AGRONEGÓCIO

Por que a tokenização no agro segue na mira de empresas, investidores e instituições financeiras tradicionais?

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Apenas no ano passado, o PIB do país foi calculado em quase R$ 10 trilhões e o setor contribuiu com 25% desse resultado, de acordo com dados calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Paralelo a isso, os originadores de crédito agro estão buscando cada vez mais oportunidades de financiamento da cadeia produtiva fora dos meios tradicionais. Acompanhando essa revolução, a tokenização no campo do agronegócio salta aos olhos não apenas de empresas e investidores, visando ampliar os ganhos, como também dos próprios bancos, a fim de tornarem as operações mais eficientes e embarcarem de vez em uma das áreas da criptoeconomia mais observadas dos últimos tempos. Ou seja, vivemos para ver uma reconfiguração dos papéis dos agentes de mercado.

Além do ganho em eficiência para todos os envolvidos, tokenizar no agro alia também segurança, transparência, maior liquidez e custos menores para otimizar as relações e os lucros, graças aos registros criptografados que representarão um ativo negociado na blockchain.

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É possível tokenizar, por exemplo, estoques de produtos agrícolas, direitos de safras futuras, produção leiteira de um rebanho, patentes, novos projetos em biotecnologia, mecanização e sustentabilidade, imóveis ligados ao setor e assim por diante.

Em outras palavras, todo esse movimento dá poder para quem tem grandes volumes de operações. Assim, é possível escolher e dar o melhor crédito quando necessário.

Entre todas as vantagens em cena, existem três diferenciais que se sobressaem na tokenização do agrobusiness:

  1. Ausência de intermediários: burocracia e custos reduzidos;
  2. Sem limitação geográfica: aumenta a base de público-alvo;
  3. Disponibilidade total de sistema: incentiva investidores no exterior.

Como se vê, o presente e o futuro do agronegócio se baseiam na transformação da gestão e das operações e no uso massivo das novas tecnologias, que oferecem um ambiente mais acessível, transparente e eficiente para todos. A tokenização já revolucionou o agro e segue rompendo padrões que não mais atendem às necessidades estratégias do setor.

Por Cássio Krupinsk, CEO da BLOCKBR – [email protected]

Fonte: nb press

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Abilio destaca força econômica de Cuiabá durante abertura da FIT Pantanal

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A abertura da Feira Internacional de Turismo do Pantanal (FIT Pantanal 2026), realizada nesta terça-feira (3), no Centro de Eventos do Pantanal, contou com a presença do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, que destacou a importância do evento para o fortalecimento do turismo, da economia e da geração de negócios em Mato Grosso. Considerada a maior feira do setor nas regiões Centro-Oeste e Norte do país, a FIT Pantanal segue até o dia 7 de junho com entrada gratuita.

Durante o pronunciamento, Abilio ressaltou o papel estratégico de Cuiabá como centro de recepção de visitantes, eventos e oportunidades de negócios. Segundo o prefeito, a capital concentra grande parte da estrutura turística do estado e recebe semanalmente empresários, produtores, investidores e representantes de municípios mato-grossenses, impulsionando a economia local por meio da hotelaria, gastronomia, comércio e prestação de serviços.

“Grande parte dos negócios do agro acontece em Cuiabá. Toda semana recebemos pessoas de várias regiões do estado para eventos, reuniões e oportunidades de investimento. Cuiabá se consolidou como um grande centro de negócios de Mato Grosso”, afirmou o prefeito.

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A FIT Pantanal 2026 reúne 43 municípios, além de Cuiabá, que apresentam ao público suas riquezas turísticas, culturais, artesanais e gastronômicas. A expectativa da organização é receber aproximadamente 100 mil visitantes durante os cinco dias de programação, consolidando o evento como uma das principais vitrines do turismo brasileiro.

Entre os destaques da edição deste ano está a Feira da Agricultura Familiar, que conta com cerca de 130 expositores de 25 municípios mato-grossenses. O espaço promove a comercialização de produtos produzidos diretamente no campo, como queijos artesanais, doces regionais, frutas, verduras, farinhas, bebidas artesanais e derivados de frutos típicos do estado, fortalecendo a geração de renda dos pequenos produtores.

A programação também contempla a Feira de Artesanato, com aproximadamente 100 artesãos de 15 municípios, além de apresentações culturais, rodadas de negócios, exposições, palestras, debates e o tradicional Festival Gastronômico, que valoriza os sabores e as tradições de Mato Grosso.

Promovida pela Fecomércio-MT e pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), a FIT Pantanal reforça o protagonismo de Mato Grosso no cenário turístico nacional, ampliando a visibilidade dos destinos regionais e estimulando novos negócios, investimentos e oportunidades para toda a cadeia do turismo.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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