AGRONEGÓCIO

Mercado de etanol registra sexta semana de queda; anidro também apresenta recuo

Publicado em

Durante a semana de 27 de novembro a 1º de dezembro, o litro do biocombustível foi comercializado a R$ 2,0536, registrando uma queda de 1,63% em relação à semana anterior, que tinha o valor de R$ 2,0877. A última semana de aumento no indicador do hidratado ocorreu de 16 a 20 de outubro, quando o litro era vendido a R$ 2,2172.

O etanol anidro, utilizado na mistura com gasolina, também registrou desvalorização na última semana, marcando a terceira queda consecutiva. O litro do anidro foi negociado a R$ 2,3858 pelas usinas, apresentando uma desvalorização de 1,32% em comparação com a semana anterior, quando estava cotado a R$ 2,4176.

Segundo o Indicador Diário Paulínia para o etanol hidratado, a sexta-feira foi marcada por uma queda, com o biocombustível sendo negociado a R$ 2.119,00 o m³, em comparação com os R$ 2.135,50 o m³ praticados na quinta-feira, representando uma redução de 0,77%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Oferta limitada e clima adverso mantêm volatilidade nos preços do café nas bolsas internacionais
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

Published

on

O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

Leia Também:  FAO: Em agosto, só a carne bovina escapou da baixa de preços no mercado internacional

O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA