BRASIL
Organização critica Lula por apoiar ‘denúncia falsa’ contra Israel
Publicado em
13 de janeiro de 2024por
Da Redação
A organização StandWithUs Brasil criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por apoiar uma denúncia feita pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça contra Israel. Na denúncia, o país africano afirma que Israel comete genocídio da população palestina na Faixa de Gaza.
Em nota divulgada neste sábado (13), o presidente executivo da StandWithUs Brasil, André Lajst, afirma que Lula “põe o Brasil do lado errado da história” ao apoiar a denúncia.
“Por mais que a nota tente manter o tom de equidistância que é característico da diplomacia brasileira em relação ao conflito israelo-palestino, fica claro que o país está adotando a narrativa anti-Israel que a África do Sul propaga desde muitos anos antes desta guerra”, diz a nota.
No documento, Lula reitera que o Brasil condenou de modo imediato os atos terroristas do Hamas no dia 7 de outubro. Porém, afirma que “tais atos não justificam o uso indiscriminado, recorrente e desproporcional de força por Israel contra civis”.
Para a StandWithUs Brasil, Lula erra ao mencionar, “como evidência de tão grave acusação, dados fornecidos pelo grupo terrorista Hamas sobre o número de baixas palestinas, sem comprovação independente e nem distinção entre civis e combatentes”.
De acordo com a organização, é necessário ressaltar “informações relevantes para entender o viés da falsa denúncia que o nosso país decidiu acompanhar”. Confira os pontos levantados na nota da StandWithUs Brasil:
“1. O termo ‘genocídio’ foi usado pela primeira vez em 1944 por Raphael Lemkin, um advogado e linguista judeu, nascido na Polônia, que tinha lutado na resistência contra a invasão nazista em Varsóvia. Ele participou do grupo de trabalho que, depois do Holocausto, preparou os julgamentos de Nuremberg, e conseguiu que o termo fosse usado na acusação contra os nazistas. Lemkin queria dar nome jurídico à “solução final” de Hitler, quer dizer, à vontade de aniquilação de todo um povo — o povo judeu —, e aos crimes que ela gerou.
2. Usar o termo ‘genocídio’ numa falsa acusação contra Israel tem a perversa finalidade de acusar o Estado judeu do mesmo crime do qual os judeus foram vítimas. Nenhuma outra acusação podia ser mais ofensiva e dolorosa. Ao mesmo tempo, logo depois do massacre de 7/10 — a maior matança de judeus desde o Holocausto —, transforma as vítimas em algozes e inibe a solidariedade internacional.
3. Na atualidade, o genocídio é definido juridicamente por uma convenção internacional aprovada em 1948, depois da Segunda Guerra Mundial. O tratado, do qual tanto o Brasil quanto Israel são signatários, estabelece como condição necessária para a configuração do crime “a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”.
4. Não há, nas ações das Forças de Defesa de Israel (FDI) em Gaza, nessa guerra provocada pelo grupo terrorista Hamas, qualquer coisa que sequer se assemelhe a isso. Não há, nos termos de Lemkin, “o objetivo de aniquilar” os palestinos.
5. De fato, por volta de 20% da população de Israel é árabe ou palestina. Há juízes, deputados, diretores de escolas e hospitais, empresários, profissionais e trabalhadores árabes ou palestinos que vivem em Israel, não sofrem qualquer tipo de perseguição e têm os mesmos direitos que o resto da população. E antes do ataque de 7/10, havia também milhares de palestinos de Gaza que tinham autorização para entrar em Israel todos os dias para trabalhar, ou para ser atendidos em hospitais israelenses.
6. Inclusive nesta guerra, apesar das condições impostas pelo Hamas — cujos combatentes se escondem entre civis, usam túneis em cidades com milhares de habitantes, tomam civis como escudos humanos, prédios e casas de civis como esconderijos, e hospitais, escolas ou mesquitas como quartéis ou depósitos de armas —, o exército israelense, um dos mais profissionais do mundo, faz a cada dia um esforço evidente, inédito na região, para proteger os civis palestinos e afastá-los do combate.
7. Desde 2011, a guerra civil na Síria já causou mais de meio milhão de mortos e
6 milhões de refugiados. No Iêmen, já são mais de 300 mil mortos. As sucessivas guerras no Afeganistão ceifaram vários milhões de vidas. Há muitos outros exemplos, que Israel faz de tudo para não seguir. Desde sua independência, o Estado judeu foi forçado a lutar várias guerras com diferentes países árabes para sobreviver: em 1948, 1956, 1967, 1973, 1982, 2006; teve milhares de mortos por ataques terroristas de diversos grupos palestinos e, desde o golpe militar que levou o Hamas ao poder em Gaza, teve que travar outras tantas guerras contra ele. Contudo, mesmo somando as vítimas de todos os lados em toda a história desse conflito, ao longo de quase um século, o número não chega sequer a se aproximar dos estarrecedores resultados de outras guerras recentes no Oriente Médio e em outras regiões, nas quais Israel não participou.
8. O motivo disso é que, nesta operação defensiva de Israel em Gaza e em todas as anteriores, as FDI têm avisado com antecedência de cada ataque contra o Hamas, criando corredores humanitários para a evacuação dos civis e permitindo a entrada de ajuda humanitária. Israel está em guerra com o Hamas e unicamente com eles, não com os palestinos.
9. Por outro lado, o primeiro-ministro Netanyahu já deixou claro que “Israel não tem a intenção de ocupar Gaza permanentemente ou de deslocar a sua população civil”. O procurador-geral do país também advertiu que qualquer israelense que expresse o desejo de causar dano intencional a civis será investigado pelo crime de incitação, havendo vários casos do tipo já em andamento. Não é à toa que um dos representantes de Israel na Corte Internacional de Justiça foi o professor de Direito Internacional Malcolm Shaw KC, cuja produção acadêmica sobre genocídio é recomendada pela própria Cruz Vermelha.
10. Todo conflito armado tem, infelizmente, muitas vítimas inocentes: pessoas mortas, feridas, refugiados, cidades devastadas. É por isso que toda guerra deve ser evitada sempre que possível, mas isso depende de ambos os lados. Israel está se defendendo, tem direito a isso e o faz respeitando a lei internacional.
11. Apesar de ser a maior potencia militar da região, Israel tem usado apenas uma pequena parte do seu poder de fogo e submetido cada operação militar a um rigoroso controle para proteger os civis, o que faz, justamente, com que a guerra seja mais demorada e tenha um número de baixas muito menor se comparado ao de outras guerras na região. Mas a palavra ‘genocídio’ é usada impunemente contra um Estado que está se defendendo dos que querem, sim, aniquilá-lo.
12. O objetivo do Hamas não é defender os direitos do povo palestino, mas matar judeus. E foi isso o que eles fizeram no dia 7/10, quando invadiram território israelense e foram casa por casa matando famílias inteiras, atirando nas pessoas nas ruas, estuprando as mulheres, sequestrando crianças e idosos, cometendo os atos mais cruéis e abomináveis com a deliberada “intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”. Intenção que consta inclusive na sua carta fundacional, que incita a perseguição aos judeus até “por trás das árvores” e sua morte. Em apenas algumas horas, eles mataram cerca de 1.200 pessoas e sequestraram outras 240, das quais, 130 permanecem em cativeiro.
13. Se a acusação de “genocídio” contra Israel é infame e mentirosa, não é menos importante observar quem a faz. Diferentemente do Brasil, que condenou o massacre do 07/10 no mesmo dia em que ocorreu, a África do Sul só o fez quase dez dias depois. Ainda assim, em 17/10, a sua ministra das Relações Exteriores, Naledi Pandor, não teve problemas em conversar por telefone com o líder do Hamas, Ismail Haniyeh.
14. A África do Sul, infelizmente, tem um longo histórico de cumplicidade com ditadores e criminais de guerra. Em 2014, seu governo se recusou a prender o ex-presidente sudanês Omar al-Bashir, esse sim condenado pelo genocídio de centenas de milhares de pessoas em Darfur. O Tribunal Penal Internacional até condenou a África do Sul por isso. E vários dos países que na época protegeram e defenderam este verdadeiro genocida estão entre os apoiadores desta absurda denúncia contra Israel.
15. A maioria dos signatários da denúncia que o Brasil decidiu apoiar são ditaduras, teocracias e conhecidos violadores dos direitos humanos. Em vez de se juntar às nações democráticas do mundo, o presidente Lula escolhe aderir ao clube de países que apoiam o terrorismo, junto a alguns poucos governos latino- americanos, como o da Bolívia, que apoiou a invasão russa à Ucrânia e é aliado de Putin e do regime iraniano, que financia e apoia o Hamas, o Hezbollah e outros grupos terroristas.
16. É lamentável que o Brasil, ao mesmo tempo em que afirma defender a solução de “dois Estados, com um Estado Palestino economicamente viável convivendo lado a lado com Israel”, esteja contribuindo justamente para o oposto disso ao apoiar esta falsa denúncia, que só beneficia os que, como o Hamas, são radicalmente contra a solução de dois Estados. É um abandono claro da tradição brasileira de equidistância e contribui ainda mais para o enfraquecimento das instituições internacionais e a banalização do genocídio.
17. Em meio ao crescimento do antissemitismo no Brasil e no mundo, chamamos mais uma vez o presidente Luis Inácio Lula da Silva a refletir sobre estas decisões e declarações equivocadas e deixar de ouvir os conselhos de algumas pessoas do seu governo que, além de prejudicar sua comunicação e sua imagem, estão envergonhando o Brasil perante o mundo livre”.
Fonte: Nacional
BRASIL
Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia
Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado
Published
2 meses agoon
15 de maio de 2026By
Da Redação
O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.
O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.
A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.
Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.
O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.
O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.
Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.
Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.
“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.
A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.
Entenda o caso
A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.
O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.
Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.
A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.
Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.
Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

Cavalaria da PM prende faccionado com armas de fogo em Campo Novo do Parecis
Campanha mobiliza Pontes e Lacerda contra a violência doméstica em dias de jogos da Copa
Pronunciamentos em cadeia de rádio e TV estão vedados aos agentes públicos a partir de sábado (4)
Governo vai construir mais asfalto em 8 anos do que foi feito em 271 anos de história de MT
Fugitivo de presídio de Sinop não paga motorista de aplicativo e é “entregue” em delegacia
CUIABÁ
MATO GROSSO
Pronunciamentos em cadeia de rádio e TV estão vedados aos agentes públicos a partir de sábado (4)
A partir deste sábado (4.7), estão proibidos pronunciamentos de agentes públicos em cadeia de rádio e televisão para tratar de...
Governo vai construir mais asfalto em 8 anos do que foi feito em 271 anos de história de MT
Até o final de 2026, o Governo de Mato Grosso vai superar a marca de ter construído 7 mil quilômetros...
Fugitivo de presídio de Sinop não paga motorista de aplicativo e é “entregue” em delegacia
A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (1º.7), em Sorriso, um homem, de 59 anos, que havia acabado de fugir da...
POLÍCIA
Cavalaria da PM prende faccionado com armas de fogo em Campo Novo do Parecis
Policiais militares da unidade de Cavalaria prenderam um homem faccionado, de 19 anos, por porte ilegal de arma de fogo,...
Fugitivo de presídio de Sinop não paga motorista de aplicativo e é “entregue” em delegacia
A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (1º.7), em Sorriso, um homem, de 59 anos, que havia acabado de fugir da...
“Apoio e valorização que o Governo de MT dá à PM fortalecem o combate ao crime”, afirma comandante-geral
“Uma polícia que dá orgulho de se ver”. Essa é a avaliação do comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso,...
FAMOSOS
Matheus Cunha curte descanso em família antes de duelo decisivo do Brasil na Copa
Matheus Cunha, de 27 anos, aproveitou um momento de descanso antes do duelo entre Brasil e Noruega, pelas oitavas de...
Xamã surge com Sophie Charlotte em passeio de barco após reatarem namoro
Antes do retorno à rotina de trabalho, o ator e cantor Xamã, de 36 anos, compartilhou um registro ao lado...
Deborah Secco curte férias na neve e define viagem: ‘Paz, amor, descanso e ski!!!’
ESPORTES
Após lesão na coxa, Lucas Paquetá se apega à fé por recuperação no Mundial
O meio-campista Lucas Paquetá utilizou suas redes sociais nesta terça-feira para compartilhar uma mensagem de resiliência após a confirmação de...
México vence Equador no Azteca e carimba passaporte para as oitavas de final
A seleção mexicana aproveitou o fator casa para garantir sua permanência na Copa do Mundo. Em partida disputada na noite...
França domina Suécia e carimba passaporte para as oitavas de final da Copa do Mundo
A seleção da França garantiu sua vaga na fase de mata-mata da Copa do Mundo com uma vitória convincente sobre...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Lucas do Rio Verde6 dias agoConexão Família: Educação investe no fortalecimento das famílias de alunos atendidos pelo Programa Anjos da Escola
-
Lucas do Rio Verde6 dias agoLucas do Rio Verde representa Mato Grosso no maior congresso de suinocultura da América Latina
-
Esportes6 dias agoDembélé brilha com hat-trick histórico e França vence a Noruega
-
Política MT6 dias agoWilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil




