AGRONEGÓCIO
Melhoramento genético transforma fazenda de Goiás em modelo de sucesso
Publicado em
22 de dezembro de 2023por
Da RedaçãoSituada em Santa Rita do Araguaia (GO), a Fazenda Flamboyant, parceira da Alta, conseguiu comprovar por meio de números, que o melhoramento genético é capaz de proporcionar mais eficiência e lucratividade para a propriedade rural. A partir do cruzamento de touros Charolês com fêmeas F1 Angus nasceram novilhos tricross superprecoces, que depois de apenas 12 meses (menos da metade da idade média nacional) foram para o abate com quase 20 arrobas.
Para a Gerente de Corte Taurino da Alta, Luiza Mangucci, conseguir abater animais tão jovens com peso elevado, como foi o caso, é o que todo pecuarista busca. “Hoje, a idade média para o abate no Brasil é próxima dos três anos, com média aproximada de 20 arrobas. A Fazenda Flamboyant atingiu essas quase 20 arrobas com menos da metade da idade média nacional. Os números, com certeza, comprovam essa eficiência produtiva que foi reflexo de um bom planejamento genético, nutricional, sanitário e de manejo”, explica.
“Submetemos as vacas, meio-sangue Nelore e Angus (F1), a um protocolo de inseminação artificial com grandes touros da raça Charolês que integram a bateria da Alta. Os animais tricross nasceram entre setembro e outubro de 2022, e, com cerca de 12 meses, eles foram enviados para o abate, em outubro deste ano, ou seja, com menos de um ano e meio de vida”, explica o pecuarista Edmundo Rocha Vilela.
No protocolo utilizado por essa propriedade rural, as fêmeas foram acasaladas com os touros Legend e Perform. “São dois indivíduos com o selo do programa Concept Plus da Alta, de alta fertilidade, com grande facilidade de parto e explosão de crescimento posterior. Nós temos tido excelentes resultados com esses reprodutores sobre esse perfil de acasalamento, então são touros que, com certeza, estão somando na lucratividade da pecuária” detalha Luiza Mangucci.
Produção de superprecoces
Desde 2004, segundo Edmundo, a propriedade trabalha com superprecoces. “A ideia é ter um ciclo completo em que eu tenha o máximo que eu possa extrair de uma matriz. Ao invés de ter um bezerro por vaca por ano, a ideia é ter um animal terminado por vaca por ano. Tanto na Fazenda Lageado quanto na Flamboyant, o nosso objetivo é acabar com a recria. Então, entre os animais de 12 e 14 meses, o maior percentual possível de animais nascidos nessas propriedades, vão para o abate ou para reprodução. Neste cenário, a produção de superprecoce é essencial”, afirma.
Planejamento Genético
A gerente de Corte Taurino, Luiza Mangucci, destaca a importância de um bom planejamento genético para os pecuaristas que desejam alcançar um resultado como esse. “Conseguimos esses resultados, a partir do momento que se tem um bom planejamento, um bom ambiente para essa genética se expressar de uma forma muito positiva, como foi o caso desses animais, que, com certeza, tiveram um ambiente propício para poder expressar esse potencial genético”, explica.
Parceria de longa data
A parceria da Alta com a Fazenda Flamboyant e a Lageado é de longa data. Desde 1998, as empresas são parceiras e buscam promover o melhoramento genético dos rebanhos e aumentar a lucratividade. “A gente fica muito feliz, tanto pela disponibilidade quanto pela qualidade técnica e genética que a Alta oferece. Existe uma tranquilidade que se houver um problema enfrentaremos juntos e é o que faz essa parceria estar firme há 23 anos”, conclui Edmundo.
Fonte: Alta
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Vacilos do Trump faz Brasil se aproximar da liderança mundial no agro
Published
15 horas agoon
31 de agosto de 2026By
Da Redação
A distância que durante décadas separou Brasil e Estados Unidos no comércio mundial do agronegócio praticamente desapareceu. Em 2025, os norte-americanos exportaram o equivalente a cerca de R$ 883 bilhões em produtos agrícolas, enquanto as vendas brasileiras chegaram a aproximadamente R$ 871 bilhões. Uma diferença de apenas 1,4% entre dois países que começaram este século em posições muito distantes.
Os dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) mostram mais do que uma aproximação circunstancial. Enquanto o Brasil ampliou produção, produtividade e presença em novos mercados, as exportações norte-americanas cresceram em ritmo bem menor e passaram a enfrentar dificuldades em destinos estratégicos.
Em 2025, o agronegócio brasileiro exportou R$ 871 bilhões, considerando a conversão dos valores divulgados oficialmente. Foi o maior resultado da série histórica e representou crescimento de 3% sobre o ano anterior.
Os Estados Unidos encerraram o mesmo período com aproximadamente R$ 883 bilhões em exportações agrícolas.
A diferença de cerca de R$ 12 bilhões é pequena diante do tamanho do comércio dos dois países e mostra quanto a posição relativa mudou.
No início dos anos 2000, as exportações agrícolas americanas eram mais de duas vezes e meia superiores às brasileiras. Em apenas cinco anos, enquanto as vendas externas dos Estados Unidos cresceram aproximadamente 14%, as brasileiras avançaram 68%.
O movimento continua em 2026.
Entre janeiro e julho, o agronegócio brasileiro exportou aproximadamente R$ 533 bilhões, novo recorde para o período. Somente em julho foram cerca de R$ 84 bilhões, também a maior marca já registrada para o mês.
Parte da aproximação pode ser explicada por uma diferença estrutural entre os dois concorrentes.
Os Estados Unidos possuem uma fronteira agrícola praticamente consolidada e enfrentam limitações para aumentar significativamente sua área cultivada. Na pecuária bovina, o rebanho norte-americano está próximo dos menores níveis das últimas sete décadas, situação que reduziu a disponibilidade de animais e aumentou a necessidade de importação de carne.
O Brasil ainda possui maior capacidade de crescimento da produção, seja pela incorporação de áreas já abertas, seja principalmente pelo aumento da produtividade e pela possibilidade de realizar duas ou até três safras na mesma área durante o ano.
Essa vantagem aparece com clareza na soja.
Brasil e Estados Unidos estão entre os grandes responsáveis pela oferta mundial da oleaginosa, mas o Brasil assumiu a liderança tanto na produção quanto nas exportações e passou a ocupar uma parcela crescente do mercado chinês.
A China é justamente onde a diferença entre os dois países se tornou mais evidente.
Em 2025, os chineses compraram aproximadamente R$ 285 bilhões em produtos do agronegócio brasileiro. O país asiático respondeu sozinho por 32,7% de tudo o que o setor exportou.
No comércio agrícola norte-americano ocorreu o movimento contrário.
A China, que durante anos esteve entre os principais compradores dos Estados Unidos, caiu para a sexta posição entre os destinos do agro americano em 2025. As vendas recuaram 66% em apenas um ano, para aproximadamente R$ 43 bilhões.
O próprio USDA associa essa retração às tarifas recíprocas e à redução das compras chinesas de soja norte-americana.
A disputa comercial entre Washington e Pequim acelerou uma mudança que já vinha ocorrendo por razões produtivas. Diante das tarifas impostas aos produtos americanos, importadores chineses aumentaram a procura por fornecedores alternativos, e o Brasil estava em posição privilegiada para atender essa demanda.
O efeito ultrapassou a soja.
O Brasil ampliou participação internacional em carnes, algodão, milho e outros produtos agropecuários e passou a disputar mercados que historicamente tinham forte presença dos Estados Unidos.
Na carne bovina, a inversão é particularmente significativa. O Brasil consolidou-se como maior exportador mundial, enquanto os Estados Unidos, pressionados pela redução de seu rebanho, aumentaram as importações para abastecer o próprio mercado.
Essa situação levou recentemente o governo norte-americano a ampliar em 300 mil toneladas a quantidade de carne bovina magra que poderá entrar no país dentro da cota com tarifa reduzida até o fim deste ano, criando uma oportunidade adicional para fornecedores como o Brasil.
A política comercial adotada pelo governo Donald Trump acrescentou uma nova variável a essa disputa.
As tarifas impostas pelos Estados Unidos atingiram também produtos brasileiros e criaram dificuldades para cadeias que dependem mais diretamente daquele mercado. Café, carnes, suco de laranja e determinados produtos industrializados estão entre os segmentos mais expostos às decisões de Washington.
O efeito sobre o conjunto do agronegócio brasileiro, entretanto, é limitado pela diversificação dos destinos.
Em 2025, os Estados Unidos compraram aproximadamente R$ 59 bilhões em produtos do agro brasileiro, equivalentes a 6,7% das exportações do setor. A China comprou quase cinco vezes esse valor.
Essa diferença ajuda a explicar por que medidas comerciais americanas podem provocar impactos severos em determinadas cadeias sem necessariamente interromper o crescimento das exportações do agronegócio como um todo.
Também mostra por que a abertura de mercados passou a ter peso estratégico para o Brasil. Quanto maior o número de compradores disponíveis para carnes, grãos, fibras, café, frutas e produtos processados, menor a dependência de decisões comerciais tomadas por um único país.
Para o produtor rural, a aproximação dos Estados Unidos no ranking mundial não representa apenas uma disputa estatística. Mercados adicionais significam mais alternativas para escoar a produção e podem aumentar a concorrência entre compradores, especialmente nas cadeias em que o Brasil já possui grande excedente exportável.
Há, porém, um risco nessa trajetória. A crescente concentração das vendas brasileiras na China aumenta a exposição às decisões do país asiático. Quase um terço das receitas do agro brasileiro no exterior depende atualmente daquele mercado.
Por isso, o próximo passo da expansão brasileira passa não apenas por vender mais, mas por diversificar compradores e aumentar o valor agregado dos produtos exportados.
A distância para os Estados Unidos, de qualquer forma, nunca foi tão pequena. Depois de décadas perseguindo o maior exportador agrícola do mundo, o Brasil chega à segunda metade de 2026 em condições de disputar uma posição que, no início deste século, parecia muito distante.
Fonte: Pensar Agro
Larissa Manoela curte segunda-feira de piscina em casa: ‘Descanso merecido’
Dia de Combate ao Fumo: Ministério da Saúde convida amapaenses a compartilhar os desafios de parar de fumar
Projetos do Executivo estão parados desde 2025 e aguardam votação na Câmara de Várzea Grande
A Prefeitura de Várzea Grande informa que o pagamento dos salários dos servidores públicos municipais foi realizado nesta segunda-feira (31).
PF realiza operação integrada na fronteira entre Brasil e Peru
CUIABÁ
MATO GROSSO
Novas leis reforçam rede de proteção às mulheres em Sapezal
A Promotoria de Justiça de Sapezal (500 km de Cuiabá) comemorou a sanção de duas leis municipais voltadas à proteção,...
Novas apresentações alcançam 2,3 mil pessoas em quatro municípios
Cerca de 2,3 mil crianças, adolescentes e integrantes da comunidade escolar participaram da sexta etapa do projeto “Prevenção Começa na...
MP acompanha continuidade dos serviços médicos em Querência
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Querência, instaurou procedimento para...
POLÍCIA
PF realiza operação integrada na fronteira entre Brasil e Peru
Tabatinga/AM. A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Nacional do Peru, a Força Nacional de Segurança Pública, a...
PF fiscaliza empresa de segurança privada em Boca do Acre/AM
Boca do Acre/AM. A Polícia Federal realizou, no dia 30/8, ação de fiscalização, em Boca do Acre, durante o 28º...
PF e PM apreendem 63,1 kg de maconha em Foz do Iguaçu/PR
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal e a Polícia Militar apreenderam, nesta segunda-feira (31/8), 63,1 kg de maconha às margens...
FAMOSOS
Larissa Manoela curte segunda-feira de piscina em casa: ‘Descanso merecido’
Larissa Manoela aproveitou esta segunda-feira (31), para relaxar e curtir um dia de piscina em casa. A atriz compartilhou com...
Virginia Fonseca curte passeio de jet ski com as filhas em Ibiza: ‘Agr é descansar…’
Virginia Fonseca está aproveitando dias de descanso em Ibiza, na Espanha, ao lado do namorado, Vini Jr., e dos filhos....
Ana Paula Siebert curte viagem à Xangai e posa em cenário paradisíaco: ‘Bund’
Ana Paula Siebert encantou os seguidores ao compartilhar novos registros de sua viagem a Xangai, na China. A influenciadora posou...
ESPORTES
Bahia vence o Internacional na Fonte Nova e entra no G-5 do Brasileirão
O Bahia derrotou o Internacional por 3 a 2 neste domingo (30.08), na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada do...
Grêmio vence a Chapecoense na Arena e se afasta da zona de rebaixamento
O Grêmio derrotou a Chapecoense por 3 a 1 neste domingo, na Arena do Grêmio, pela 25ª rodada do Campeonato...
Palmeiras empata com o Mirassol e vê Flamengo se aproximar na liderança
Palmeiras e Mirassol empataram por 1 a 1 neste domingo (30.08), no Estádio José Maria de Campos Maia, em Mirassol,...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Política MT7 dias agoLei estadual reforça responsabilidade de mães e pais na criação dos filhos
-
Política MT6 dias agoComissão analisa 24 propostas e retira cinco de pauta para aprimoramento
-
Política MT6 dias agoALMT recebe capacitação sobre atendimento a mulheres em situação de violência
-
Política MT5 dias agoAssembleia Legislativa aprova 25 projetos de lei, seis deles voltados à saúde



