Mato Grosso

Inscrições para utilização do Cine Teatro Cuiabá podem ser feitas até 15 de janeiro

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O Cine Teatro Cuiabá está com inscrições abertas para utilização do teatro e da Sala Anderson Flores em 2024. Artistas, empresas e produtores de eventos podem se inscrever para o agendamento por meio de envio de formulário de proposta até o dia 15 de janeiro.

Além de apresentações artísticas, os espaços podem ser utilizados para lançamento de livros e exposições, e também atividades corporativas ou de formação, como palestras, oficinas, cursos. Todas as ações devem respeitar as condições físicas e técnicas dos espaços.

A utilização do teatro é disponibilizada em duas modalidades de pautas, Fomento e Sustentabilidade, que possuem valores distintos, conforme Edital de Chamamento Público 003/2023 (Teatro).

Já para agendamento da Sala Anderson Torres, as modalidades de pautas são diferenciadas por Valor Fixo e Participação de Bilheteria. Mais informações estão disponíveis no Edital de Chamamento Público 004/2023 (Sala Anderson Flores).

No site www.cineteatrocuiaba.org.br estão disponíveis os dois editais completos, o modelo de Formulário de Solicitação de Pauta, bem como outros dados técnicos dos espaços. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 65 2129-3848 (whatsapp).

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A proposta deve prever agendamentos de eventos que ocorram entre 1º de fevereiro a 22 de dezembro de 2024. Para solicitar a agenda, o Formulário de Solicitação de Pauta deve ser enviado e-mail: [email protected]. Também é possível fazer a solicitação de pauta, preenchendo o formulário online que está disponível no link AQUI

De acordo com o cronograma das seleções, os resultados preliminares serão divulgados no dia 18 de janeiro, os recursos poderão ser apresentados até o dia 23 de janeiro, e o resultado final será publicado dia 25 de janeiro.

Sob gestão compartilhada da Associação Cultural Cena Onze, a utilização do equipamento da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) visa possibilitar maior diversidade de ações culturais e contribuir com o desenvolvimento da produção artística regional.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

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Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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