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Alta significativa nos contratos de açúcar em Nova York e Londres impulsionada por expectativas e desafios climáticos

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Os contratos futuros do açúcar encerraram a terça-feira (16) com uma expressiva alta tanto em Nova York quanto em Londres. O mercado está atento às expectativas para a próxima temporada sucroenergética no Centro-Sul do Brasil, ao mesmo tempo em que surgem preocupações relacionadas às condições climáticas adversas na Índia e na Tailândia.

Além disso, a demanda pelo adoçante brasileiro continua em ascensão. No acumulado dos primeiros 9 dias úteis de janeiro, o Brasil já exportou 1,509 milhão de toneladas de açúcar e melaços, gerando uma receita acumulada de US$ 806,22 milhões, conforme dados da SECEX (Secretaria de Comércio Exterior).

Bolsas Internacionais

Na ICE Futures em Nova York, todos os contratos registraram aumento. O contrato de março/24 teve um acréscimo de 91 pontos, encerrando a 22,52 centavos de dólar por libra-peso. Da mesma forma, o contrato para maio/24 apresentou um aumento de 80 pontos, encerrando a 21,88 centavos de dólar por libra-peso.

Em Londres, na ICE Europe, os contratos também experimentaram ganhos. O contrato de março/24 teve um acréscimo de 18,20 dólares, encerrando a US$ 644,40. O contrato para maio/24 registrou um aumento de 15,10 dólares, atingindo o valor de US$ 631,00.

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Açúcar Cristal

O Indicador do Cepea/Esalq da USP apontou um leve acréscimo de 0,08% no açúcar cristal em comparação com o dia anterior, com a saca de 50 quilos negociada a R$ 144,16.

Etanol Hidratado

Pela segunda vez na semana, o etanol hidratado apresentou uma recuperação, segundo o Indicador Diário de Paulínia. As usinas negociaram o biocombustível a R$ 1.998,50/m³, evidenciando um acréscimo de 1,65% em comparação com o dia anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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