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Receita bruta dos Cafés do Brasil ocupa a quarta posição no ranking nacional das lavouras

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O valor bruto de produção da cafeicultura nacional, neste ano de 2023, está previsto em R$ 48 bilhões, valor que coloca o café como a quarta maior cultura agrícola em faturamento. O café da espécie arábica deve gerar R$ 36,8 bilhões de receita, número que representa 76,7% do total da receita gerada com cafeicultura no ano. Enquanto que o café da espécie conilon tem o valor bruto de produção previsto de R$ 11,18 bilhões, valor que equivale a 22,3% do total.

Como os Cafés do Brasil são produzidos nas cinco regiões geográficas do País, em dezesseis estados da Federação, o que inclui o Distrito Federal, um demonstrativo em ordem decrescente da receita bruta cafeeira estimada para essas regiões, aponta que a Região Sudeste, cujo VBP-Café foi calculado em R$ 41,46 bilhões, lidera de forma absoluta com participação de 86,4% em relação ao faturamento total. Na sequência, vem a Região Nordeste com valor estimado de R$ 3 bilhões (6,2%), seguida da Região Norte com receita bruta de R$ 2,44 bilhões, cujo valor equivale a 5,1% do total geral.

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Na quarta colocação do VBP-Café, destaca-se a Região Sul com R$ 680 milhões, montante que corresponde a 1,4% do total nacional; e, por fim, na quinta posição desse ranking das regiões geográficas brasileiras produtoras de cafés, vem a Região Centro-Oeste com faturamento bruto estimado em R$ 389,7 milhões, valor que representa aproximadamente 0,9% do VBP do ano-cafeeiro 2023.

Estas análises da performance do Valor Bruto da Produção – VBP dos Cafés do Brasil, do ano-cafeeiro 2023, que ora estão sendo objeto de divulgação pelo Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, tem como base os dados e números constantes do VBP Outubro/2023, documento que é elaborado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura e Pecuária – Mapa.

Em complemento, ao analisarmos a receita bruta para o total das lavouras brasileiras, composta pelas 17 principais culturas produzidas no país, verifica-se que o faturamento está estimado em R$ 811,7 bilhões, número que representa um aumento de 4,2% em relação ao ano passado, quando atingiu R$ 779 bilhões.

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Neste ano de 2023, a Soja lidera o ranking nacional das lavouras com valor bruto de produção estimado em R$ 332,7 bilhões, valor que representa 41% do total de receita gerada pelas lavouras, na segunda posição o milho deve gerar R$ 142,8 bilhões (17,5%), seguido pela cana-de-açúcar com R$ 111,2 bilhões (13,7%), conforme citado anteriormente, os Cafés do Brasil ocupam a quarta posição do ranking das lavouras nacional com faturamento previsto de R$ 48 bilhões (6%), fechando as cinco culturas com maior valor bruto de produção em 2023 está o algodão com R$ 30,6 bilhões, montante que representa 3,7% do total. Amendoim, arroz, banana, batata inglesa, cacau, feijão, laranja, mamona, mandioca, tomate, trigo e uva completam os R$ 811,7 bilhões previstos para 2023.

Fonte: Embrapa Café

Fonte: Portal do Agronegócio

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Varejo brasileiro cresce no primeiro trimestre de 2026 e setor de restaurantes lidera expansão do consumo

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O varejo brasileiro iniciou 2026 em trajetória de crescimento, refletindo a resiliência do consumo das famílias e a recuperação de segmentos ligados a serviços e alimentação. Dados do Mastercard SpendingPulse apontam que as vendas do comércio cresceram 1,2% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2025.

O indicador considera as vendas realizadas tanto em lojas físicas quanto no comércio eletrônico, abrangendo diferentes formas de pagamento e oferecendo um retrato abrangente da atividade varejista no país.

O resultado demonstra que, apesar dos desafios econômicos, o consumidor brasileiro manteve o ritmo de compras, impulsionando diversos setores da economia.

Restaurantes, farmácias e hospedagem puxam crescimento

Entre os dez segmentos analisados, sete registraram desempenho superior à média nacional, evidenciando uma recuperação mais consistente em áreas ligadas ao consumo cotidiano e ao setor de serviços.

O principal destaque foi o segmento de restaurantes, que avançou 10,1% no primeiro trimestre. O resultado reforça a retomada do consumo fora do lar e o fortalecimento das atividades ligadas à alimentação e ao lazer.

Na sequência aparecem as farmácias, com crescimento de 9,6%, refletindo a demanda constante por produtos de saúde e bem-estar. O setor de hospedagem também apresentou desempenho expressivo, com alta de 6,5%, impulsionado pelo aumento das viagens corporativas e do turismo interno.

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Por outro lado, alguns segmentos enfrentaram maior dificuldade para expandir as vendas. Os supermercados registraram retração de 1,5%, enquanto o setor de móveis e decoração apresentou queda de 4,4%, indicando comportamento mais cauteloso dos consumidores em compras de maior valor agregado.

Centro-Oeste lidera avanço do consumo no país

A análise regional mostra que o crescimento do varejo ocorreu de forma desigual entre os estados brasileiros. Das 27 unidades da federação, 11 registraram desempenho acima da média nacional.

O Centro-Oeste liderou o ranking regional, com expansão de 2,5% nas vendas, consolidando-se como a região de maior crescimento no período. O desempenho reflete o fortalecimento econômico impulsionado principalmente pelo agronegócio e pelos setores relacionados à cadeia produtiva agroindustrial.

Todas as regiões brasileiras apresentaram resultado positivo, embora em diferentes intensidades. O Sudeste teve o menor avanço, com crescimento de apenas 0,1% no trimestre.

Pernambuco e Paraná se destacam entre os estados

No ranking estadual, Pernambuco apresentou o melhor resultado do país, com crescimento de 5,4% nas vendas do varejo. O Paraná ocupou a segunda posição, registrando avanço de 4,1%.

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O Distrito Federal aparece logo em seguida, com expansão de 4%, reforçando a tendência de fortalecimento do consumo em regiões com maior dinamismo econômico.

Perspectivas para o comércio em 2026

A evolução do varejo nos primeiros meses do ano indica um cenário de recuperação gradual do consumo, sustentado principalmente pelos segmentos de serviços, alimentação e saúde.

Para os próximos meses, o desempenho do setor continuará sendo influenciado por fatores como renda das famílias, condições de crédito, inflação e mercado de trabalho. A expectativa é que atividades ligadas ao turismo, alimentação e serviços mantenham trajetória positiva, enquanto setores dependentes de compras de maior valor sigam enfrentando desafios.

O resultado do primeiro trimestre sinaliza que, mesmo diante de um ambiente econômico ainda seletivo, o varejo brasileiro continua encontrando espaço para crescer e movimentar a economia nacional ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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