AGRONEGÓCIO

Diesel tem baixa de mais de 1% nos primeiros dias de dezembro, aponta Edenred Ticket Log

Publicado em

O preço do litro do diesel comum ficou 1,78% mais barato, ante novembro, e iniciou dezembro a R$ 6,08. Já o tipo S-10 foi comercializado a R$ 6,24, com redução de 1,89%. Os dados são do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa.

“O último reajuste no preço do diesel vendido às distribuidoras, válido desde o dia 8 de dezembro, já reflete em baixa no consolidado da quinzena e em economia para os motoristas brasileiros”, observa Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil

Reduções no preço dos dois tipos foram identificadas em todas as regiões. O recuo mais expressivo para o tipo comum, de 2,41%, foi registrado no Nordeste, que fechou o período com a média de R$ 6,07. Já para o S-10, a redução mais expressiva, de 2,30%, foi identificada nos postos de abastecimento do Centro-Oeste, que fechou o litro a média de R$ 6,38.

Leia Também:  Agropec Paragominas tem expectativa de movimentar R$ 800 milhões

As médias mais baixas do País para os dois tipos de diesel foram encontradas na Região Sul, a R$ 5,87 o comum, e R$ 5,99 o S-10. Enquanto as mais altas foram concentradas no Norte, a R$ 6,75 o comum e R$ 6,68 o S-10. Recuos no preço do combustível foram identificados em quase todos os Estados, com exceção de Roraima, Rondônia, Rio de Janeiro, Paraíba e Amazonas que registraram aumentos de 0,14% a 2,87% para o tipo comum. Além do aumento no preço do comum, Roraima também registrou o único acréscimo do País para o S-10, de 1,26%.

A redução mais expressiva de todo o território nacional para o diesel comum, de 7,57%, foi registrada nas bombas de abastecimento de Sergipe, que fechou com a média a R$ 6,35. Em Pernambuco, o S-10 foi comercializado a R$ 6,06, com a redução mais expressiva entre os Estados, de 2,73%.

O Paraná registrou a média mais baixa para o diesel comum, de R$ 5,82, e o Rio Grande do Sul o litro mais barato do País para o S-10, de R$ 5,95. O Amapá comercializou os dois tipos de diesel pelo preço médio mais alto de todo o território nacional, a R$ 7,26 o comum e R$ 7,51 o S-10.

Leia Também:  Bombeiros ensinam primeiros socorros e uso correto de extintores de incêndio a servidores da educação

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

Published

on

O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

Leia Também:  VENDAS EXTERNAS: Exportações do Paraná aumentam 11,3% nos dez primeiros meses de 2023

As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

Leia Também:  Governo de Mato Grosso paga salários de dezembro nesta segunda-feira (23)

Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA