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Petrolina recebe a 12ª rodada do Exporta Mais Brasil impulsionando a fruticultura nacional

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A cidade de Petrolina, referência na fruticultura brasileira, será palco da 12ª rodada do Exporta Mais Brasil, programa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Realizado nos dias 4 e 5 de dezembro, o evento atrairá compradores internacionais do Chile, da Espanha, da República Tcheca, dos Estados Unidos e da Rússia, que se reunirão com 12 produtores de frutas de diferentes estados.

O programa, que visa impulsionar o comércio exterior em setores específicos da economia, conta com o apoio da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). Petrolina, conhecida como a “capital das frutas,” é um dos maiores produtores e exportadores da fruticultura irrigada do país, especialmente no cultivo de uva, goiaba e manga.

A Abrafrutas desempenhou um papel crucial na seleção das empresas participantes, provenientes de São Paulo, Espírito Santo, Bahia, Ceará e, principalmente, Pernambuco. A região, situada no Vale do São Francisco, apresenta condições ideais para o cultivo de frutas tropicais devido ao relevo plano, solo fértil e alta incidência de luz solar.

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Durante as visitas técnicas programadas para o primeiro dia, os compradores internacionais terão a oportunidade de conhecer importantes polos de produção e indústria fruticultora em Petrolina. Os eventos incluirão visitas a fazendas de uvas e mangas, processamento de polpa de frutas congeladas e cultivo de mangas e uvas.

O segundo dia será dedicado às rodadas de negócios na Faculdade de Petrolina (Facape), onde produtores terão a chance de apresentar suas frutas aos compradores internacionais. A ApexBrasil destaca o sucesso do Exporta Mais Brasil, que, após 10 rodadas, já alcançou a marca de R$ 198 milhões em negócios. O investimento total da ApexBrasil foi de R$ 4 milhões, demonstrando um retorno significativo.

A fruticultura brasileira tem obtido excelentes resultados, com um aumento de 18% no volume de itens comercializados em 2022, gerando uma receita de US$ 1 bilhão. Este setor é responsável por aproximadamente 170 mil produtores rurais, a maioria de médio e pequeno porte, contribuindo para o desenvolvimento econômico do país.

A Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), fundada em 2014, tem desempenhado um papel fundamental na promoção da fruticultura brasileira no mercado internacional, representando aproximadamente 85% do volume total de frutas frescas exportadas pelo Brasil. Em parceria com a ApexBrasil, a Abrafrutas desenvolve o projeto Frutas do Brasil desde 2014.

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O Exporta Mais Brasil continua a promover a aproximação entre empresas brasileiras e compradores internacionais, visando impulsionar as exportações. A última rodada do ano será em Brasília (DF), dedicada ao setor audiovisual.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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