AGRONEGÓCIO

Intempéries climáticas impulsiona mercado de fisioativadores e fertilizantes especiais

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O fenômeno climático El Niño tem trazido condições extremas ao país, com chuvas intensas no Sul e altas temperaturas no restante do país. Esses eventos representam um risco significativo para as plantas, impactando seu crescimento devido ao desequilíbrio hídrico no solo e dificuldades na absorção de nutrientes vitais.

Para mitigar esses desafios, os chamados “fisioativadores” surgem como uma estratégia essencial. Estes produtos, estimulam naturalmente as plantas a produzirem hormônios fundamentais para seu crescimento, promovendo resistência ao estresse ambiental e otimizando o uso de nutrientes.

No ciclo inicial de cultivos como soja, milho e algodão, cuidados com as sementes são vitais. Além da escolha de variedades resistentes ao estresse, investir em soluções como o Biozyme, que favorece o enraizamento e regulação hormonal, é crucial para garantir maior resistência à escassez de água.

Durante o crescimento vegetativo, estresses climáticos podem reduzir a produtividade. Nesse contexto, produtos como o Foltron Plus são fundamentais para o manejo antiestresse, agindo como antioxidantes, melhorando a produção de energia e acelerando a recuperação das plantas.

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O mercado de fertilizantes especiais, incluindo os fisioativadores, está em ascensão, em 2022 cresceu mais de 33%, refletindo a busca por soluções sustentáveis na produção alimentar.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Exportações de carne suína batem recorde histórico em maio e reforçam força do agronegócio brasileiro

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As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 127,9 mil toneladas de carne suína in natura e processada, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.

O resultado confirma a forte presença do produto brasileiro no mercado internacional e reforça a competitividade da cadeia suinícola nacional, que vem ampliando sua participação em diversos destinos ao redor do mundo.

Recorde para o mês de maio

Embora o volume exportado tenha ficado 7,5% abaixo do registrado em abril, o desempenho superou em 8,8% os embarques realizados em maio de 2025, consolidando um novo recorde histórico para o período.

Segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado demonstra a capacidade do setor de manter um fluxo consistente de vendas externas, mesmo diante das oscilações naturais da demanda global.

Exportações seguem sustentando o mercado

O Cepea destaca que os embarques brasileiros de carne suína têm apresentado desempenho sólido ao longo de 2026. Apesar de recuos pontuais em alguns meses, o volume exportado continua registrando crescimento na comparação com o ano anterior.

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Esse cenário reflete os esforços da cadeia produtiva para ampliar mercados e fortalecer a presença da proteína brasileira no comércio internacional, estratégia que tem sido fundamental especialmente durante o primeiro semestre, período em que a demanda externa costuma ser mais moderada.

Competitividade brasileira impulsiona vendas

A expansão das exportações também evidencia a competitividade da suinocultura nacional, apoiada por ganhos de produtividade, avanços sanitários e diversificação dos mercados compradores.

O desempenho das vendas externas contribui para o equilíbrio do mercado interno, oferecendo maior escoamento da produção e ajudando a sustentar a rentabilidade dos produtores em um cenário de desafios relacionados aos custos de produção e às oscilações dos preços das proteínas.

Perspectivas para 2026

Com os resultados acumulados até agora, o setor mantém expectativas positivas para o restante do ano. A continuidade da abertura de mercados, o fortalecimento das relações comerciais e a crescente demanda por proteína animal em diversos países podem favorecer novos avanços nas exportações brasileiras.

Caso o ritmo de embarques seja mantido nos próximos meses, 2026 poderá consolidar-se como mais um ano de destaque para a carne suína brasileira no mercado global, ampliando a participação do país entre os principais exportadores mundiais da proteína.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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