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Unidades Judiciárias Destaques 2023 serão premiadas segunda-feira (18)

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Na próxima segunda-feira (18/12), a Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) realiza cerimônia de entrega do Prêmio “Unidade Judiciária Destaque”. O evento começa às 14h, na sala Cajazeira da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). O objetivo da premiação é reconhecer a busca de magistrados(as) e servidores(as) por maior produtividade, eficiência, celeridade e transparência, além de incentivar o constante aprimoramento da prestação jurisdicional em benefício da sociedade.
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, afirma que esta é uma das iniciativas desta gestão para fomentar o andamento dos trabalhos nas 79 Comarcas do Estado. “É um reconhecimento justo e merecido àqueles que se dedicam diuturnamente em prol dos nossos jurisdicionados e toda sociedade mato-grossense, elevando o judiciário a patamares mais altos”, disse.
 
Todas as unidades judiciárias de Mato Grosso serão analisadas. A verificação da produtividade será composta por duas etapas, sendo uma verificação dos seis primeiros meses, que ocorre entre os dias 1º de janeiro a 30 de junho de 2023 e a outra que será concluída em breve e foi realizada no decorrer do ano, de 1º de janeiro a 30 de novembro de 2023.
 
A análise dos dados é feita pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi) com base nas estatísticas do Painel Estratégico da ferramenta business intelligence (BI), denominada OMNI.
 
Conforme o juiz auxiliar da CGJ-TJMT, Emerson Luís Pereira Cajango, as unidades judiciárias com melhor desempenho dos indicadores serão premiadas em duas categorias: Diamante e Ouro. “Nós abordamos essa temática o ano 2023 inteiro, como as unidades poderiam melhorar a performance, o rendimento, quais as melhores escolhas para obter melhores resultados. Visitamos diversas comarcas, falamos, demos exemplos, e nada mais justo que identificar e reconhecer aqueles que estão se destacando e ao mesmo tempo incentivarmos outros colegas”, disse.
 
Além do certificado de reconhecimento para as unidades, uma nota de elogio será lançada na ficha funcional dos servidores(as) e magistrados(as) das respectivas unidades agraciadas com o Prêmio.
 
“Esse é um Prêmio interessante, pois o reconhecimento do trabalho destes servidores(as) e magistrados(as) será divulgado na imprensa interna e externa em todo o Estado, reconhecendo a excelência do trabalho das unidades em destaque. Nós entendemos que as unidades premiadas podem servir de exemplo e inspiração para as demais. E para que isso ocorra, a Corregedoria está de portas abertas para fornecer suporte e informações visando à melhoria continua dos nossos trabalhos”, afirmou o coordenador da CGJ, Flávio Paiva Pinto.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Montagem dos selos Diamante e Ouro.
 
Larissa Klein  
Assessoria de Comunicação da CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

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A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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