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Complexo industrial em Rio Grande dobra capacidade de produção de fertilizantes em celebração aos 50 anos de atividade

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Ao longo dessas cinco décadas, a unidade transformou-se no maior e mais avançado parque de produção, mistura e expedição de fertilizantes da América Latina. Empregando mais de mil colaboradores, o Complexo tem desempenhado um papel vital na evolução da agricultura e da indústria de fertilizantes na região gaúcha e brasileira.

A área que abriga o Complexo foi originalmente construída pelas Indústrias Luchsinger Madörin (Adubos Trevo) e adquirida pela Yara em 2000. Em mais de duas décadas de atuação, a Yara investiu significativamente na transformação da planta, dobrando sua capacidade de produção, mistura, ensaque e distribuição de insumos nos últimos sete anos, com um aporte de R$ 2,1 bilhões em 2016. Em 2023, a empresa norueguesa investe mais R$ 150 milhões em melhorias operacionais na planta.

Este ano marca o início da operação em capacidade plena, possibilitando que a Yara atenda a demanda do agronegócio brasileiro em diversos estados, incluindo Região Sul, parte do Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás), região do Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins), Rondônia, além de exportações para Paraguai e Argentina.

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A modernização do Complexo inclui uma transformação tecnológica significativa, com a automação de processos fabris, desde o recebimento da matéria-prima até a distribuição do produto final. A estrutura conta com um píer próprio, dois berços de atracação para navios de grande porte e modalidades de transporte variadas, como caminhões, trem e barcaças, garantindo acesso a todo território nacional.

Além dos avanços tecnológicos, a Yara implementou programas internos de qualificação, como o “Projeto Qualificar”, em parceria com o SESI, para formação de operadores e funcionários da área de manutenção, preparando-os para os desafios da “fábrica do futuro”.

De forma pioneira, a Yara passou a estampar em suas embalagens a mensagem de combate à exploração sexual infantil e ao trabalho análogo à escravidão, exibindo o selo do “Disque 100”. Essa iniciativa contribui para a criação de uma rede de proteção aos Direitos Humanos, somando-se aos programas internacionalmente reconhecidos adotados pela empresa em toda a sua operação e cadeia de suprimentos. A Yara apoia iniciativas como o Pacto Global das Nações Unidas e os Princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos, entre outros.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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