AGRONEGÓCIO

Biotrop vai a campo com o Rally da Safra 2024 levando informações sobre biológicos

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A Biotrop, empresa líder em soluções biológicas para agricultura e pecuária no Brasil, é patrocinadora oficial do Rally da Safra 2024, projeto coordenado pela Agroconsult entre janeiro e julho, que envolve o levantamento dos polos produtivos de soja e milho e avalia as condições de desenvolvimento e colheita dessas cultura. As análises representam o ponto de partida para determinar a produtividade anual da safra.

“Estamos muito animados a ir a campo e vivenciar a realidade dos agricultores brasileiros, tanto avaliando as condições de plantio como suas expectativas e identificando desafios e oportunidades para 2024. A Biotrop tem o propósito de auxiliar a evolução da produção sustentável por meio do uso crescente de insumos biológicos. Com isso, contribuímos para a preservação do solo, a saúde das plantas e a oferta de alimentos mais saudáveis e seguros para a população. O futuro do agro brasileiro é sustentável”, informa o diretor de Marketing da Biotrop, Rogério Rangel.

A Biotrop é uma empresa baseada na pesquisa e na ciência, que oferece uma extensa linha de produtos biológicos, compostos por micro-organismos que suportam condições adversas e auxiliam a superar problemas recorrentes nas lavouras, como estresse hídrico e proliferação de pragas. Rangel ressalta que o uso de bioinsumos é uma realidade na agricultura brasileira. “Os produtores rurais adotam, cada vez mais, biológicos porque reconhecem os benefícios para o cultivo, o ambiente e as pessoas”.

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A equipe da Biotrop acompanhará todas as etapas do Rally da Safra, contribuindo com a avaliação das propriedades de forma qualitativa e quantitativa, a partir da colheita de amostras analisadas por metodologia de contagem, pesagem e medição de umidade dos grãos, além de testes de identificação de transgenia e medição de cobertura de solo.

“A observação das lavouras é fundamental para colocar à disposição dos agricultores soluções biológicas para os possíveis desafios ao longo do ano, seja em termos de ocorrência de pragas e doenças, variações extremas de temperaturas ou outros fenômenos naturais”, acrescenta Rogério Rangel.

Realizado há mais de duas décadas, o projeto apoia quem está na ponta da cadeia e vive na prática o cultivo: os produtores rurais. Por isso, além de entender suas necessidades, e leva conteúdo técnico e atualizado em conversas e palestras com assuntos relacionados às condições de mercado de soja e milho, crédito e seguro agrícola, tecnologias, infraestrutura, investimentos, comercialização, custos e estimativas de safra. “Estamos juntos nesse compromisso de levar conhecimento aos agricultores, o que, aliás, faz parte da nossa missão, contribuindo para transformar a agricultura brasileira e proporcionar benefícios para o planeta”, conclui o diretor de Marketing da Biotrop.

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Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja e milho aceleram em maio e reforçam protagonismo do agro global

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As exportações brasileiras de grãos seguem em ritmo acelerado em 2026, consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de alimentos e biocombustíveis. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam forte crescimento nos embarques de soja, farelo de soja e milho ao longo dos primeiros meses do ano, com destaque para o avanço previsto em maio.

Exportações de soja avançam e podem superar 16 milhões de toneladas em maio

Segundo a ANEC, os embarques de soja do Brasil devem atingir aproximadamente 16,1 milhões de toneladas em maio, volume superior aos 14,18 milhões registrados no mesmo período do ano passado.

No acumulado do ano até maio, as exportações brasileiras da oleaginosa já somam cerca de 59,2 milhões de toneladas, mantendo o país em posição estratégica no abastecimento global.

A China continua liderando as compras da soja brasileira, respondendo por cerca de 70% das importações entre janeiro e abril de 2026. Espanha, Turquia, Tailândia e Paquistão aparecem na sequência entre os principais destinos do produto brasileiro.

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Milho ganha força nas exportações brasileiras

O milho também apresenta crescimento expressivo no mercado externo. A previsão da ANEC indica embarques de aproximadamente 419,6 mil toneladas em maio, número significativamente superior ao registrado no mesmo mês do ano passado.

Entre os principais compradores do milho brasileiro em 2026 estão Egito, Vietnã e Irã, que juntos concentram grande parte da demanda internacional pelo cereal nacional.

O movimento reforça a competitividade do milho brasileiro no mercado global, especialmente diante da crescente demanda por ração animal e biocombustíveis em diversos países.

Farelo de soja mantém ritmo forte no comércio internacional

As exportações de farelo de soja também seguem aquecidas. A projeção para maio é de aproximadamente 2,78 milhões de toneladas, acima das 2,12 milhões embarcadas no mesmo período de 2025.

Os principais destinos do farelo brasileiro entre janeiro e abril foram Indonésia, Tailândia, Irã e países europeus, consolidando a presença do produto brasileiro em mercados estratégicos da indústria global de proteína animal.

Portos do Arco Sul e Norte sustentam fluxo recorde

Os dados da ANEC mostram ainda que os portos de Santos, Paranaguá, Barcarena, Itaqui e Rio Grande seguem liderando os embarques brasileiros de grãos.

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O Porto de Santos permanece como principal corredor logístico do agronegócio brasileiro, concentrando grande parte dos embarques de soja e milho. Já os terminais do Arco Norte seguem ampliando participação estratégica nas exportações, especialmente para mercados asiáticos e europeus.

Agro brasileiro amplia protagonismo no mercado global

O avanço das exportações ocorre em um cenário de forte demanda mundial por alimentos, proteínas e biocombustíveis. A combinação entre alta produção, capacidade logística e competitividade cambial mantém o Brasil em posição de destaque no comércio agrícola internacional.

Além da soja e do milho, o país também registra movimentação relevante em produtos como DDGS, sorgo e trigo, ampliando a diversificação da pauta exportadora do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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