AGRONEGÓCIO

Preço do litro da gasolina cai 0,17% no fechamento do ano e etanol registra queda de 0,54%, aponta Edenred Ticket Log

Publicado em

A última análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, apontou que o preço médio nacional do litro da gasolina foi comercializado a R$ 5,79 no fechamento de dezembro, com redução de 0,17%, ante a primeira quinzena do mesmo mês. Quando comparado a novembro, o recuo foi de 1%.

“Em 2023 o IPLT identificou oscilações entre aumentos e recuos no preço da gasolina, resultado também de reajustes ocorridos para mais e para menos ao longo dos meses. O ano fecha com o preço do combustível em baixa, que vem refletindo nas bombas de abastecimento do País desde o mês de outubro. Porém, quando comparamos com 2022, o preço da gasolina ainda é 10% mais caro para os motoristas”, comenta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.

Entre as regiões brasileiras, apenas o Sul registrou aumento de 0,53% no preço da gasolina, ante a primeira quinzena de dezembro, e fechou o mês com a média de R$ 5,73. Mesmo comercializando o combustível pela média mais cara entre as regiões, de R$ 6,28, a Região Norte apresentou a redução mais expressiva, de 1,10%. Já o preço médio mais baixo para a gasolina foi identificado no Sudeste, a R$ 5,69.

Leia Também:  Suinocultores de SP vivem melhor poder de compra de farelo de soja em mais de 20 anos, aponta Cepea

Entre os Estados, a redução mais expressiva foi identificada em Sergipe, onde a média fechou a R$ 5,78, 5,24% ante a primeira quinzena. Já a média mais baixa de todo o País foi registrada em Pernambuco, a R$ 5,55. No Ceará o combustível foi comercializado a R$ 6,19, com aumento de 2,64%, o maior do País. O preço médio mais caro foi registrado nas bombas de abastecimento de Roraima, a R$ 6,64.

Etanol

De acordo com o IPTL, o preço médio nacional do litro do etanol fechou o período a R$ 3,70, com redução de 0,54%, em relação a primeira quinzena do mês, e de 1% ante novembro. “Diferentemente da gasolina, o etanol ficou 14% mais barato para os motoristas quando comparamos 2022 com 2023”, observa Pina.

Todas as regiões registram redução no preço do etanol, com destaque para o Centro-Oeste que fechou o período com a redução mais expressiva, de 1,41% e menor média entre as regiões. Já a média mais alta de todo o País para o etanol foi identificada no Norte, a R$ 4,62.

Entre os Estados, Sergipe registrou a redução mais significativa de todo o território nacional, de 4,54%, e fechou com a média de R$ 4,54. Em contrapartida, o etanol mais barato foi identificado no Mato Grosso, a R$ 3,38.

O Piauí liderou o ranking do maior aumento ao comercializar o combustível por R$ 4,37, com 1,15% de alta. Ainda assim, a média mais cara foi identificada nas bombas de abastecimento de Roraima, a R$ 5,02.

Leia Também:  Produtores de Soja nos EUA Planejam Aumento de Área Plantada em 2026

“Para os motoristas que forem abastecer o carro no período, vale destacar que o etanol foi considerado mais vantajoso para abastecimento em mais Estados, quando comparado a gasolina, além de ser ecologicamente mais viável por oferecer menor impacto ao meio ambiente ao contribuir com a redução das emissões de gases responsáveis pelas mudanças climáticas”, reitera Pina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações do setor de árvores cultivadas somam US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026 apesar de cenário global adverso

Published

on

O setor brasileiro de árvores cultivadas para fins industriais e de restauração ambiental exportou US$ 3,6 bilhões no primeiro trimestre de 2026, mesmo diante de um cenário internacional marcado pelo avanço de medidas protecionistas, desaceleração econômica em importantes mercados e pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Os dados constam na mais recente edição do Boletim Mosaico, divulgado pela Associação Brasileira da Indústria de Árvores (Ibá), que apresenta um panorama do desempenho econômico e produtivo da cadeia florestal brasileira entre janeiro e março deste ano.

Setor mantém relevância na balança comercial brasileira

Nos três primeiros meses de 2026, a indústria de árvores cultivadas respondeu por 4,4% das exportações totais do Brasil e representou 9,6% das vendas externas do agronegócio nacional.

O saldo da balança comercial do setor alcançou US$ 3,3 bilhões, reforçando a importância estratégica da atividade para a geração de divisas, empregos e desenvolvimento sustentável.

Celulose segue como principal produto exportado

A celulose permaneceu como o principal item da pauta exportadora do segmento florestal brasileiro. A produção atingiu 6,7 milhões de toneladas no primeiro trimestre, registrando retração de 3,8% em comparação ao mesmo período de 2025.

As exportações totalizaram 4,8 milhões de toneladas, volume 10,2% inferior ao observado um ano antes. Em valor, as vendas externas da commodity somaram US$ 2,6 bilhões, uma queda de 6,3% na comparação anual.

Leia Também:  Expansão no setor sucroenergético: etanol de milho cresce 36%, enquanto produção de cana alcança recorde

Apesar da redução nos embarques, a celulose continua sendo o principal motor das exportações do setor, sustentada pela demanda internacional e pela competitividade da produção brasileira.

Produção de papel apresenta estabilidade

O segmento de papel registrou desempenho estável no período. A produção alcançou 2,8 milhões de toneladas, com leve crescimento de 0,2% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

No mercado interno, as vendas avançaram 1,8%, demonstrando resiliência do consumo doméstico. Já as exportações apresentaram pequena retração de 0,6%.

Em termos financeiros, as vendas externas de papel movimentaram US$ 566,6 milhões entre janeiro e março, resultado 4,2% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

Mercado de painéis de madeira cresce no Brasil, mas exportações recuam

Os painéis de madeira apresentaram desempenho positivo no mercado interno. As vendas domésticas cresceram 7,4% no primeiro trimestre, atingindo 2,1 milhões de metros cúbicos.

No entanto, o segmento enfrentou dificuldades no comércio exterior. As exportações recuaram 27,9% em volume, refletindo a menor demanda internacional e os desafios enfrentados pelos principais mercados consumidores.

Em valor, as vendas externas de painéis de madeira somaram US$ 74,4 milhões, uma queda expressiva de 34,3% na comparação anual.

China lidera demanda pelos produtos florestais brasileiros

A China manteve sua posição como principal destino das exportações do setor brasileiro de árvores cultivadas. Entre janeiro e março, o país asiático importou aproximadamente US$ 1,3 bilhão em produtos florestais brasileiros.

Leia Também:  Café mantém preços firmes e registra valorização nesta quinta-feira

Europa e América do Norte aparecem na sequência entre os maiores mercados compradores, embora o ambiente econômico global continue marcado por crescimento moderado e incertezas comerciais.

Competitividade e sustentabilidade sustentam o setor

Segundo o presidente da Ibá, Paulo Hartung, o desempenho registrado no primeiro trimestre demonstra a capacidade de adaptação e a força competitiva da indústria florestal brasileira diante de um ambiente global desafiador.

De acordo com Hartung, mesmo diante das incertezas que afetam o comércio internacional, o setor segue ampliando sua presença nos mercados externos, apoiado pela eficiência produtiva, pela oferta de produtos renováveis e pelo compromisso com práticas sustentáveis.

A expectativa é que a indústria continue buscando novas oportunidades comerciais ao longo de 2026, fortalecendo sua contribuição para a economia brasileira e para a transição global rumo a uma economia de baixo carbono.

Perspectivas para 2026

Com a demanda internacional ainda sujeita aos efeitos das tensões geopolíticas, das políticas comerciais e do ritmo de crescimento das principais economias globais, o setor de árvores cultivadas deverá manter atenção redobrada aos movimentos do mercado externo.

Ainda assim, a combinação entre produtividade florestal, competitividade industrial e crescente demanda por produtos de origem renovável posiciona o Brasil como um dos principais protagonistas globais da bioeconomia e da indústria florestal sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA