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Cavalo Crioulo celebra crescimento de provas seletivas e esportivas

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O ciclo 2024 do cavalo crioulo já iniciou e com ele a expectativa de como serão as seletivas que levarão para as finais os melhores animais e os ginetes de ponta. Freio de Ouro, Morfologia Expointer, Freio Jovem e do Proprietário e suas Supercopas, Inclusão de Ouro, Doma de Ouro, Rédeas de Ouro, Marcha de Resistência, Campereada/Team Penning, Paleteada, Rédeas de Ouro, Vaquero/Cow Working Horse, Movimiento a La Rienda, Enduro, Crioulaço e Ranch Sorting fazem parte das provas seletivas ou esportivas que reúnem a família crioulista, tanto no Rio Grande do Sul quanto em diferentes estados e até mesmo fora do Brasil.

O sucesso das diferentes modalidades proporcionadas pela Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) foi tão notado em 2023 que a avaliação do presidente da entidade, César Hax, é de que houve crescimento em números reais e absolutos. “Encerrando o ano de 2023, entendemos ele extremamente positivo por tudo que aconteceu, principalmente pela volta do crescimento de todas as modalidades nas provas seletivas, Marcha, Freio, Morfologia, com números absolutos e um crescimento positivo nas esportivas. Das 14 modalidades que a gente tem, 13 delas cresceram em números reais e absolutos”, afirma o presidente.

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César Hax cita a inauguração da cobertura das pistas principal e de treinamento, na Arena do Cavalo Crioulo no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), como um dos pontos altos do ano. Destacou, também, a realização de uma assembleia geral onde foram propostas modificações de regulamentos extremamente positivas, no seu entendimento, para a raça. “Então, por tudo isso, acho que a gente tem um ano muito positivo evidentemente, que nos projeta um 2024 que já iniciamos no nosso ciclo, de bastante responsabilidade para consolidar tudo isso que foi feito em 2023 e continuar no crescimento que é necessário e a gente precisa que isso aconteça”, conclui o dirigente.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC)

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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