AGRONEGÓCIO

Mercado de milho na B3 Inicia quinta-feira com desvalorizações; Chicago, impulsionado pela soja, apresenta leves altas

Publicado em

A quinta-feira (18) se inicia com os preços futuros do milho registrando quedas na Bolsa Brasileira (B3). Por volta das 10h21 (horário de Brasília), as principais cotações oscilavam entre R$ 63,44 e R$ 66,79.

No mercado nacional, o vencimento março/24 era cotado a R$ 66,79, apresentando uma desvalorização de 1,63%. O maio/24 estava avaliado em R$ 65,90, com uma perda de 0,75%. O julho/24 era negociado por R$ 65,15, refletindo uma baixa de 0,53%, e o setembro/24 estava precificado em R$ 63,44.

Mercado Internacional: Chicago Apresenta Estabilidade com Influência da Soja

A Bolsa de Chicago (CBOT) deu início às atividades do penúltimo dia da semana com movimentações ligeiramente positivas para os preços internacionais do milho futuro. Por volta das 10h05 (horário de Brasília), as cotações mostravam flutuações próximas à estabilidade.

No âmbito internacional, o vencimento março/24 era cotado a US$ 4,43, apresentando uma valorização de 1,00 ponto. O maio/24 estava avaliado em US$ 4,54, com uma elevação de 0,75 pontos. O julho/24 era negociado por US$ 4,63, registrando alta de 0,75 pontos, enquanto o setembro/24 tinha valor de US$ 4,68, com ganho de 0,25 pontos.

Leia Também:  Chuvas impactam o preço do café no Brasil no início desta quinta-feira (24)

De acordo com informações do site internacional Successful Farming, os futuros da soja tiveram recuperações durante a madrugada, exercendo uma influência positiva nas cotações do milho em Chicago. O analista Tony Dreibus, do Successful Farming, explica que existem preocupações sobre as colheitas em partes da Argentina, e a realização de lucros após a queda dos preços contribui para a dinâmica do mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Produtores Certificados pelo Certifica Minas Terão Redução de Juros no Plano Safra

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Moagem intensa impulsiona oferta de açúcar e etanol no Centro-Sul, aponta Itaú BBA

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA