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UPL, líder em inseticidas, anuncia Tackler, potente biossolução contra praga que ataca diversos cultivos

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A UPL Ltd. (NSE: UPL & BSE: 512070 LSE: UPLL) (‘UPL’), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis e líder em inseticidas, coloca à disposição dos agricultores um potente bioinseticida. Tackler chega ao mercado como uma nova solução para o controle de praga que afeta diversos cultivos, e integra o porfólio da Natural Plant Protection (NPP) – unidade de negócios da UPL especializada em produtos biológicos e de origem natural.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, diz: “A UPL é líder em inseticidas. Estamos ampliando nossa presença no segmento de bioinseticidas, como parte do nosso objetivo de fomentar o uso de soluções naturais, que, administradas em associação com defensivos tradicionais, potencializa o manejo agrícola ao mesmo tempo em que contribui para reimaginar a sustentabilidade na produção de alimentos”.

Tackler é composto pelo fungo Beauveria bassiana, que – sem afetar as plantas – um microrganismo amplamente conhecido e utilizado que atua diretamente no organismo de insetos, como por exemplo, mosca branca (Bemisia tabaci), cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), larva-alfinete (Diabrotica speciosa), broca-do-café (Hypotenemus hampei) e bicudo da cana-de-açúcar (Sphenophorus levis). A cepa utilizada na formulação, desenvolvida por um instituto de pesquisa, tem sido amplamente estudada e apresenta excelentes resultados no campo.

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Giuliano Scalabrin, diretor de negócios da NPP Brasil, comenta: “A incidência de pragas de alta complexidade tem aumentado exponencialmente. Segundo a consultoria Kynetec, a alta foi de 177% nos últimos dois anos. Ao mesmo tempo o uso de bionseticidas cresceu 105% entre as safras 2020/2021 e 2021/2022. Nosso novo produto se diferencia nesse segmento, oferecendo excelente residual, manejo de resistência e menos perdas na lavoura”.

Mariana Yama, gerente de biocontrole da UPL Brasil, complementa: “Além do dano direto às plantas, pragas de alta complexidade podem transmitir e abrir porta de entrada para patógenos e aumentar ainda mais os danos. Por isso, Tackler é um aliado fundamental, que atua no ciclo inteiro das pragas alvo desde ninfas à adultos, além de possuir alta dispersão e multiplicação no campo, em condições ambientais favoráveis”.

Para oferecer sustentabilidade aliada à produtividade, Tackler poder ser armazenado em temperatura ambiente por até 10 meses sem refrigeração. A aplicação desse inseticida microbiológico em conjunto com defensivos tradicionais amplia o potencial de controle das pragas nos cultivos e reduz ao mínimo os prejuízos de um ano com El Niño, fenômeno que proporciona o ambiente ideal para a disseminação de pragas na agricultura brasileira.

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Sobre a NPP

A Natural Plant Protection (NPP) oferece aos agricultores um portfólio abrangente de biossoluções – insumos agrícolas naturalmente derivados. Abrangendo a resiliência das culturas; a proteção contra pragas, doenças e desafios ambientais; melhorando a nutrição; e dando suporte à saúde do solo, as biossoluções da NPP melhoram a produtividade e rentabilidade das fazendas sem comprometer o meio ambiente. Com nove plantas de produção, seis laboratórios de P&D e sete estações experimentais ao redor do mundo, e uma rede de distribuição presente em mais de 130 países, a NPP é uma líder global em biossoluções sustentáveis. Uma unidade comercial da UPL e parte da Rede OpenAg da UPL, a NPP está reimaginando a sustentabilidade utilizando micropoderes para criar macroimpactos e permitir uma agricultura positiva em termos climáticos.

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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