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Tendência ascendente: café arabica em destaque com ganhos expressivos na bolsa de Nova York

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Por volta das 7h33 (horário de Brasília), o contrato março/24 registrou um aumento de 255 pontos, alcançando 187,25 cents/lbp. O contrato maio/24 também apresentou alta de 230 pontos, cotado a 183,05 cents/lbp, enquanto julho/24 teve valorização de 230 pontos, sendo negociado a 183 cents/lbp. O contrato setembro/24, por sua vez, registrou um acréscimo de 250 pontos, alcançando 184 cents/lbp.

A valorização do café arábica continua ancorada nas mudanças nos estoques certificados da ICE. O Barchart informou que a expectativa é de que as recentes alterações nas regras do ICE intensifiquem a pressão sobre esses estoques, fornecendo suporte aos preços do café. O volume de negociações diminuiu significativamente no último mês.

Além disso, os operadores permanecem atentos às condições climáticas no Brasil. Apesar das previsões de chuva, as altas temperaturas geram incertezas no setor.

Na Bolsa de Londres, o café do tipo conilon opera com estabilidade. O contrato março/24 registrou um aumento de US$ 10 por tonelada, sendo negociado a US$ 2556. O contrato maio/24 teve um acréscimo de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2513. O contrato julho/24 apresentou uma alta de US$ 7 por tonelada, sendo negociado a US$ 2470, e o contrato setembro/24 teve uma valorização de US$ 13 por tonelada, alcançando US$ 2447.

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Após Explosão nos Preços, Café Arabica Passa por Ajustes em Nova York

Depois de iniciar o dia ampliando os ganhos na Bolsa de Nova York (ICE Future US), o mercado futuro do café arábica passou por ajustes nos preços na manhã desta sexta-feira (1º).

Por volta das 09h37 (horário de Brasília), o contrato março/24 registrou uma queda de 125 pontos, sendo negociado a 183,45 cents/lbp. O contrato maio/24 teve uma baixa de 130 pontos, valendo 179,45 cents/lbp, e o contrato julho/24 apresentou uma queda de 115 pontos, cotado a 179,55 cents/lbp.

O mercado de café experimentou uma explosão nos preços no último pregão, impulsionado pelas mudanças nos estoques da ICE. O mês de novembro foi marcado por uma baixa expressiva nos volumes, e analistas preveem que esse cenário persistirá nos próximos meses, conforme relatado pelo Notícias Agrícolas.

Além disso, o mercado continua atento às condições climáticas no Brasil. Embora as chuvas tenham retornado às principais áreas de produção, as altas temperaturas suscitam preocupações entre os produtores.

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Na Bolsa de Londres, o café do tipo conilon também registrou baixas. O contrato março/24 teve uma queda de US$ 27 por tonelada, sendo negociado a US$ 2519. O contrato maio/24 apresentou uma baixa de US$ 25 por tonelada, valendo US$ 2478, enquanto o contrato julho/24 registrou uma queda de US$ 25 por tonelada, sendo negociado a US$ 2438. O contrato setembro/24 teve uma baixa de US$ 3 por tonelada, alcançando US$ 2431.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Varejo brasileiro cresce no primeiro trimestre de 2026 e setor de restaurantes lidera expansão do consumo

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O varejo brasileiro iniciou 2026 em trajetória de crescimento, refletindo a resiliência do consumo das famílias e a recuperação de segmentos ligados a serviços e alimentação. Dados do Mastercard SpendingPulse apontam que as vendas do comércio cresceram 1,2% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2025.

O indicador considera as vendas realizadas tanto em lojas físicas quanto no comércio eletrônico, abrangendo diferentes formas de pagamento e oferecendo um retrato abrangente da atividade varejista no país.

O resultado demonstra que, apesar dos desafios econômicos, o consumidor brasileiro manteve o ritmo de compras, impulsionando diversos setores da economia.

Restaurantes, farmácias e hospedagem puxam crescimento

Entre os dez segmentos analisados, sete registraram desempenho superior à média nacional, evidenciando uma recuperação mais consistente em áreas ligadas ao consumo cotidiano e ao setor de serviços.

O principal destaque foi o segmento de restaurantes, que avançou 10,1% no primeiro trimestre. O resultado reforça a retomada do consumo fora do lar e o fortalecimento das atividades ligadas à alimentação e ao lazer.

Na sequência aparecem as farmácias, com crescimento de 9,6%, refletindo a demanda constante por produtos de saúde e bem-estar. O setor de hospedagem também apresentou desempenho expressivo, com alta de 6,5%, impulsionado pelo aumento das viagens corporativas e do turismo interno.

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Por outro lado, alguns segmentos enfrentaram maior dificuldade para expandir as vendas. Os supermercados registraram retração de 1,5%, enquanto o setor de móveis e decoração apresentou queda de 4,4%, indicando comportamento mais cauteloso dos consumidores em compras de maior valor agregado.

Centro-Oeste lidera avanço do consumo no país

A análise regional mostra que o crescimento do varejo ocorreu de forma desigual entre os estados brasileiros. Das 27 unidades da federação, 11 registraram desempenho acima da média nacional.

O Centro-Oeste liderou o ranking regional, com expansão de 2,5% nas vendas, consolidando-se como a região de maior crescimento no período. O desempenho reflete o fortalecimento econômico impulsionado principalmente pelo agronegócio e pelos setores relacionados à cadeia produtiva agroindustrial.

Todas as regiões brasileiras apresentaram resultado positivo, embora em diferentes intensidades. O Sudeste teve o menor avanço, com crescimento de apenas 0,1% no trimestre.

Pernambuco e Paraná se destacam entre os estados

No ranking estadual, Pernambuco apresentou o melhor resultado do país, com crescimento de 5,4% nas vendas do varejo. O Paraná ocupou a segunda posição, registrando avanço de 4,1%.

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O Distrito Federal aparece logo em seguida, com expansão de 4%, reforçando a tendência de fortalecimento do consumo em regiões com maior dinamismo econômico.

Perspectivas para o comércio em 2026

A evolução do varejo nos primeiros meses do ano indica um cenário de recuperação gradual do consumo, sustentado principalmente pelos segmentos de serviços, alimentação e saúde.

Para os próximos meses, o desempenho do setor continuará sendo influenciado por fatores como renda das famílias, condições de crédito, inflação e mercado de trabalho. A expectativa é que atividades ligadas ao turismo, alimentação e serviços mantenham trajetória positiva, enquanto setores dependentes de compras de maior valor sigam enfrentando desafios.

O resultado do primeiro trimestre sinaliza que, mesmo diante de um ambiente econômico ainda seletivo, o varejo brasileiro continua encontrando espaço para crescer e movimentar a economia nacional ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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