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Ações chinesas caem no primeiro dia de negociação de 2024

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As ações da China fecharam em queda o primeiro pregão do ano novo, interrompendo uma sequência de três sessões de altas conforme dados mais recentes sinalizaram uma recuperação econômica desigual, enquanto a confiança dos negócios para 2024 mostra fraqueza.

As ações asiáticas mais amplas iniciaram as negociações perto da estabilidade, com investidores retornando do feriado e aguardando novos catalisadores de negociação mais para frente na semana.

Uma pesquisa do setor privado mostrou que a atividade fabril da China cresceu mais em dezembro, com ganhos mais fortes na produção e no volume de novos pedidos, mas a confiança dos negócios para 2024 permaneceu moderada.

O PMI do Caixin contrastou com dados oficiais divulgados no domingo que mostraram que a atividade industrial encolheu em um ritmo mais rápido e mais do que o esperado em dezembro.

A divergência provavelmente está relacionada a diferenças na cobertura geográfica e na cobertura setorial, disse o Goldman Sachs em nota.

Em um discurso televisionado para marcar o Ano Novo, o presidente Xi Jinping disse no domingo que a China consolidará e aumentará a tendência positiva de sua recuperação econômica em 2024 e sustentará o desenvolvimento econômico de longo prazo com reformas mais profundas.

  • Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,22%, a 33.464 pontos.
  • Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,52%, a 16.788 pontos.
  • Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,43%, a 2.962 pontos.
  • O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,30%, a 3.386 pontos.
  • Em SEUL, o índice KOSPI teve valorização de 0,55%, a 2.669 pontos.
  • Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,43%, a 17.853 pontos.
  • Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,32%, a 3.229 pontos.
  • Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,49%, a 7.627 pontos.
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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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