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Operação do Gaeco mira empresas de fachada para transporte de grãos

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo Civil, deflagrou nesta quarta-feira (29) a operação “Falsus Granum”. Estão sendo cumpridos seis mandados de busca e apreensão, com alvos em Cuiabá, Rondonópolis e Itapema, no Estado de Santa Catarina.

Segundo o Gaeco, a operação apura esquema relacionado à abertura de empresas de fachada, com utilização de “laranjas”, no segmento de transporte de grãos, para realização de fraudes fiscais. De acordo com as investigações, foram abertas 45 empresas que foram registradas em nome de pessoas que não possuem nenhuma compatibilidade com a posição de empresário.

Ao todo, 34 agentes estão envolvidos na operação, sendo oito policiais militares da Rotam, oito da Força Tática do Comando Regional de Rondonópolis, 12 agentes do Gaeco de Mato Grosso e seis agentes do Gaeco de Santa Catarina.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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