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Com atuação do Brazilian Cattle, Brasil vai ampliar comércio de material genético para o Panamá

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O projeto Brazilian Cattle, executado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em parceria com a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), recebeu comunicado da Direção Nacional de Saúde Animal do Panamá, de que mais seis empresas brasileiras, fornecedoras de sêmen e embriões de bovinos, poderão exportar estes produtos ao mercado panamenho. Outras três empresas tiveram as habilitações renovadas. A decisão é resultado de auditoria realizada no Brasil por veterinários daquele país, em setembro deste ano.

Tiveram as habilitações renovadas as empresas ABS Pecplan, Central Bela Vista e Seleon. Já as novas habilitações foram concedidas para Embryoplus, Genética Boa Fé, Origem Embrio, Zebuembryo, Laboratório Zebuembryo e Progen (Alta Genetics).

Segundo a Supervisora de Relações Internacionais da ABCZ, Raquel Dal Secco Borges, a expectativa é de que as exportações sejam consideravelmente ampliadas com o aumento das empresas exportadoras. “Nosso esforço junto ao Mapa está valendo a pena. Aproveito para agradecer o apoio do Auditor Fiscal do Mapa, Fernando Augusto Santos. Atuamos desde o início das negociações para ampliação deste mercado, intermediando as conversas e fornecendo todas as informações necessárias ao Panamá”, ressaltou.

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Já a Consultora do Brazilian Cattle, Izabelle Jardim, lembra que o Brasil é referência mundial em genética zebuína. “Este resultado com o Panamá demonstra que as empresas de genética apoiadas pelo Brazilian Cattle estão na vanguarda das exportações, possuindo capacidade técnica e sanitária para exportar material genético com confiabilidade e qualidade”, destacou.

Brazilian Cattle

É um dos projetos setoriais executados pela ApexBrasil, em parceria com a ABCZ. Desde 2003, atua desenvolvendo promoção comercial e facilitando o processo de abertura e consolidação de mercados para empresas da cadeia da pecuária brasileira. O projeto oferta ao mundo tropical pacotes tecnológicos compostos por genética zebuína, animais vivos, insumos, produtos e tecnologias necessárias para produzir com qualidade, a baixo custo e de maneira sustentável.

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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Acamamento no arroz: como evitar perdas e aumentar a produtividade com manejo correto na lavoura

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O acamamento do arroz, caracterizado pelo tombamento parcial ou total das plantas, segue entre os principais fatores de perda de produtividade na cultura. Além de reduzir o rendimento por área, o problema também afeta a qualidade dos grãos e dificulta a colheita mecanizada, elevando custos operacionais.

De acordo com especialistas, a prevenção depende de um conjunto de práticas de manejo que vão desde a escolha da cultivar até o controle de irrigação, adubação e densidade de plantas ao longo do ciclo produtivo.

Acamamento no arroz ocorre com mais frequência no enchimento de grãos

O problema é mais comum durante a fase de enchimento dos grãos, quando as panículas estão mais pesadas. Nesse estágio, a combinação de fatores agrava o risco de tombamento, como:

  • ventos fortes;
  • chuvas intensas;
  • excesso de nitrogênio;
  • colmos frágeis;
  • solos encharcados.

Quando ocorre, o acamamento provoca perdas diretas de produtividade e aumenta o risco de deterioração dos grãos.

Impactos do acamamento vão além da produtividade

Além da redução no rendimento, o acamamento compromete toda a operação de colheita e pós-colheita. Entre os principais impactos estão:

  • aumento das perdas na colheita mecanizada;
  • maior consumo de combustível das máquinas;
  • elevação da umidade dos grãos colhidos;
  • redução da qualidade industrial;
  • maior incidência de doenças na base das plantas.

Esses fatores tornam o manejo preventivo ainda mais importante para garantir eficiência produtiva.

Escolha da cultivar é ponto de partida para evitar o problema

O planejamento da lavoura é considerado o primeiro passo no controle do acamamento. A escolha de cultivares de porte médio ou baixo, com colmos mais espessos e resistentes, reduz significativamente a suscetibilidade ao tombamento.

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A recomendação técnica também inclui atenção à resposta de cada cultivar à fertilização nitrogenada e à densidade de semeadura, especialmente em áreas de alta fertilidade.

Densidade de semeadura influencia resistência das plantas

A população de plantas é outro fator determinante. Semear acima do recomendado pode aumentar a competição por luz e nutrientes, favorecendo:

  • estiolamento das plantas;
  • colmos mais finos e frágeis;
  • maior risco de acamamento.

O uso de sementes de alto vigor é indicado para garantir estande uniforme, reduzindo a necessidade de adensamento excessivo.

Adubação nitrogenada exige equilíbrio para evitar crescimento excessivo

O manejo do nitrogênio é um dos pontos mais sensíveis no controle do acamamento. O excesso de aplicação, especialmente em cobertura tardia, estimula crescimento vegetativo exagerado, aumentando a altura das plantas e reduzindo sua resistência estrutural.

O equilíbrio entre nutrientes também é essencial, principalmente entre:

  • nitrogênio (N);
  • potássio (K);
  • silício (Si).

Esse balanço contribui diretamente para a firmeza dos colmos e a sustentação da planta.

Manejo da irrigação influencia diretamente a estabilidade da lavoura

No arroz irrigado, o controle da lâmina de água tem papel decisivo na prevenção do acamamento. Níveis excessivos e prolongados podem:

  • estimular alongamento da parte aérea;
  • enfraquecer o sistema radicular;
  • aumentar a vulnerabilidade ao tombamento.
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O ajuste da irrigação conforme o estágio fenológico da cultura ajuda a manter o equilíbrio entre crescimento e sustentação das plantas.

Reguladores de crescimento devem ser usados com critério técnico

O uso de reguladores de crescimento pode ser uma ferramenta complementar no manejo do arroz, contribuindo para plantas mais baixas e colmos mais curtos.

No entanto, o uso deve ser criterioso e sempre baseado em recomendação técnica, já que aplicações fora do momento adequado podem:

  • prejudicar o enchimento dos grãos;
  • reduzir o potencial produtivo;
  • gerar efeitos indesejados na lavoura.
Manejo integrado é essencial para reduzir riscos

O controle do acamamento não depende de uma única prática, mas da combinação de diferentes fatores de manejo. Entre eles:

  • controle eficiente de plantas daninhas, pragas e doenças;
  • conservação da estrutura física do solo;
  • desenvolvimento adequado do sistema radicular;
  • monitoramento constante da lavoura.

O acompanhamento técnico ao longo do ciclo permite ajustes mais precisos e reduz riscos de perdas.

Conclusão

Segundo orientações técnicas, a redução do acamamento no arroz depende de uma estratégia integrada que envolve escolha adequada da cultivar, população equilibrada de plantas, adubação bem planejada, manejo correto da irrigação e monitoramento contínuo da lavoura.

O acompanhamento de um engenheiro agrônomo é fundamental para garantir decisões mais seguras, alinhadas às recomendações técnicas e ao potencial produtivo da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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