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Açúcar: contratos futuros fecham em baixa pela segunda sessão consecutiva

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Ontem, na ICE Futures de Nova York, o contrato março/24 do açúcar bruto foi negociado a 27,21 centavos de dólar por libra-peso, uma redução de 38 pontos, ou 1,4%, no comparativo com os preços do dia anterior. Já a tela maio/24 caiu 40 pontos, contratada a 25,85 cts/lb. Os demais lotes recuaram entre 27 e 39 pontos.

“Os negociantes disseram que a incapacidade do mercado em sustentar os preços acima de 28 centavos em dois pregões consecutivos levou a uma perspectiva mais pessimista nos gráficos de preços e estimulou as vendas”, destacou a Reuters.

Londres

Em Londres, na ICE Futures Europe, o açúcar branco também fechou no vermelho em todos os lotes. O vencimento dezembro/23 foi contratado a US$ 749,00 a tonelada, recuo de 3,40 dólares, ou 0,5%, no comparativo com os preços da véspera. Já a tela março/24 caiu 7,10 dólares, negociada a US$ 736,80 a tonelada. Os demais contratos caíram entre 5,50 e 8,20 dólares.

Mercado interno

Pelo terceiro dia seguido as cotações do açúcar cristal medidas pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP, fecharam no vermelho. Ontem, a saca de 50 quilos foi negociada pelas usinas a R$ 155,60 contra R$ 156,15 de terça-feira, desvalorização de 0,35% no comparativo.

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Etanol hidratado

O etanol também fechou desvalorizado nesta quarta-feira pelo Indicador Diário Paulínia. Ontem, o biocombustível foi negociado pelas usinas a R$ 2.274,00 o m³, contra R$ 2.300,50 o m³ praticado na terça-feira, queda de 1,15% no comparativo.

Fonte: Agência UDOP de Notícias

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina somam 953 mil toneladas no 1º quadrimestre de 2026 e avançam até 30% no ano

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As exportações brasileiras de carne bovina in natura começaram 2026 em ritmo acelerado. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o país embarcou 953,606 mil toneladas no primeiro quadrimestre do ano, resultado que reforça a continuidade do ciclo positivo do setor.

O volume representa alta de 15,2% em relação ao mesmo período de 2025 e avanço próximo de 30% sobre o primeiro quadrimestre de 2024. Desde março de 2025, os embarques mensais vêm se mantendo acima de 200 mil toneladas, indicando sustentação da demanda internacional pela proteína brasileira.

Abril registra maior volume da série histórica

Em abril de 2026, o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina in natura, o maior volume já registrado para o mês na série histórica da Secex. O desempenho consolida o bom início de ano do setor exportador e evidencia a competitividade da proteína brasileira no mercado global.

China lidera compras e amplia participação

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira. Em abril, o país asiático importou 135,472 mil toneladas, crescimento de 32,8% frente a março de 2026.

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No acumulado do quadrimestre, as compras chinesas somaram 460,888 mil toneladas, alta de 19,3% em relação ao mesmo período de 2025 (386,351 mil toneladas), reforçando a forte dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.

Cenário externo acende alerta para próximos meses

Pesquisadores do CEPEA avaliam que o ambiente externo pode se tornar mais desafiador no curto prazo.

Entre os fatores de atenção estão:

  • Possíveis ajustes de cotas de importação pela China
  • Novas exigências da União Europeia relacionadas ao uso de antimicrobianos em produtos de origem animal
  • Exclusão do Brasil da lista de países que atendem integralmente às regras do bloco

Apesar disso, o impacto direto do mercado europeu tende a ser limitado, já que o bloco responde por cerca de 4% das exportações brasileiras de carne bovina.

Oferta global restrita sustenta mercado internacional

Mesmo diante de possíveis entraves regulatórios, o cenário global segue marcado por oferta limitada de carne bovina, o que contribui para sustentar a demanda pela proteína brasileira.

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Esse contexto mantém o Brasil em posição estratégica no comércio internacional, ainda que com maior sensibilidade a mudanças regulatórias e comerciais nos principais destinos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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