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Mapa encerra participação na COP 28 com destaque ao programa de recuperação de pastagens degradadas

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Os benefícios do programa de recuperação de pastagens degradadas ganharam destaques durante o encerramento da participação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 28) em Dubai, nesta segunda-feira (11).

A última participação, com a presença do Mapa, ocorreu em um painel específico de lançamento do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas no Pavilhão Brasil. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Ministério, Roberto Perosa, moderou o evento, que também contou com a participação do Banco do Brasil e empresas do agronegócio brasileiro, como Syngenta, JBS e Marfrig.

“Tivemos oportunidade de mostrar ao mundo como o Brasil pretende intensificar a sua produção, dobrando a produção agropecuária brasileira nos próximos 10 anos, convertendo pastagens degradadas em áreas agricultáveis”, ressaltou Perosa.

Por mais de 10 dias, cerca de 70 mil pessoas de diversos países, entre representantes de governos e da sociedade civil, participaram na COP 28 de discussões sobre o futuro do meio ambiente e como evitar uma catástrofe climática global.

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Representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa também tiveram a oportunidade de liderar diversas reuniões bilaterais com países como México, Uruguai, Chile e outros, além de colaborar em uma importante reunião com Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

Fonte: MAPA

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preços do etanol caem mais de 7% em São Paulo e refletem pressão de oferta e demanda retraída

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Queda acentuada nos preços do etanol em São Paulo

Os preços do etanol hidratado e anidro registraram forte queda no mercado spot do estado de São Paulo na última semana, segundo dados do Cepea.

Entre os dias 13 e 17 de abril, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado foi cotado a R$ 2,5920 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), representando uma queda de 7,01% em relação ao período anterior.

Já o etanol anidro apresentou recuo ainda mais intenso. O indicador fechou em R$ 2,9575 por litro (sem PIS/Cofins), com retração de 7,43%. Este é o menor patamar desde 1º de agosto do ano passado, quando o combustível ficou abaixo dos R$ 3,00 por litro.

Negócios seguem limitados, apesar de leve melhora

De acordo com pesquisadores do Cepea, o ritmo de negociações apresentou uma leve melhora ao longo da semana, mas ainda permaneceu limitado.

As transações ocorreram em volumes reduzidos e de forma pontual, refletindo um mercado ainda cauteloso e com baixa liquidez.

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Distribuidoras adiam compras e mantêm postura conservadora

No lado da demanda, distribuidoras continuam adotando uma estratégia de cautela, postergando ao máximo a reposição de estoques.

Esse comportamento indica um cenário de incerteza, no qual os compradores evitam assumir posições mais robustas, contribuindo para a pressão sobre os preços.

Aumento da oferta pressiona o mercado

Do lado dos vendedores, o movimento foi mais agressivo, com maior volume de etanol sendo ofertado no mercado.

Esse aumento está diretamente ligado ao início das operações de novas unidades produtoras, ampliando a disponibilidade do biocombustível e intensificando a concorrência entre ofertantes.

Incertezas com etanol de milho e açúcar preocupam o setor

Além dos fatores internos, o mercado também é impactado por incertezas externas. Segundo o Cepea, os agentes seguem apreensivos com:

  • O aumento da oferta de etanol de milho na safra 2026/27
  • As oscilações nas cotações internacionais do açúcar

Esses elementos podem influenciar diretamente a formação de preços e a competitividade do etanol no mercado brasileiro.

Cenário aponta continuidade da volatilidade

Com oferta crescente, demanda retraída e incertezas no horizonte, o mercado de etanol tende a permanecer volátil no curto prazo.

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O comportamento das distribuidoras, o avanço da safra e o cenário internacional serão determinantes para os próximos movimentos de preços no setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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