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Café: Após números de exportação, arábica abre o dia com ajustes nos preços em NY

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O mercado futuro do café arábica voltou a operar com desvalorização para os principais contratos no pregão desta terça-feira (14) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Monitorando as condições climáticas no Brasil, o mercado realiza ajustes após as altas no último pregão.

Por volta das 09h17 (horário de Brasília), março/24 tinha queda de 70 pontos, negociado por 172,55 cents/lbp, maio/24 tinha queda de 80 pontos, negociado por 172,25 cents/lbp, julho/24 registrava baixa de 75 pontos, valendo 172,95 cents/lbp e setembro/24 tinha desvalorização de 70 pontos, valendo 173,80 cents/lbp.

Já na Bolsa de Londres, o tipo conilon abriu com estabilidade. Janeiro/24 tinha alta de US$ 6 por tonelada, negociado por US$ 2509, março/24 tinha alta de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 2439, maio/24 tinha valorização de US$ 2 por tonelada, negociado por US$ 2414 e julho/24 registrava queda de US$ 4 por tonelada, cotado por US$ 2385.

O mercado também pode reagir aos números de exportação do Brasil. De acordo com o Cecafé, o país exportou 4,4 milhões de sacas no mês de outubro, o que representa alta de 21%.

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Fonte: Notícias Agrícolas

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita no Paraná

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Os preços do feijão seguem firmes no mercado brasileiro neste início de maio, impulsionados pela menor oferta do grão e pelo atraso na colheita da segunda safra no Paraná, principal estado produtor do país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, as cotações do feijão carioca e do feijão preto avançaram nas principais regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas reduziram o ritmo das colheitas, mantendo limitada a disponibilidade de produto no mercado. Esse cenário tem reforçado a sustentação dos preços, especialmente diante da demanda ativa por lotes de melhor qualidade.

Além da oferta enxuta, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 do Paraná aumentaram a atenção dos agentes do setor. O mercado também monitora as condições climáticas na região Sul, principalmente com a aproximação de uma frente fria, fator que pode impactar ainda mais o andamento das atividades no campo.

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No caso do feijão carioca, os preços permanecem em trajetória de alta, embora o volume de negociações siga moderado. Segundo o Cepea, compradores e vendedores adotaram postura cautelosa diante das cotações mais elevadas e da incerteza sobre a entrada mais consistente da nova oferta.

Já o feijão preto ganhou maior destaque no mercado interno, com aumento do interesse comprador e maior procura por grãos da segunda safra. A demanda aquecida e a oferta restrita contribuíram para a valorização do produto nas últimas semanas.

O cenário reforça a expectativa de manutenção da firmeza dos preços no curto prazo, especialmente enquanto a colheita no Paraná continuar avançando lentamente e a disponibilidade permanecer limitada nas regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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