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Com réplicas gigantes, exposição “Vale dos Dinossauros” chega à Sorriso

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Peças serão expostas entre os dias 09 à 19 de novembro

Os amantes pela Era Mesozóica já entraram em contagem regressiva para a abertura da exposição “Vale dos Dinossauros” que acontece nesta quinta-feira (9), a partir das 9h, na Praça da Juventude, área central de Sorriso.

Ao todo serão expostas 11 réplicas animatrônicas cujos tamanhos, movimentos e sons se assemelham aos dos animais que viveram no planeta Terra entre 65 milhões a 250 milhões de anos atrás.

Para facilitar a interação com o público, as peças são acompanhadas por placas descritivas contendo nome, espécie, período e o local que foram encontrados os fósseis dos animais reais.

Uma das ‘estrelas’ da exposição é a réplica do dinossauro Pycnonemosaurus Nevesi que viveu há 70 milhões de anos na região da Jangada do Roncador, em Chapada dos Guimarães. O predador de dentes afiados, que podia chegar a 4 metros de altura, 9 metros de cumprimento e a pesar até 2 toneladas, é um típico dinossauro da região Centro-Oeste do Brasil.

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“O tema jurássico encanta visitantes de diferentes idades. Ou seja, essa é uma daquelas exposições que agrada desde os mais jovens até os mais experientes membros da família. Não tenho dúvidas que estamos diante de mais uma exposição recorde de público”, sem esconder o entusiasmo, avalia Maria Amélia – coordenadora do Centro Histórico-Cultural Benjamin Raiser.

Em Sorriso, a exposição ficará aberta ao público até o dia 19 de novembro (domingo), com horário de visitação entre as 7h às 22h.

A exposição “Vale dos Dinossauros” é um projeto idealizado pelo Instituto Mato-grossense de Desenvolvimento Humano (IMTDH), com apoio do Governo do Estado, Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) e pela Prefeitura Municipal de Sorriso, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Juventude (Semcultj).

Antes de chegar à Sorriso, as réplicas animatrônicas passaram por Cuiabá, Várzea Grande, Chapada dos Guimarães, Tangará da Serra, Cáceres, Rondonópolis, Jaciara, Lucas do Rio Verde e Sinop.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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