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Contratos Futuros de Açúcar Encerram de Forma Divergente em NY; Queda em Londres e no Mercado Nacional

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O açúcar bruto, lote março/24, foi negociado a 26,98 centavos de dólar por libra-peso, registrando uma queda de 24 pontos em relação ao dia anterior. Por sua vez, a tela maio/24 teve uma diminuição de 19 pontos, sendo comercializada a 25,75 cts/lb. Os demais lotes oscilaram entre uma queda de 12 pontos e uma valorização de 2 pontos.

O economista Arnaldo Luiz Corrêa, diretor da Archer Consulting, destaca entre os fatores altistas do mercado eventos como chuvas nos canaviais interrompendo a moagem, precipitações no porto de Santos afetando os embarques, além de notícias provenientes da Indonésia sobre a necessidade de importação de açúcar e do Egito realizando compras do produto. Entretanto, ressalta que, apesar dessas notícias fundamentais, o mercado não apresentou o impulso esperado, considerando-as “rechauffées” (requentadas).

Em Londres, a sexta-feira testemunhou quedas em todos os lotes do açúcar branco na ICE Futures Europe. O vencimento março/24 foi cotado a US$ 738,00 por tonelada, indicando uma redução de 8,10 dólares em comparação ao dia anterior. A tela maio/24, por sua vez, apresentou uma queda de 8,50 dólares, sendo transacionada a US$ 718,30 por tonelada. Os demais contratos tiveram retrações entre 2 e 5,80 dólares.

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No mercado interno, as cotações do açúcar cristal encerraram em baixa pelo terceiro dia consecutivo, conforme o Indicador Cepea/Esalq, da USP. A saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 154,18, representando uma desvalorização de 1,15% em relação ao dia anterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estudantes indígenas conhecem história de Cuiabá em visita ao Complexo Biocultural do Porto

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Quarenta e dois estudantes da Escola Indígena Umutina, de Barra do Bugres, visitaram nesta sexta-feira (29) o Complexo Biocultural do Porto, em Cuiabá, conhecendo o Museu do Rio Cuiabá, o Aquário Municipal e a Orla do Porto. A atividade integrou uma programação educativa voltada à valorização do patrimônio cultural mato-grossense e ao fortalecimento da identidade dos povos originários.

Com idades entre 11 e 17 anos, os alunos participaram da visita acompanhados pelas professoras Eliane Boroponepa Monzilar, da Aldeia Boropó, e Ana Lúcia Calomezoré, da Aldeia Balotipone. O objetivo pedagógico foi conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação do patrimônio cultural do Estado e promover reflexões sobre a história e as culturas indígenas.

A visita foi viabilizada pelo projeto Caminhos da Cultura, iniciativa criada em 2019 pelo artista plástico e produtor cultural Vicente Paulo. O projeto tem como proposta ampliar o acesso de estudantes da rede pública, além de comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas, a museus, galerias e outros espaços de formação cultural. Desde sua criação, a iniciativa já aproximou mais de 11 mil alunos de equipamentos culturais em Mato Grosso.

“O projeto nasceu para proporcionar esse acesso aos estudantes da rede pública e também às comunidades tradicionais. Hoje estamos contemplando os Umutina, vindos de diferentes comunidades dessa grande nação indígena”, explicou Vicente Paulo.

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No Complexo Biocultural do Porto, os estudantes participaram de um roteiro guiado que apresentou aspectos históricos de Cuiabá por meio do acervo do Museu do Rio e das atrações do Aquário Municipal. A coordenadora pedagógica do Museu do Rio, Luana da Cruz Borema, explicou que o complexo está implantando um novo formato de recepção aos visitantes, com uma apresentação guiada que contextualiza a história da cidade antes da visita aos espaços expositivos.

Segundo ela, a proposta busca tornar a experiência mais educativa e aproximar os visitantes do patrimônio histórico e cultural de Cuiabá.

Para a professora Eliane Boroponepa Monzilar, a atividade representa uma oportunidade de intercâmbio de conhecimentos e de ampliação do repertório cultural dos estudantes.

“Esse projeto proporciona às crianças e aos jovens indígenas a oportunidade de conhecer outros saberes. Muitos deles nunca haviam visitado um museu. É uma troca importante entre o conhecimento do nosso povo e outros conhecimentos culturais, permitindo que compreendam melhor esses espaços e sua importância”, afirmou.

A fala da educadora reforça uma realidade observada em outras ações do Caminhos da Cultura. Em atividades recentes promovidas pelo projeto, estudantes da zona rural e de comunidades tradicionais também tiveram contato pela primeira vez com museus e espaços históricos da capital, vivenciando experiências que ampliam o aprendizado para além da sala de aula.

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A turismóloga Silvana Maria de Morais Abdala destacou o interesse demonstrado pelo grupo durante toda a visita. Segundo ela, as fotografias históricas e a maquete expostas no museu despertaram grande curiosidade entre as crianças e os adolescentes.

“Foi gratificante perceber o interesse deles em conhecer a história de Cuiabá e compreender melhor o espaço. As crianças, principalmente, demonstraram muita atenção e curiosidade durante toda a visita”, relatou a servidora, que atua há 18 anos na área do turismo.

Além do Complexo Biocultural do Porto, o roteiro dos estudantes incluiu visitas ao Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (MISC), à Galeria Lava Pés e ao Museu de História Natural de Mato Grosso, consolidando um dia de atividades voltadas ao conhecimento, à cultura e à formação cidadã.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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