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Parceria entre ABCZ e ApexBrasil e ABCZ, Brazilian Cattle cresce mais de 30%

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), parceiras no desenvolvimento do Brazilian Cattle, realizaram ao longo desta sexta-feira (1º) uma reunião para apresentar um balanço anual do projeto e definir as estratégias para o próximo biênio.

Os resultados foram apresentados durante encontro no Salão Internacional da ABCZ, com representantes das empresas e fazendas parceiras. Estiveram presentes o Presidente da ABCZ, Gabriel Garcia Cid, o Diretor Internacional, Bento Mineiro, o Superintendente Geral, Moacir Sgarioni, e o Superintendente de Relações Internacionais, Juan Lebron.

O projeto termina 2023 com 18 novas empresas parceiras, o que representa um crescimento de mais de 30%. “Além do valor já direcionado pela Apex-Brasil no convênio anterior tivemos um aporte extra de mais de um milhão de reais”, destaca a Supervisora de Relações Internacionais da ABCZ, Raquel Dal Secco Borges”, destaca a Supervisora de Relações Internacionais da ABCZ, Raquel Dal Secco Borges.

Para o Gerente de Projetos Setoriais da ApexBrasil, Anderson Dib, que participou remotamente, a previsão é de que essa dinamicidade do mercado internacional continue. “Até aqui vejo que os resultados são muito otimistas, podemos avançar cada vez mais, pois há espaço no mercado internacional para este crescimento.”

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O Diretor de Negócios Internacionais da Ouro Fino, Rui Nobrega, frisou a necessidade de apoio do Brazilian Cattle. “Queremos expandir nossos negócios para novos mercados e nada melhor que grande parceiro como o Brazilian Cattle que leva as empresas brasileiras e fortalece o agronegócio e a genética zebuína”, destacou.

O Gerente Técnico Comercial da Fazenda Terra Brava, Paulo Camilo, também evidenciou a importância do projeto. “Tivemos convite para participar de exposições em outros países e são ferramentas muito importantes para que possamos conhecer novos mercados, fazer novos contatos e facilitar as exportações.”

“Pegando a experiência de quem já está inserido no projeto, nós vamos aprendendo e trilhando juntos esse caminho de expandir dentro e fora do Brasil”, comentou o Gerente da Agrosol, Daniel Pedrosa.

O Presidente da ABCZ, Gabriel Garcia Cid, agradeceu a parceria com a ApexBrasil e aproveitou para anunciar o início da capacitação técnica de associações estrangeiras. “A ABCZ já está entregando este projeto, sendo que o primeiro país a assinar a carta de intenção foi a Guatemala. Vamos capacitar os técnicos dos países, fazer a licença do uso de software viabilizando o armazenamento de dados.”

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Momento também para discutir outras perspectivas para 2024, com a expectativa para importantes eventos internacionais e a conquista de novos mercados. “No ano que vem vamos receber o Congresso Mundial de Criadores de Zebu, tenho certeza de que o Comcebu vai redobrar nosso trabalho e nossa oportunidade de mostrar esse capítulo de sucesso que é o melhoramento genético do Zebu brasileiro”, comentou o Diretor Internacional, Bento Mineiro.

“A melhor notícia de 2024 seria abrir mercados tão pretendidos a exemplo do México, que está sendo muito bem trabalhado. Nossa meta é conquistar novos mercados para andar com mais velocidade ainda”, salientou o Superintendente de Relações Internacionais, Juan Lebron.

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Ácaro-rajado no mamão: praga pode reduzir produtividade e exige manejo integrado no pomar

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A presença do ácaro-rajado (Tetranychus urticae) tem se consolidado como um dos principais desafios fitossanitários na cultura do mamoeiro. A praga compromete o desenvolvimento das plantas, reduz a produtividade e pode gerar perdas significativas na qualidade dos frutos, especialmente em períodos de clima quente e seco.

Os danos começam com manchas amareladas nas folhas, evoluindo para necrose, desfolha intensa e redução do tamanho dos frutos. O resultado é queda direta na produtividade e na padronização comercial do mamão.

Segundo especialistas, o ácaro pode ocorrer durante todo o ano, com maior pressão em condições climáticas favoráveis ao seu desenvolvimento. O inseto se instala inicialmente na face inferior das folhas, próximo às nervuras, e rapidamente se espalha pela planta quando não controlado.

Manejo do ácaro-rajado no mamão exige atenção constante do produtor

De acordo com orientações técnicas compartilhadas por Alexandre Hanazaki, gerente de desenvolvimento de produtos da East-West Seed, o controle eficiente do ácaro-rajado depende de um conjunto de práticas preventivas e monitoramento frequente da lavoura.

1. Eliminação de plantas daninhas

O primeiro passo no manejo é a eliminação de plantas daninhas, que podem servir de hospedeiras para o ácaro-rajado.

A manutenção da área limpa reduz a pressão da praga e diminui a chance de reinfestação no pomar de mamão.

2. Monitoramento constante das folhas

O acompanhamento frequente da lavoura é fundamental para identificar precocemente a presença do ácaro.

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A recomendação é observar principalmente a face inferior das folhas, onde a praga se concentra inicialmente. Ao identificar a infestação, o controle deve ser iniciado de forma imediata e em área total.

3. Escolha de materiais mais tolerantes

O uso de variedades mais tolerantes também é uma estratégia importante no manejo integrado.

A cultivar Sabrosa, da East-West Seed, é citada como alternativa com maior tolerância ao ácaro-rajado. Segundo a empresa, o material apresenta maior massa foliar e folhas mais espessas, o que dificulta o ataque da praga.

4. Uso correto de defensivos e equilíbrio nutricional

O controle químico deve ser realizado com produtos registrados para a cultura do mamão, priorizando estratégias adequadas de manejo.

Produtos como enxofre e calda sulfocálcica podem atuar como repelentes, além da possibilidade de adoção de controle biológico.

Por outro lado, o uso de piretróides e organofosforados deve ser evitado, pois pode afetar inimigos naturais e favorecer o desequilíbrio populacional do ácaro-rajado.

Outro ponto de atenção é a nutrição da planta: o excesso de nitrogênio pode favorecer o desenvolvimento da praga, exigindo manejo equilibrado.

Variedade Sabrosa se destaca por produtividade e qualidade de frutos

Além da tolerância ao ácaro-rajado, o mamão Sabrosa apresenta outras características agronômicas relevantes, segundo a empresa.

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Entre os principais destaques estão o maior vigor vegetativo, melhor enfolhamento e tolerância a doenças foliares como pinta-preta e mancha-de-corynespora.

Outro diferencial é o porte baixo das plantas, que facilita a colheita manual por mais tempo, reduzindo custos operacionais em comparação a variedades mais altas, que exigem estruturas auxiliares para colheita.

Padronização e precocidade aumentam eficiência comercial

A cultivar também se destaca pela alta padronização dos frutos, reduzindo perdas por variação de tamanho e facilitando a comercialização em caixas, modelo predominante no mercado.

Segundo Hanazaki, essa uniformidade melhora a eficiência logística e a aceitação comercial do produto.

A precocidade é outro ponto forte: as plantas iniciam a floração cerca de 30 dias após o transplantio, com início da colheita em aproximadamente seis meses.

Além disso, os frutos apresentam boa qualidade sensorial, com polpa de coloração atrativa e sabor valorizado pelo mercado consumidor.

Manejo integrado é decisivo para proteger a safra de mamão

O controle do ácaro-rajado exige estratégia integrada, combinando monitoramento, manejo cultural, uso correto de defensivos e escolha de materiais mais tolerantes.

Em um cenário de alta exigência de qualidade e produtividade, a adoção dessas práticas é fundamental para reduzir perdas e garantir maior rentabilidade ao produtor de mamão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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