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BALANÇA COMERCIAL: Brasil ultrapassa US$ 300 bi em exportações pelo segundo ano consecutivo

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A balança comercial da 3ª semana de novembro de 2023 registrou superávit de US$ 1,963 bilhão e corrente de comércio de US$ 10,148 bilhões, resultado de exportações no valor de US$ 6,055 bilhões e importações de US$ 4,092 bilhões. Os números foram divulgados nessa segunda-feira (20/11) pela secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC).

Soma – No mês, as exportações somam US$ 17,226 bilhões e as importações, US$ 11,222 bilhões, com saldo positivo de US$ 6,003 bilhões e corrente de comércio de US$ 28,448 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 300,014 bilhões e as importações, US$ 213,502 bilhões, com saldo positivo de US$ 86,512 bilhões e corrente de comércio de US$ 513,516 bilhões.

Comparativo Mensal – Nas exportações, comparadas as médias até a 3ª semana de novembro/2023 (US$ 1, 56 bilhão) com a de novembro/2022 (US$ 1,38 bilhão), houve crescimento de 13,3%. Em relação às importações houve queda de 4,9% na comparação entre as médias até a 3ª semana de novembro/2023 (US$ 1, 02 bilhão) com a do mês de novembro/2022 (US$ 1,07 bilhão).

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Média diária – Assim, até a 3ª semana de novembro/2023, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,58 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 545,76 milhões. Comparando-se este período com a média de novembro/2022, houve crescimento de 5,3% na corrente de comércio.

Exportações por Setor e Produtos – No acumulado até a 3ª semana do mês de novembro/2023, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 79,97 milhões (32,2%) em Agropecuária; crescimento de US$ 86,9 milhões (24,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 19,77 milhões (2,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

Importações por Setor e Produtos – No acumulado até a 3ª semana do mês de novembro/2023, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 2,01 milhões (-9,8%) em Agropecuária; queda de US$ 18,93 milhões (-23,0%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 24,79 milhões (-2,6%) em produtos da Indústria de Transformação.

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Fonte: MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do suíno vivo volta a subir após mais de um mês e sinaliza reação da demanda

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O mercado de suínos apresentou sinais de recuperação nos últimos dias, com avanço nas cotações do suíno vivo em importantes regiões produtoras acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A alta marca a primeira valorização dos animais desde o período que antecedeu o Dia das Mães, em 10 de maio, refletindo uma melhora na demanda por parte da indústria frigorífica.

De acordo com pesquisadores do Cepea, a procura por suínos para abate ganhou força especialmente nos estados da Região Sul, principal polo da suinocultura nacional. O aumento da movimentação no mercado levou frigoríficos a buscarem lotes adicionais de animais, favorecendo ajustes positivos nos preços pagos aos produtores.

Indústria amplia compras e sustenta recuperação dos preços

O movimento de valorização foi impulsionado pela maior atuação das indústrias no mercado disponível. Com a necessidade de reforçar as escalas de abate, frigoríficos ampliaram as compras de animais terminados, elevando a competitividade entre compradores e fortalecendo o poder de negociação dos produtores.

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Analistas destacam que, após semanas de pressão sobre os preços do suíno vivo, o cenário atual representa uma mudança importante para o setor, que vinha enfrentando dificuldades para sustentar reajustes em meio à oferta equilibrada e ao consumo doméstico mais moderado.

Carne suína ainda não acompanha alta do animal vivo

Apesar da recuperação observada no mercado de animais vivos, o mesmo movimento ainda não foi registrado nos preços da carne suína. Segundo o Cepea, as cotações da proteína seguem estáveis, indicando que a melhora na demanda industrial ainda não se refletiu integralmente no mercado atacadista.

Essa diferença entre os preços do suíno vivo e da carne pode reduzir temporariamente as margens da indústria, que busca repassar os custos ao longo da cadeia sem comprometer a competitividade do produto junto ao consumidor final.

Perspectivas para o setor

O desempenho das vendas no mercado interno e o ritmo das exportações continuarão sendo fatores decisivos para a sustentação dos preços nas próximas semanas. O setor acompanha também o comportamento dos custos de produção, especialmente os relacionados à alimentação animal, como milho e farelo de soja.

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Caso a demanda permaneça aquecida e a indústria mantenha a necessidade de recompor estoques e escalas de abate, o mercado de suínos poderá consolidar uma trajetória de recuperação dos preços durante o segundo semestre.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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