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USDA estima produção de algodão do Brasil em 14,7 milhões de fardos

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) está projetando um aumento na produção de algodão do Brasil para a temporada 2023/2024, estimando um total de 14,7 milhões de fardos, em comparação com a marca revisada da temporada anterior, que foi de 11,720 milhões de fardos. O adido do USDA reporta que a área cultivada está prevista para 1,660 milhão de hectares, maior que os 1,600 milhão de hectares da temporada 2022/2023.

As importações esperadas para a temporada 2023/2024 são de 15 mil fardos, em contraste com os 8 mil fardos estimados na temporada anterior. A projeção para a demanda interna é de 3,450 milhões de fardos, ante 3,2 milhões na safra passada. No que se refere às exportações, a previsão é de 11 milhões de fardos, superando os 6,656 milhões da temporada 2022/23. Os estoques finais são previstos em 6,020 milhões de fardos para a temporada 2023/24, comparados a 5,755 milhões de fardos na temporada anterior.

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Essa projeção do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos sobre a produção de algodão no Brasil servem de baliza para os produtores nacionais por várias razões:

  1. Planejamento da Safra: Os produtores usam essas projeções para planejar suas atividades agrícolas, como preparação do solo, compra de insumos e sementes, além de determinar a área a ser cultivada.
  2. Decisões de Investimento: Com base nessas estimativas, os agricultores podem tomar decisões sobre investimentos em maquinário, tecnologia e mão de obra para a safra.
  3. Comercialização: As projeções do USDA influenciam as decisões de venda dos produtores. Compreender a oferta projetada global pode ajudar a determinar o momento certo para vender a produção.
  4. Contexto de Mercado: O conhecimento das projeções globais de produção de algodão auxilia os produtores a entenderem o contexto do mercado internacional, influenciando as estratégias de preços e negociações.
  5. Tomada de Decisão Governamental: Essas estimativas podem impactar a formulação de políticas governamentais relacionadas à agricultura, comércio exterior e subsídios.

Em resumo, as projeções do USDA fornecem uma visão valiosa sobre a direção provável do mercado de algodão, possibilitando aos produtores se prepararem e adaptarem suas estratégias para aproveitar ao máximo as condições do mercado.

Fonte: Pensar Agro

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Desmama mal conduzida pode comprometer ganho de peso e rentabilidade na pecuária de corte

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A fase de desmama continua sendo um dos momentos mais sensíveis dentro da pecuária de corte, exigindo atenção redobrada dos produtores para evitar perdas de desempenho, queda de peso e impactos negativos ao longo de todo o ciclo produtivo.

O estresse provocado pela separação da vaca, aliado às mudanças bruscas de ambiente e alimentação, pode comprometer a imunidade dos bezerros e reduzir significativamente a eficiência na recria e na engorda.

Especialistas do setor alertam que a adoção de manejo estratégico e suplementação adequada é fundamental para minimizar os efeitos negativos desse período e preservar o potencial produtivo dos animais.

O estresse da desmama impacta desempenho do rebanho

O desmame normalmente ocorre entre os 6 e 8 meses de idade, fase em que o bezerro perde o contato direto com a mãe e precisa se adaptar rapidamente a uma nova rotina alimentar e de manejo.

Segundo Bruno Marson, esse processo pode gerar forte impacto no desempenho dos animais.

“Antes o bezerro estava junto da mãe, em ambiente confortável e adaptado. Quando ocorre a separação abrupta, é comum haver queda expressiva de peso nos primeiros 30 a 40 dias pós-desmame. Um manejo inadequado nessa fase pode comprometer toda a eficiência futura do animal na recria e terminação”, explica.

Separação abrupta e manejo inadequado elevam riscos

Entre os principais fatores que aumentam o estresse durante a desmama estão:

  • Separação repentina da vaca
  • Mudança brusca na alimentação
  • Transporte para novas propriedades
  • Troca de pastagem
  • Vacinação e vermifugação simultâneas
  • Excesso de manejo no mesmo período
  • Alta lotação e aglomeração
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De acordo com especialistas, o desmame abrupto provoca forte reação comportamental, incluindo vocalização excessiva, ansiedade e redução do consumo alimentar.

Além disso, a interrupção do fornecimento de leite materno exige rápida adaptação metabólica e nutricional dos bezerros.

Perda de peso reduz eficiência econômica da produção

A queda de desempenho registrada após a desmama impacta diretamente a rentabilidade da atividade pecuária.

Animais que sofrem perdas acentuadas de peso nessa fase tendem a apresentar menor eficiência alimentar, pior conversão e maior tempo para atingir o peso ideal de abate.

Em muitos casos, o prejuízo acompanha o animal durante toda a fase de recria e engorda.

Por isso, o manejo correto passou a ser visto como ferramenta estratégica para preservar desempenho zootécnico e melhorar os resultados econômicos das propriedades.

Suplementação nutricional ganha espaço no pós-desmama

Além do manejo gradual, a suplementação adequada tem sido utilizada para reduzir os efeitos do estresse e melhorar a adaptação dos animais após a separação.

A Connan anunciou a reformulação do suplemento Connan Master Desmama, desenvolvido especificamente para o período pós-desmame.

O produto recebeu um novo aditivo à base de parede celular de leveduras, tecnologia voltada ao fortalecimento da imunidade e ao equilíbrio da flora intestinal dos bezerros.

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Segundo Bruno Marson, a recomendação é que a suplementação seja utilizada por um período entre 30 e 50 dias após a desmama.

Bem-estar animal e produtividade caminham juntos

De acordo com a empresa, o objetivo é reduzir os impactos fisiológicos da separação e melhorar o desempenho dos animais durante a adaptação ao novo sistema alimentar.

“O suplemento atende às exigências nutricionais dessa fase, melhora a palatabilidade e fortalece a saúde do animal. Quando utilizado corretamente, o ganho adicional pode chegar a até 10 quilos por cabeça no período”, afirma Marson.

O avanço de estratégias nutricionais e de manejo reforça uma tendência crescente na pecuária brasileira: integrar bem-estar animal, sanidade e eficiência produtiva como pilares centrais para aumentar competitividade e rentabilidade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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