), Suape, também em Pernambuco (35.000 toneladas), e Maceió, nas Alagoas (27.500 toneladas). A carga de açúcar destinada à exportação abrange as variedades VHP (3,013 milhões de toneladas), TBC (190.300 toneladas) e Refinado A-45 (36,5 mil toneladas).

O relatório da agência considera as embarcações já ancoradas, aquelas em espera para atracação e aquelas com previsão de chegada até 20 de fevereiro.

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Exportações em Destaque

Em janeiro, as exportações brasileiras de açúcar e outros melaços registram uma receita diária média de US$ 89,580 milhões em nove dias úteis, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume médio diário de exportações atingiu 167,774 mil toneladas no mês.

O total exportado foi de 1.509.968 toneladas de açúcar, gerando uma receita de US$ 806,220 milhões, com um preço médio de US$ 533,90 por tonelada.

Comparado à média diária de janeiro de 2023, que foi de US$ 40,760 milhões, houve um expressivo aumento de 119,8% no valor diário obtido com as exportações de açúcar em janeiro de 2024. Em termos de volume, observou-se um crescimento de 82,2%, superando as 92,071 mil toneladas diárias embarcadas em janeiro de 2023. O preço médio também apresentou uma elevação de 20,6%, em comparação com os US$ 442,70 por tonelada registrados no mesmo período do ano anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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