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Procurador Pedro Melo Pouchain Ribeiro assume vaga de procurador regional eleitoral

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O procurador do Ministério Público Federal (MPF), Pedro Melo Pouchain Ribeiro, assumiu a vaga titular de procurador regional eleitoral na composição do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Juntamente com ele, o procurador Pablo Luz de Beltrand assumiu o cargo de procurador regional eleitoral substituto.

Na primeira sessão plenária em que o novo procurador participou, nesta quinta-feira (09.11), a presidente do TRE-MT, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, ressaltou a importância da participação da Procuradoria para os julgamentos realizados no âmbito da Justiça Eleitoral. “É uma satisfação tê-lo conosco, é muito bem-vindo ao nosso meio, e desejo sucesso nesta nova função, principalmente agora que iremos iniciar um período de preparação para as Eleições 2024. Coloco nossos gabinetes sempre abertos e à disposição do procurador”.

O titular agradeceu a receptividade e destacou a expectativa em atuar no próximo pleito. “Quero agradecer à presidente, desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, à corregedora regional eleitoral, desembargadora Serly Marcondes Alves, pela acolhida, e desejar sucesso no segmento desta gestão. Também agradeço aos demais membros desta Corte e aos servidores do TRE-MT, com especial destaque àqueles que prestam apoio ao Pleno, sabemos da competência e de como trabalham para garantir a eficiência deste Tribunal. Saúdo também todos os membros da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e advogados eleitoralistas. Reforço o comprometimento da Procuradoria para darmos segmento à preparação das próximas eleições”.

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Currículo

Pedro Melo Pouchain Ribeiro é procurador da República lotado em Mato Grosso e já exerceu a função de procurador regional eleitoral substituto entre outubro de 2017 e novembro de 2018, e assumiu a titularidade de novembro de 2018 a setembro de 2020. Antes de retornar à Procuradoria Regional Eleitoral de Mato Grosso, atuou ainda como procurador auxiliar na Procuradoria Regional Eleitoral do Maranhão, de fevereiro a outubro de 2023. O procurador é mestre em Direito Alemão e Doutorando pela Universidade Humboldt de Berlim em cotutela com a Universidade Complutense de Madri e mestre em Direito Constitucional pela Universidade de Sevilha, com obtenção do prêmio Máster Extraordinário 2020, e autor do livro “La Regla de Exclusión de la Prueba Ilícita”, publicado pela editora Tirant.

Os biênios dos novos procuradores regionais titular e substituto tiveram início no dia 1º de novembro de 2023 e terminarão em 31 de outubro de 2025.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Imagem da tela de transmissão da sessão plenária online, em que aparecem as e os integrantes do Pleno e o tradutor de Libras.

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Fonte: TRE – MT

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TRE-MT promove curso sobre eleições sob a perspectiva dos direitos humanos, da equidade e da inclusão

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Direitos humanos, equidade racial, inclusão e representatividade são temas que ganharam espaço central no debate democrático contemporâneo. Com esse foco, teve início nesta segunda-feira (08.06), no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Direitos Humanos, Gênero, Raça e Etnia em Processo Eleitoral”. A capacitação segue até quinta-feira (11.06) e reúne magistrados(as), promotores(as) e servidores(as) da Justiça Eleitoral.

A formação aborda temas centrais do processo eleitoral a partir de uma perspectiva voltada aos direitos humanos e à promoção da equidade. O conteúdo programático está dividido em quatro módulos: Propaganda Eleitoral com enfoque em direitos humanos, gênero, raça e etnia; Registro de Candidatura com enfoque interseccional; Prestação de Contas e financiamento com foco em equidade; e Abuso de Poder (econômico, político, comunicacional e religioso) e práticas discriminatórias.

Ao dar as boas-vindas aos participantes, a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves, destacou que a inclusão, o diálogo e o acolhimento são fundamentais para o fortalecimento da democracia e para a aproximação da Justiça Eleitoral com a sociedade.

“A Justiça Eleitoral precisa conversar com todas as pessoas, acolher diferentes perspectivas e promover a participação de todos no debate público. O conhecimento e o acolhimento são fundamentais para construirmos uma democracia cada vez mais humana e inclusiva”, afirmou a presidente.

A desembargadora ressaltou ainda que a participação no processo eleitoral, seja como eleitora, candidata, servidora, advogada, promotora, juíza ou mesária, representa um importante exercício de cidadania e fortalecimento democrático. Para ela, iniciativas como o curso ampliam o conhecimento, qualificam o debate público e contribuem para uma atuação institucional cada vez mais inclusiva.

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A juíza auxiliar da Presidência do TRE-MT, Edna Ederli Coutinho, destacou a importância da temática para o fortalecimento da democracia e para a atuação institucional da Justiça Eleitoral.

Segundo ela, o debate sobre inclusão e representatividade deixou de ocupar um espaço periférico e passou a integrar o centro das discussões sobre aperfeiçoamento democrático. “A ampliação da participação de mulheres, pessoas negras, indígenas e outros grupos historicamente minorizados não é apenas uma pauta social, mas uma exigência constitucional e um compromisso institucional. Mais do que uma oportunidade de atualização técnica, este curso nos convida a refletir sobre o papel da Justiça Eleitoral na construção de uma democracia efetivamente inclusiva, plural e representativa”, afirmou.

O diretor da Escola Judiciária Eleitoral de Mato Grosso (EJE-MT), juiz-membro substituto Welder Queiroz dos Santos, ressaltou que a promoção da inclusão e da diversidade está alinhada às diretrizes nacionais da Justiça Eleitoral.

“A primeira grande bandeira institucional do Tribunal Superior Eleitoral foi justamente a inclusão de mulheres, pessoas negras e indígenas na participação política. Trata-se de um tema fundamental para o fortalecimento do ambiente democrático e para a construção de uma sociedade mais representativa”, destacou.

Ao dar início às atividades, o palestrante Elder Maia Goltzman explicou que a proposta do curso é promover um diálogo entre o Direito Eleitoral e os Direitos Humanos, permitindo uma nova leitura dos principais institutos eleitorais.

“A ideia é analisar temas como propaganda eleitoral, abuso de poder, prestação de contas e registro de candidatura sob a perspectiva dos direitos humanos. Muitas das questões enfrentadas pela Justiça Eleitoral envolvem dilemas relacionados à inclusão, igualdade e proteção de direitos fundamentais. Por isso, queremos construir um espaço de diálogo, reflexão e troca de experiências”, afirmou.

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Especialistas de referência nacional

O curso é ministrado por dois especialistas com ampla atuação acadêmica e profissional na área.

Elder Maia Goltzman é analista judiciário do TRE-SP, mestre em Direito e Instituições do Sistema de Justiça pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), doutorando em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e especialista em Direito Administrativo. Atua em pesquisas relacionadas à liberdade de expressão, direitos humanos, população LGBTQIAPN+, desinformação e direito digital, além de ser professor em cursos de pós-graduação e autor de obras na área eleitoral.

A programação também contará com a participação de Sabrina de Paula Braga, responsável por ministrar módulos do curso ao longo da semana. Analista judiciária do TRE-MG, é mestra e doutoranda em Direito Político pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadora do eixo “Participação de Grupos Minorizados” da Capacitação Nacional das Escolas Judiciárias Eleitorais e integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Justiça Eleitoral.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

#PratodosVerem – Participante acompanha, por meio de um notebook, o curso telepresencial “Eleições em Perspectiva: Gênero, Raça e Etnia no Processo Eleitoral”, promovido pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Na tela, aparecem autoridades e participantes da capacitação em videoconferência, enquanto o palestrante apresenta conteúdo relacionado aos direitos humanos e ao processo eleitoral.

Fonte: TRE – MT

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