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Dólar sobe antes de dados de inflação dos EUA e decisões de BCs

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O dólar subia frente ao real nesta segunda-feira, início de uma semana que será marcada por novos dados de inflação nos Estados Unidos e pelas decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil.

Às 9:39 (horário de Brasília), o dólar à vista avançava 0,44%, a 4,9506 reais na venda.

Na B3, às 9:39 (horário de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,41%, a 4,9575 reais.

O movimento cambial refletia em parte o avanço dos rendimentos dos Treasuries, com a taxa do título norte-americano de dez anos negociada a 4,2717%, ante 4,245% no pregão anterior.

“Juros corrigem parte da queda de sexta, beneficiando o dólar, que sobe de maneira disseminada”, explicou Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura. O índice do dólar –que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas– subia 0,15%, a 104,120.

O foco dos investidores estava nos dados de inflação dos EUA de terça-feira, que precederão a decisão do Fed de quarta, em que o banco central deve manter os juros na faixa atual de 5,25% a 5,50%.

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“Em dia de agenda esvaziada, os mercados globais exibem pouco fôlego, às vésperas das decisões de política monetária de importantes bancos centrais”, disse o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos do Bradesco em relatório, acrescentando que “os dados de inflação ao consumidor nos EUA contribuirão para a calibragem das expectativas para a decisão do Fed.”

Após sinais recentes de arrefecimento da inflação na maior economia do mundo, e apesar da resiliência do mercado de trabalho, investidores anteciparam nas últimas semanas suas apostas para o início do afrouxamento monetário do Fed, com muitos esperando o primeiro corte de juros em março ou maio de 2024.

A redução dos custos dos empréstimos nos Estados Unidos tende a favorecer moedas mais rentáveis, como o real e seus pares emergentes, frente ao dólar.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC também divulga sua decisão na quarta, com ampla expectativa de novo corte de 0,5 ponto percentual na taxa Selic, a 11,75% ao ano.

Na última sessão, na sexta-feira, o dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9288 reais na venda, em alta de 0,41%.

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Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Conab moderniza armazém e entrega equipamentos a produtores

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) entregou, na última quinta-feira (18), a modernização da Unidade Armazenadora (UA) de Ananindeua (PA), devolvendo 17,5 mil toneladas de capacidade estática ao mercado. Com a reforma, a estatal busca reduzir o gargalo de armazenagem na região, permitindo que o produtor paraense tenha onde guardar sua safra com segurança e evitar a venda forçada no momento da colheita, quando os preços costumam ser pressionados pela oferta elevada.

O reforço na logística faz parte de um conjunto de medidas para alavancar a produção no Estado, que incluiu o aporte de R$ 3,1 milhões via Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Além do capital para comercialização, a estatal entregou oito mini colheitadeiras e quatro kits de maquinários, focados em resolver gargalos operacionais que limitam a escala e a produtividade da agricultura familiar local.

O volume de R$ 3,1 milhões será direcionado à compra de 147,2 toneladas de alimentos, além da entrega de 18,8 toneladas de sementes crioulas e 23,5 mil mudas frutíferas. A estratégia é fomentar a agrobiodiversidade e garantir que as comunidades tenham insumos de qualidade para o plantio.

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A Associação Estadual de Agricultores e Guardiões da Agrobiodiversidade na Amazônia (Aefaga), de Igarapé-Açu, foi uma das entidades beneficiadas, com um contrato de R$ 615 mil. O recurso viabilizará a distribuição de mudas e sementes para 385 famílias em Ananindeua, Santa Luzia do Pará e Viseu, conectando a produção dessas propriedades ao mercado.

Desde 2023, a atuação da Conab no Pará soma mais de R$ 96,3 milhões em investimentos, distribuídos em 328 projetos. O trabalho alcança 94 municípios, permitindo a comercialização de 12,2 mil toneladas de alimentos produzidos por cerca de 8,3 mil famílias. As ações visam garantir renda ao produtor e, ao mesmo tempo, regular o abastecimento regional, oferecendo infraestrutura de estocagem para o escoamento eficiente da produção.

Fonte: Pensar Agro

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